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Há uma coluna feita de placas compostas de aço inoxidável que requer tratamento térmico após a soldagem. Ao consultar as normas (9.1.8.1 da NB/T47015), descobri que, no caso do aço inoxidável, é necessário evitar a formação de carbonetos de cromo no material base e nas juntas soldadas. A temperatura utilizada para o tratamento térmico está exatamente na faixa de sensibilização do aço inoxidável (600–1000°C). Portanto, devo evitar usar essa temperatura no processo de tratamento térmico?
É preciso evitá-lo, caso contrário, isso afetará a resistência à corrosão do aço inoxidável.
Na norma NB/T47015-2011, a observação 2) da Tabela 6 aplica-se aos grupos Fe-1-1 e Fe-1-2. Isso significa que, para os produtos submetidos a tratamento térmico nos grupos Fe-1-1 e Fe-1-2, é necessário reduzir a temperatura em 80°C ou 110°C? E as reduções de 30°C e 55°C mencionadas anteriormente não podem ser utilizadas para os grupos Fe-1-1 e Fe-1-2?
Os parâmetros de tratamento térmico devem atender às exigências do material de base, levando em consideração também o material do revestimento. Na escolha do material para o revestimento e no processo de soldagem, deve-se priorizar a questão da sensibilização desse material.
A temperatura de sensibilização do aço inoxidável deve estar entre 450 e 850 graus, sendo que 650 graus é particularmente perigoso. O tratamento térmico pós-soldagem é para eliminar as tensões, certo? Na seleção dos materiais para produtos que exigem tratamento térmico, isso se torna muito importante.
Após o tratamento térmico, há possibilidade de o painel composto se separar em camadas?