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Já li um artigo científico que realizava uma análise comparativa entre a espessura da parte de transição cônica do topo em forma de cone (a área com cantos arredondados) e a espessura da concha cônica que se conecta a essa parte de transição. A conclusão foi de que é suficiente levar em consideração apenas a espessura da concha cônica, sem ser necessário considerar a espessura da parte de transição cônica (a área com cantos arredondados). Na verdade, devido ao fato de que a região de transição do cone (a parte com cantos arredondados) possui uma boa condição de resistência às cargas, sua espessura de parede calculada é menor. Já a espessura da concha cônica é calculada como se fosse um cilindro, sendo, portanto, maior. Isso significa, então, que não é necessário levar em consideração o afinamento da espessura da parede nas partes cônicas (nas áreas com cantos arredondados); basta usar a espessura nominal da concha cônica, na região de transição entre as diferentes seções, como valor para o corte do material? Não sei como vocês procedem na prática?
Se a prensagem a quente exigir que se leve em consideração o afinamento da espessura da parede moldada
A redução da espessura da parede deve ser levada em consideração; se o projeto especificar uma espessura mínima para a fabricação, deve-se seguir essa espessura mínima. Na fase de transição, os processos de conformação a frio e a quente, prensagem, torneamento, compactação em seções, etc., resultam em diferentes quantidades de afinamento. A menos que sejam atendidos os requisitos mínimos de espessura de conformação definidos no projeto, a peça deve ser mais espessa!
Na verdade, seja por compressão a frio ou a quente, o afinamento é inevitável, pois está relacionado à taxa de deformação. Nos selos elípticos padrão, o raio de curvatura pequeno é de 0,17D; nesse caso, o afinamento é certo. Já nos selos cônicos com bordas dobradas, o raio de curvatura costuma ser de 0,1D, o que faz com que a taxa de deformação seja ainda maior; portanto, o afinamento é algo inevitável. Desde que seja a mesma espessura da chapa, o afinamento após a moldagem ainda pode atender aos requisitos de uso.
Na verdade, seja por compressão a frio ou a quente, o afinamento é inevitável, pois está relacionado à taxa de deformação. Nos selos elípticos padrão, o raio de curvatura pequeno é de 0,17D; nesse caso, o afinamento é certo. Já nos selos cônicos com bordas dobradas, o raio de curvatura costuma ser de 0,1D, o que faz com que a taxa de deformação seja ainda maior; portanto, o afinamento é algo inevitável. Desde que seja a mesma espessura da chapa, o afinamento após a moldagem ainda pode atender aos requisitos de uso.
Concordo com o que foi dito no 3º andar: independentemente dos outros métodos de moldagem, como a moldagem a frio, a espessura do material a ser utilizado deve atender ao requisito mínimo de espessura após a moldagem, conforme indicado nos desenhos técnicos.
A redução da espessura da parede deve ser levada em consideração; se o projeto especificar uma espessura mínima para a fabricação, deve-se seguir essa espessura mínima. Na fase de transição, os processos de conformação a frio e a quente, prensagem, torneamento, compactação em seções, etc., resultam em diferentes quantidades de afinamento. A menos que sejam atendidos os requisitos mínimos de espessura de conformação definidos no projeto, a peça deve ser mais espessa!
A redução da espessura da parede deve ser levada em consideração; se o projeto especificar uma espessura mínima para a fabricação, deve-se seguir essa espessura mínima. Na fase de transição, os processos de conformação a frio e a quente, prensagem, torneamento, compactação em seções, etc., resultam em diferentes quantidades de afinamento. A menos que sejam atendidos os requisitos mínimos de espessura de conformação definidos no projeto, a peça deve ser mais espessa!