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Existe algum padrão que estipule que as juntas circulares da porta rápida e do corpo do tanque devem ser inspecionadas por RT em 100% dos casos? Várias das condições de 100% RT na GB150 não incluem portas de abertura rápida e juntas circunferenciais do corpo do tanque. Com esse entendimento, como o meio não é perigoso e pode ser inspecionado dentro do recipiente, seria possível realizar a medição a 20% RT?
Equipamentos profissionais equipados com dispositivos de abertura rápida devem atender às especificações das normas aplicáveis; na falta delas, pode-se seguir as regras estabelecidas para o caso de 150.
Não existem regulamentações, e atualmente também não há padrões de fabricação específicos para recipientes com abertura rápida no país.
Este tópico foi editado pela última vez por wanlirn em 7/11/2018, às 16:28. Na nossa empresa, as conexões utilizadas são do tipo flange de pescoço alto; nesse caso, é 100% de categoria II. Já as conexões feitas por soldagem simples são utilizadas apenas na superfície; Atualmente não existe um padrão. Nos baseamos nos requisitos das flanges dos recipientes; já fabricamos dezenas de unidades, e nunca houve problemas nessa área. No entanto, é comum que, após algum tempo de uso, as portas deixem de fechar corretamente. Todas elas passam por um tratamento térmico para serem reprocessadas, mas ainda assim o problema persiste. . . . . .
O que se faz é realizar inspeções por RT em 100% das juntas nas extremidades e nas juntas circulares do corpo do tanque, o que difere de outras juntas circulares