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A pressão na saída do superaquecedor é de 2,45 MPa, enquanto a pressão no tanque de pressão é de 2,7 MPa. Será que isso ainda se enquadra nas especificações para fabricação de caldeiras de classe B?
TSG G0001-2012, página 2, item 1.4.2: Nos caldeiras de classe B, a faixa de pressão das caldeiras a vapor é de 0,8 MPa
Obrigado. Atualmente, a licença para fabricação de caldeiras de classe B ainda exige que a pressão operacional seja menor ou igual a 2,5 MPa, sem seguir o intervalo de pressão estabelecido para as caldeiras de classe B segundo as novas normas. O que me preocupa é que a pressão real de funcionamento do tanque da caldeira possa ultrapassar a pressão nominal exigida nas condições de fabricação das caldeiras de classe B. Você está certo. A pressão de operação nominal da caldeira é determinada com base na pressão do vapor superaquecido na saída do superaquecedor, assim, ela fica dentro dos limites permitidos para a fabricação de caldeiras de classe B. Muito obrigado.
Obrigado pela resposta do segundo andar. Atualmente, a licença para fabricação de caldeiras de classe B ainda exige que a pressão operacional seja menor ou igual a 2,5 MPa, sem seguir o intervalo de pressão estabelecido para as caldeiras de classe B segundo as novas normas. O que me preocupa é que a pressão real de funcionamento do tanque da caldeira possa ultrapassar a pressão nominal exigida nas condições de fabricação das caldeiras de classe B. Você está certo. A pressão de operação nominal da caldeira é determinada com base na pressão do vapor superaquecido na saída do superaquecedor, assim, ela fica dentro dos limites permitidos para a fabricação de caldeiras de classe B. Muito obrigado.