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Este tópico foi editado pela última vez por McDonald em 08/07/2020, às 15:43. As válvulas esféricas de vedação macia geralmente possuem assentos feitos de PTFE. Ou alguns PPL ou algo como peek. Gostaria de saber se as válvulas esféricas de vedação macia geralmente vêm em classes de pressão acima de 300LB e PN25 Muito ou pouco? (Abaixo de 150°) Encontrei vários usuários cuja pressão antes da válvula era bastante baixa; valores como dezesseis kg ou até 10 kg eram indicados como 300 LB (e a temperatura também não era alta). Não sei por quê Além disso, gostaria de saber: qual é a pressão máxima que uma válvula esférica de vedação macia normal consegue suportar antes da válvula? Deve-se considerar principalmente o valor da pressão antes da válvula, ou a diferença de pressão entre a frente e a trás da válvula? Se ultrapassar, será que é preciso escolher um selo rígido? Até que temperatura a válvula de esfera com selo macio de PTFE pode operar? Acabei de verificar: o assento da válvula TFM consegue suportar -40°, enquanto o PTFE reforçado aguenta apenas -10°. Existem outros materiais que possam ser usados para assentos de válvula macios e que suportem baixas temperaturas?
Por que, se 150LB já é suficiente, escolhe-se 300LB? Todo o sistema de tubulações é projetado para suportar uma pressão de 300LB. Mesmo que a pressão do fluido que passa pela válvula seja de 150LB, optou-se por usar uma pressão nominal de 300LB, em prol da uniformidade.
Em termos simples, em condições de alta temperatura e pressão, utiliza-se PEEK; em baixas temperaturas, usa-se TFM1600 ou TFM4215 (-50°C). Para temperaturas extremamente baixas, utiliza-se PCTFE (-196°C). Em condições normais de temperatura, pode-se usar PTFE. Recomenda-se não utilizá-lo abaixo de zero grau (apenas para juntas de vedação importadas)
Olá, até que temperatura o PEEK pode ser utilizado por um longo período de tempo?
No caso de válvulas esféricas, o padrão PEEK permite operação até 280 graus. No entanto, geralmente recomendamos aos clientes que usem o material PEEK em temperaturas inferiores a 260 graus, para garantir um uso prolongado, já que o torque aplicado nesse material é alto
Vejo que os revestimentos de politetrafluoretileno reforçado com fibra de carbono do tipo C podem suportar até 250°, enquanto o politetrafluoretileno reforçado com molibdênio disulfeto do tipo F consegue suportar até 230°. O PPL também consegue atingir 230°. A que categoria pertence a PPL?
Tipo C: 250 graus é o limite. É preciso considerar a frequência de uso pelo cliente. Nunca ouvi falar do tipo F; não sei nada sobre ele (provavelmente é o TFM1600). Os produtos PPL são de fabricação nacional. A temperatura e a pressão de uso têm grande influência na frequência de uso; é preciso levar tudo isso em consideração