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O medidor de vazão por tipo “vortex” possui vantagens como baixa perda de pressão, ampla faixa de medição e alta precisão ao medir o fluxo de fluidos em tubulações industriais. É, portanto, um tipo de medidor muito utilizado na indústria nacional, sendo considerado avançado e ideal para esse fim. Ao medir o gás de coque, não há influência de parâmetros como densidade, pressão e temperatura. No entanto, ainda enfrentamos alguns pequenos problemas durante o processo de medição. A seguir, será apresentada uma breve explicação sobre alguns dos problemas que surgem ao usar medidores de vazão por efeito de vórtice para medir o gás produzido pelos fornos de coque, bem como as soluções para esses problemas: 1. Como todos sabem, os medidores de vazão por efeito de vórtice não devem ser instalados em locais com vibrações intensas. No entanto, em ambientes onde o campo magnético muda frequentemente, o sensor pode sofrer interferências, fazendo com que o sinal medido fique acima do valor normal. Quando o sensor de vazão de tipo “vortex street” está em um campo magnético variável, no momento em que o campo magnético muda, o sensor gera um sinal errado. Quando a variação termina e o instrumento fica em um campo magnético estável, ele volta a emitir sinais normais. Solução: Durante a instalação e conexão do medidor de vazão, é necessário garantir que cada etapa seja realizada com precisão. Isso inclui a inspeção do local antes da instalação, o conexão dos fios do instrumento durante a instalação, bem como a ligação do sistema à terra. Dessa forma, é possível obter dados precisos e confiáveis. 2. O gás de coque, devido à alta temperatura e alta umidade na saída da fábrica, contém umidade durante o transporte. O fluxo do gás faz com que a umidade oscile, criando assim um fluxo pulsante. Quando se encontra nesse estado fluido, os dados de saída variam muito, o que torna impossível refletir a situação real da produção. Solução: É necessário realizar a drenagem regular dos tubos, especialmente da água presente nas seções retas dos tubos. Deve-se designar uma pessoa responsável para realizar essa tarefa periodicamente, visando reduzir ao máximo a quantidade de água presente nas seções de medição, e assim diminuir ao máximo as flutuações no fluxo do fluido. 3. Como o gás de coque contém muitas impurezas e tende a se cristalizar, essas impurezas se acumulam no sensor, causando erros na medição feita pelo medidor de vazão. Quando a temperatura aumenta, as impurezas volatilizam-se, o grau de sensibilidade aumenta e o sinal se intensifica; ao contrário, ele diminui, o que causa instabilidade nos dados. Solução: Nesse caso, devemos realizar a limpeza regular do medidor de vazão de tipo “vortex”. Se necessário, é possível também limpar a parte sensível do instrumento, a fim de evitar que impurezas se acumulem nessa área. As estações frias também são propícias para a instalação de dispositivos de aquecimento nos trechos de tubulação reta e nas partes dos instrumentos, o que ajuda a reduzir a formação de impurezas no medidor de vazão por turbina. 4. Durante o processo de conexão dos cabos dos instrumentos, a fixação dos fios não é adequada, o que causa interrupções na transmissão do sinal. 5. O fio de aterramento dos instrumentos não atende aos requisitos das normas, o que permite que as interferências de 50Hz provenientes da eletricidade de alta tensão entrem no sistema. Quando o sinal normal está acima de 50Hz, o sinal de saída é correto; caso contrário, é emitido um sinal incorreto. Para os sistemas de medição em operação, pode-se utilizar o “método de substituição” para identificar e resolver falhas nos instrumentos de medição em funcionamento.
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