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Qual é a diferença entre um transmissor de pressão e um manômetro? Qual é a diferença entre um transmissor de pressão e um manômetro? Para responder a essa pergunta, primeiro precisamos entender o que é um transmissor de pressão e o que é um manômetro. Somente ao compreendermos bem esses dois dispositivos, poderemos entender naturalmente qual é a diferença entre eles. O que é um transmissor de pressão? Um transmissor de pressão é composto, principalmente, por um sensor de medição de pressão (também conhecido como sensor de pressão), por um circuito de medição e por conectores para conexão com o processo. Ele consegue converter os parâmetros de pressão física, como os gerados pelos sensores dos elementos de medição em gases e líquidos, em sinais elétricos padrão (como 4~20 mADC), para que possam ser utilizados por instrumentos secundários, como indicadores de alarme, registradores e reguladores, para fins de medição, indicação e controle do processo. O que é um manômetro? Um manômetro (nome em inglês: pressure gauge) é um instrumento que utiliza um elemento elástico como componente sensível para medir e indicar pressões superiores à pressão do ambiente. Os manômetros são extremamente utilizados, estando presentes em quase todos os processos industriais e áreas de pesquisa científica. É encontrado em diversos setores, como redes de aquecimento, transporte de petróleo e gás, sistemas de abastecimento de água e gás, além de oficinas de manutenção de veículos. Especialmente nos processos de controle industrial e em medições técnicas, os manômetros mecânicos são cada vez mais utilizados, devido às suas propriedades, como alta resistência mecânica dos seus componentes elásticos e facilidade de produção. Já conhecemos os transmissores de pressão e os manômetros. Então, você sabe qual é a diferença entre eles? As diferenças entre transmissores de pressão e manômetros são as seguintes: 1. A precisão dos instrumentos padrão necessários para calibrar os transmissores de pressão é muito maior do que a precisão dos instrumentos padrão necessários para calibrar os manômetros. 2. O manômetro precisa ser calibrado apenas em relação à relação entre entrada e saída, enquanto o transmissor de pressão pode precisar ser calibrado em relação à relação entre a entrada e os dados de comunicação. 3. A calibração de manômetros exige qualificações metrologicas adequadas; para transmissores de pressão, isso geralmente não é necessário, exceto nas fábricas de produção e em obras de construção nova. 4. A precisão do manômetro é baixa; não há saída de sinal, portanto não é possível usar o operador manual. Geralmente, são verificados 5 pontos, e as diferenças entre eles variam. Já os transmissores de pressão inteligentes geralmente precisam apenas de calibração do ponto zero e da escala máxima. 5. A saída do manômetro é uma indicação por escala, com capacidade de exibição própria. O transmissor de pressão possui saída em corrente elétrica e deve ser conectado a um amperímetro com nível de precisão adequado para exibir os valores. A partir da descrição acima, é fácil perceber que, nas mesmas condições de operação, o valor de pressão medido pelo transmissor de pressão é muito mais preciso. Além disso, sua capacidade de expansão funcional é muito maior em comparação com os manômetros.
Se tiver dinheiro, use um transmissor de pressão; se não tiver, use um manômetro
O transmissor de pressão pode converter a pressão em sinais elétricos, que são transmitidos por meio de cabos de sinal para o centro de controle. Dessa forma, é possível saber a condição da pressão nos tubulações no centro de controle. Já o manômetro consegue exibir diretamente o valor da pressão, mas só pode ser instalado no local, não sendo possível ler seus valores remotamente. Talvez essa seja a maior diferença.
A diferença entre medição local e remota, a diferença entre precisão alta e precisão baixa