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Peço ajuda a todos vocês: no reator de ebulição, é necessário adicionar um pouco de calor para evaporar os componentes gasosos leves. Utilizamos amônia gasosa proveniente do compressor; após a troca de calor, a amônia gasosa se liquefaz, o que ocupa parte da área de troca de calor. Como controlar a quantidade de amônia gás que entra no reator de refluxo? É possível controlar com precisão a temperatura e a pressão do gás na coluna de destilação? Existe algum dispositivo que possa controlar o fluxo de amônia líquida que sai do reator de ebulição, a fim de controlar a quantidade de amônia líquida presente no reator? Obrigado a todos
É possível usar um medidor de vazão para controlar o fluxo, a fim de alcançar o objetivo.
Seu objetivo final é a temperatura TIC da coluna de destilação; o amônia gasosa atua como “agente de aquecimento”, assim como o vapor, que libera calor ao se condensar. 1. Se o cálculo do reator de ebulição levar em consideração a área de acúmulo de líquido (projeto de sub-resfriamento do condensado), então a válvula será instalada na saída do condensado. O TIC controlará diretamente a válvula. Para garantir a segurança, o nível de líquido LIC é aumentado. O TIC pode operar em série com o LIC, ou então o LIC pode superar o controle do TIC. A função do LIC é impedir que o nível de líquido chegue ao zero. Esse controle regula a área de troca de calor; o amônia na entrada não é controlada. 2. Se o cálculo do reator de ebulição não levar em conta a área ocupada pelo líquido acumulado (teoricamente, o líquido saturado), você pode optar por usar o TIC para controlar a válvula de regulação do amônia entrante. Também é possível utilizar o FIC, que mede o fluxo de amônia gasosa, como um circuito auxiliar ao TIC, a fim de compensar as flutuações na pressão da amônia gasosa. O LIC/LV também deve ser configurado, para que o nível do líquido não se esgote. Porém, nesse caso, a faixa de controle do LIC é muito limitada (equivalente a um desidratador). Esse método de controle regula a quantidade de amônia que entra, enquanto a área de troca de calor fica completamente aberta (sem acúmulo de líquido). Ao calcular o reator de ebulição, deve-se considerar simultaneamente o esquema de controle. Ou o TIC controla a entrada, ou controla a área de troca de calor; o TIC não pode controlar ambos ao mesmo tempo. Quanto ao fluxo, ele não é um meio de controle direto – a abertura das válvulas “se adapta” ao fluxo necessário, segundo as exigências do TIC. Portanto, o fluxo é um meio de controle passivo.