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A importância dos sistemas de instrumentação de segurança está se tornando cada vez mais evidente. Desde as diretrizes da Administração Geral de Supervisão de Segurança, documento nº 3 [2014]116, sobre o fortalecimento da gestão desses sistemas nas indústrias químicas, até o comunicado do Gabinete do Conselho de Estado, documento nº 88 [2016], sobre a implementação de planos abrangentes para garantir a segurança dos produtos químicos perigosos. Além disso, há também as orientações emitidas pelo departamento responsável por situações de emergência, documento nº 19 [2018], que estabelecem critérios mais rigorosos para a avaliação e classificação dos riscos relacionados aos sistemas de instrumentação de segurança nas empresas que produzem e armazenam produtos químicos perigosos. Para as instalações que já estão em operação há vários anos, poucas delas possuem sistema ESD; quanto a sistemas SIS, ainda é menos comum. Então, quais seriam as consequências para essas instalações, que por diversos motivos não conseguem adicionar um sistema SIS no momento? Além dos impactos na segurança em nível técnico, quais serão os impactos administrativos? Como, por exemplo, a renovação da licença de segurança no trabalho, ou a certificação ISO, etc.? Por favor, falem sobre as intenções da sua empresa.
Não sei por qual motivo, então vou fazer um teste.
A abordagem de Shandong e Jiangsu é a seguinte: nos casos em que os equipamentos antigos não atendem às novas normas, a empresa responsável pela construção contrata empresas de projeto e especialistas para realizar uma análise dos riscos envolvidos, com o objetivo de definir medidas adequadas. Na prática, isso equivale a avaliar como esses equipamentos podem ser adaptados às novas normas, ou seja, a criar um novo projeto para eles