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É permitido fazer reparos (colocar patches) em tubulações sob pressão que sofreram afinamento ou vazamentos?

2020-06-14View Original

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Como o título indica, as disposições do “Regulamento Técnico de Inspeção de Segurança em Tubulações sob Pressão” parecem não esclarecer se é permitido reforçar a parede dos tubos ou consertar vazamentos por meio de adições. Isso significa que tal prática é viável? Essa situação é bastante comum em fábricas químicas. Gostaria de pedir a opinião de vocês, obrigado.
Reply #22020-06-14
Existem as seguintes situações: 1. A corrosão local nas tubulações sob pressão faz com que a espessura da parede diminua; nesse caso, é possível usar reforços ou soluções para vedar as falhas. 2. Quando a corrosão em grande escala nos tubos sob pressão faz com que a espessura das paredes diminua, é necessário realizar uma avaliação da segurança desses tubos. Não basta simplesmente reforçar as áreas afetadas ou consertar os vazamentos. Se os critérios de avaliação não permitirem que os tubos continuem sendo utilizados, eles devem ser descartados. Não se pode arriscar; caso ocorra um acidente, ninguém conseguirá arcar com as consequências.
Reply #32020-06-15
1. Não há necessidade disso. 2. A soldagem em movimento requer qualificações adequadas.
Reply #42020-06-16
As peças principais sob pressão não permitem reparos por colagem; somente é possível realizar reparos por escavação ou substituição
Reply #52020-06-22
Primeiro, em que situações se pensa em subsidiar os tubos? Primeiro, é corrosão na parede externa ou na parede interna? Se a parede externa estiver corroída, é possível repará-la por meio de soldagem. Já se a parede interna estiver corroída, qual deve ser o diâmetro do tubo para que os soldadores possam entrar e fazer os reparos necessários? Além disso, se os operadores de soldagem puderem acessar o interior dos tubos, também é possível realizar reparos por meio de soldagem complementar. Em segundo lugar, antes que a parede do tubo sofra corrosão, pode-se considerar que se trata de uma estrutura semelhante a uma membrana retangular. Nesse caso, as tensões principais radiais e as tensões de flexão são ignoradas. Após o afinamento da parede, seja de forma local ou uniforme (na verdade, o afinamento uniforme é muito raro; além disso, o material em si já possui muitas imperfeições. Como seria possível então uma corrosão uniforme?) A menos que ocorra desgaste, a suposição de que a película original não possui momento já não se aplica. O estado de tensão nas áreas corroídas é bastante complexo, sendo difícil de ser calculado por meio de regras simples. Portanto, a aplicação de reparos simples, em teoria, não é viável.

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