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Este tópico foi editado pela última vez por rocketbull em 30/06/2010, às 21:40. Gostaria de saber: além das normas aplicáveis às usinas termelétricas, por que as normas da indústria química relativas à distribuição de energia para instrumentos não mencionam que a alimentação do DCS deve vir de duas fontes de energia diferentes? Uma delas deve ser fornecida pelo UPS, e a outra, por outra fonte localizada em um tronco de barramento diferente Esse requisito é opcional na indústria química? É determinado com base em se o projeto causa acidentes de segurança durante interrupções de energia? Algum amigo que trabalhe em fábricas de papel? A indústria de papel utiliza apenas uma fonte de energia para fornecer energia ao DCS?
A indústria química deve exigir o mesmo, não é?
O sistema DCS faz parte do centro de controle das instalações. Em caso de falhas graves, isso pode causar impactos ou perdas muito sérias nas instalações de produção. Portanto, ele deve ser projetado para atender às exigências de carga de energia de primeiro nível e primeira categoria, ou seja, além da fonte de energia principal, é necessário ter também uma fonte de energia de reserva. Na prática, é possível utilizar UPS em operação em paralelo (o fornecimento de energia dos UPS deve vir de circuitos elétricos diferentes), ou seja, os mainframes dos UPS operam em paralelo, enquanto os armários de baterias são compartilhados. Dessa forma, garante-se a segurança do fornecimento de energia para o DCS, ao mesmo tempo em que se elimina o impacto de falhas nos próprios UPS.