Thread Content
I. Fenômeno de falha: A usina termelétrica própria de uma empresa utiliza caldeiras de circulação natural. O sistema de produção de pó de carvão é do tipo com armazenamento intermediário, e oito moinhos de bolas de aço são responsáveis pela produção do pó de carvão necessário para o funcionamento da unidade. Em 24 de junho de 2016, a unidade operava em plena capacidade, com os oito moinhos de carvão funcionando normalmente. Os inspetores encontraram, no local, que o rolamento do moinho de cimento C estava incandescente. Eles comunicaram imediatamente aos operadores da sala de controle para que o moinho C fosse desligado com urgência. A equipe de operação verificou prontamente a temperatura dos rolamentos do moinho de carvão C e constatou que ela já havia atingido 210°C. Além disso, a tendência de aumento da temperatura foi gradual, e, por fim, os técnicos de manutenção confirmaram que o rolamento havia se queimado. II. Análise das causas: (1) Como um equipamento auxiliar importante da unidade, o moinho de carvão possui um sistema de proteção que desliga o equipamento quando a temperatura dos rolamentos ultrapassa 75°C. No entanto, quando a temperatura atingiu 210°C, o sistema de proteção não funcionou (não houve interrupção do funcionamento do moinho). Após inspeção por parte dos técnicos responsáveis pelo controle térmico, constatou-se que o ponto de medição utilizado no sistema lógico não correspondia ao ponto real de medição da temperatura. (2) O alarme sonoro configurado na estação de operação foi silenciado pelo operador. (3) A equipe de operação não realizou um monitoramento adequado; o aumento da temperatura durou até 2 horas. Durante esse período, os operadores não perceberam nenhuma anormalidade na temperatura do rolamento C do moinho de carvão. III. Problemas de exposição: (1) A gestão das configurações de alarme sonoro dos parâmetros do processo não é adequada, e os operadores alteram essas configurações à vontade. (2) Durante os testes da lógica de proteção do grupo gerador, os técnicos realizaram as simulações atrás dos painéis localizados na sala dos equipamentos, em vez de fazê-lo nos pontos de medição no local, o que causou a falha no funcionamento do sistema de intertravamento. (3) O operador não monitora o sistema com atenção. IV. Medidas de prevenção: (1) Aplicar rigorosamente as normas e padrões estabelecidos. Quando o tempo de parada da unidade atingir o valor especificado pelas normas, devem ser realizados testes estáticos na lógica de proteção de todos os equipamentos auxiliares e do principal, a fim de garantir que os sistemas de intertravamento funcionem de maneira precisa e oportuna. (2) Nos testes estáticos, utiliza-se o método de adicionar sinais simulados no ponto de origem. (3) Fortalecer a gestão de pessoal e equipamentos.
Felizmente, apenas a máquina foi danificada; isso é suficiente para nos alertar sobre nossos maus hábitos do dia a dia
O alarme sonoro configurado na estação de operação foi silenciado pelo operador de monitoramento; há um problema de gestão.
Sim, com certeza é por estar acostumado a ser negligente no dia a dia.