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Atualmente, cada vez mais indústrias utilizam sistemas de detecção e alarme de gases, com o objetivo de prevenir intoxicações em pessoas e proteger os bens públicos. Esses sistemas tornaram-se, assim, uma espécie de “guarda-chuva” de proteção. No entanto, em vários acidentes que ocorreram recentemente, os detectores de gás de repente pararam de funcionar. Objetivamente falando, os fatores de qualidade representam apenas uma pequena parte das causas que levam ao mau funcionamento dos alarmes. A grande maioria das causas se deve ao uso inadequado por parte das pessoas. Então, como usar o alarme da maneira correta? Mito 1: Os detectores de gás podem ser usados indefinidamente. Atualmente, a grande maioria das empresas adquire detectores de gás, e, após a instalação e verificação, eles não são substituídos, sendo utilizados mesmo após excederem o prazo de vida útil. Isso é muito perigoso. Porque os detectores de gás também são produtos eletrônicos, e os circuitos impressos desses produtos têm um tempo de vida útil; com o passar do tempo, eles se deterioram. Em particular, a vida útil dos sensores dos alarmes possui um período de uso muito preciso. Portanto, após a aquisição de um detector de alarme pela empresa, este deve ser substituído ou reparado quando seu período de vida útil terminar. É recomendável substituir os sensores ou realizar a manutenção dos detectores de gases tóxicos a cada 2 a 3 anos. É recomendável substituir o sensor ou consertar o dispositivo inteiro de detectores de gases inflamáveis a cada cerca de 5 anos. Além disso, o alarme também precisa ter sua poeira removida regularmente, e deve-se verificar se os circuitos impressos estão envelhecidos ou corroídos. Como a poeira e outras substâncias nocivas causam corrosão nos componentes sensíveis do alarme, isso reduz a sensibilidade desses componentes. Equívoco 2: Após a instalação do detector de gás, não é necessário realizar nenhuma manutenção. No entanto, todos os produtos adquiridos precisam de manutenção regular. É preciso calibrar o detector de gás periodicamente. Para evitar que a poeira obstrua os orifícios dos sensores, o que pode causar uma menor sensibilidade do instrumento, além de erros nas medições e desvios nos dados devido à falta de calibração em tempo hábil. A manutenção regular pode até mesmo prolongar a vida útil dos detectores de gás, economizando assim custos de aquisição para as empresas. Equívoco 3: Os detectores de gases inflamáveis de combustão catalítica podem medir gases orgânicos inflamáveis (organismos voláteis). Muitos clientes ignoram a eficácia desses dispositivos de detecção e alarme, com o objetivo de economizar nos custos de aquisição. Muitas empresas, ao medir os compostos orgânicos voláteis, optam por detectores de gases inflamáveis de combustão catalítica, cujo desempenho não é ideal. Esse tipo de detector não só tem um desempenho ruim na detecção desses gases, com baixa precisão, mas também tem uma vida útil muito curta. A escolha correta deve ser o detector do sensor de fotoíons PID, pois, embora seu preço seja um pouco mais alto, sua precisão de medição é elevada. Permite evitar eficazmente lesões em pessoas e tomar medidas de proteção contra vazamentos de gás.