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Com o aprofundamento dos esforços de redução de emissões e economia de energia, bem como com o desenvolvimento do sistema de aquecimento central nas cidades, esse sistema já atingiu um tamanho considerável. Dependendo do tipo de carvão utilizado, o aquecimento central é dividido em sistemas de aquecimento com água quente e sistemas de aquecimento a vapor. Dentre eles, a medição do vapor nos sistemas de aquecimento a vapor tornou-se, cada vez mais, um ponto de atenção tanto para as empresas de fornecimento de calor quanto para os usuários. Ela serve como base direta para o cálculo do consumo de energia pelos usuários, estando intimamente relacionada aos benefícios econômicos tanto dos usuários quanto das empresas de fornecimento de calor. Portanto, é extremamente importante que a medição do fluxo de vapor seja precisa. Atualmente, a grande maioria dos medidores de vazão de vapor utilizados em larga escala são do tipo dedutivo. Dentre eles, os medidores de vazão baseados em diferença de pressão e os medidores de vazão por efeito de vórtice são os mais comuns. Esses dois métodos possuem vantagens e desvantagens próprias, mas também se complementam bem entre si. A seguir, usaremos o medidor de vazão por tipo “vortex” como exemplo para explicar a gestão dos instrumentos de medição de vazão de vapor. 1. Princípio de funcionamento do medidor de vazão por turbilhão Desde que o medidor de vazão por turbilhão foi introduzido, seu uso tem se tornado cada vez mais difundido. Atualmente, as empresas de fornecimento de calor utilizam esse tipo de medidor para medir o fluxo de vapor em tubulações com diâmetro inferior a 300 mm. Cerca de 90% delas optam pelo medidor de vazão por turbilhão como instrumento principal para essa finalidade. Quando um objeto cilíndrico é inserido em um fluido, formam-se, alternadamente, redemoinhos regulares em ambos os lados do objeto. Essa sequência de redemoinhos é chamada de “faixa de vórtices de Karman”. A frequência com que esses vórtices se formam está relacionada à velocidade do fluxo do fluido e à largura do objeto cilíndrico. A frequência é diretamente proporcional à velocidade do fluxo. Portanto, medindo a frequência de formação dos vórtices de Karman, é possível calcular o fluxo do fluido. 2. Situação atual da medição de vapor Atualmente, a escolha e a instalação dos medidores de vapor são de responsabilidade das empresas de aquecimento, que também se encarregam da sua manutenção. Devido ao fato de que o medidor principal para a medição de vapor, ou seja, o medidor de vazão por turbulência, ser utilizado no nosso país há pouco tempo, a qualidade dos produtos produzidos localmente varia bastante. Por isso, ainda existem alguns problemas na medição de vapor durante seu uso. (1) Devido às características dos medidores de vazão do tipo “vortex street”, esses equipamentos costumam apresentar problemas durante seu funcionamento, como interferências no sinal, por exemplo. Quando isso acontece, a leitura do fluxo deixa de ser precisa. Geralmente, o usuário só percebe o problema após algum tempo, o que acarreta perdas. Além disso, isso também gera muitos conflitos entre os departamentos responsáveis pelo fornecimento de calor e os usuários. (2) Problemas na manutenção dos instrumentos de medição. Atualmente, a manutenção dos medidores é geralmente de responsabilidade das empresas de aquecimento, o que torna a gestão dos mesmos mais centralizada. Os usuários não possuem conhecimento sobre o uso dos medidores de vapor; eles não sabem que é necessário realizar análises frequentes do vapor, comparações de medições e calibração dos medidores. Por isso, não há comparabilidade nas medições de vapor. 3. Medidas de gestão dos medidores de vazão de vapor (1) Registrar, analisar e estudar diariamente o consumo de vapor. Quando o consumo não for normal, é necessário identificar rapidamente as causas. (2) É necessário realizar, periodicamente, a verificação ou calibração dos medidores de vazão de vapor em instituições técnicas autorizadas. (3) Deve-se instalar um conjunto de medidores de comparação após o medidor geral de vapor, e os instrumentos de medição de vazão devem ser submetidos a verificação ou calibração. (4) Devem ser instalados medidores auxiliares nas tubulações de vapor, a fim de possibilitar um controle e medição mais precisos. Após a instalação desses medidores auxiliares, é possível compará-los com o medidor principal, além de controlar e avaliar o consumo de vapor em cada departamento. Também é possível fechar outras válvulas e comparar os valores de fluxo com os do medidor principal, o que contribui para uma melhor supervisão. A medição de vazão é um dos componentes da ciência e tecnologia de medição, e está intimamente relacionada à economia nacional, à construção da defesa nacional e à pesquisa científica. Realizar esse trabalho corretamente é fundamental para garantir a qualidade dos produtos, aumentar a eficiência da produção e promover o desenvolvimento da ciência e tecnologia. Isso é especialmente importante em tempos de crise energética e com um aumento crescente na automação da produção industrial. Nesse contexto, o papel dos medidores de vazão na economia nacional torna-se ainda mais relevante.