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Todos sabem que o método de cálculo da taxa de automação dos instrumentos é a razão entre o número de circuitos automáticos utilizados e o número total de circuitos que deveriam ser automatizados. Mas como é feita a contagem nos dispositivos quando eles estão parados? Deve-se calcular com base no valor real ou por outro método? Se, na prática, esse valor for especialmente baixo nesse período, não haverá uma direção clara para a análise. Será que existem outros métodos que possam ser úteis?
Pessoalmente, acredito que o dispositivo já não é mais produzido, portanto não deve ser incluído na conta. Assim, esse valor deve ser subtraído, para se obter a taxa real de automação.
As quatro taxas indicadas no painel não são calculadas durante a fase de estacionamento.
Os que estão parados e os que têm defeitos não são contabilizados, mas devem ser explicados
Eu tenho outra pergunta: como vocês calculam a taxa de automação dos instrumentos? Verificar circuito por circuito? Existe algum outro método? Compartilhe.
Normalmente, há registros em dia; basta identificar quais não podem ser utilizados
No país, existem sistemas de monitoramento da taxa de estabilidade do controle automático, que permitem a detecção automática de parâmetros importantes, como o fluxo de material que entra no equipamento (que pode ser definido manualmente). Se a taxa de estabilidade estiver muito baixa, o sistema considera que o equipamento está parado e não participa mais no cálculo da taxa de controle automático. Além disso, em caso de falhas nos circuitos, é possível definir condições para que os valores de medição ou o estado das válvulas sejam utilizados para excluir esses casos da contagem estatística.