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Nossa empresa possui atualmente 20 torres de esmalte, e as condições normais de operação dessas torres são em pressão absoluta. Algumas seções da torre possuem estrutura com revestimento interno; durante a operação, cerca de 3 quilos de vapor são utilizados para aquecer o interior desse revestimento. Após atingir certo nível de temperatura, água de circulação é utilizada para resfriar o sistema (a reação que ocorre dentro da torre é exotérmica). O equipamento de esmalte é fabricado como um recipiente sob pressão. Mas, devido aos processos de fabricação dos equipamentos em esmalte, não é possível obter uma solda completa de um só lado na junção entre o revestimento interno e o corpo do equipamento (devido à deformação local causada pelo aquecimento do esmalte, não é possível realizar uma conexão perfeita; os testes ultrassônicos também indicam que a solda não é completa). Peço ajuda aos especialistas: existe alguma maneira diferente de aquecer o revestimento da torre de esmalte, como, por exemplo, o uso de tubos em forma de serpente? Obrigado!
O revestimento interno é a opção mais econômica e prática. A situação que você descreveu pode ser atribuída apenas à má qualidade de fabricação pelo produtor. Além disso, as mangas de esmalte também existem em formato de tubo semicircular.
Ele nem consegue fazer os modelos com revestimento interno, quanto mais os modelos de tipo meia-tubo
O(∩_∩)O Haha~ Todos são profissionais que vão direto ao ponto