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No controle PID, ao definir os parâmetros do PID, se o sistema não possuir capacidade de autoequilíbrio, então não é incluída a etapa de integração; nesse caso, utiliza-se controle proporcional ou controle proporcional-diferencial. Vi essa frase em muitos materiais, mas, nas configurações reais de DCS, a maioria utiliza controle PI; há um pequeno número de sistemas que utilizam controle PID. São muito raros os casos de controle puramente proporcional ou controle PD. Gostaria que algum especialista em controle automático pudesse explicar isso para mim. Obrigado.
Este tópico foi editado pela última vez por ylb913 em 14/12/2015, às 06:56. 1. Ao definir os parâmetros PID, se for um objeto que não possui “capacidade de autoequilíbrio”. ——O que essa frase quer dizer é que “não existe nenhuma regularidade nas mudanças dos parâmetros”. Portanto, não faz sentido usar integração para eliminar os erros acumulados. O controle proporcional é o método mais fundamental; ao adicionar o controle diferencial, consegue-se controlar a velocidade dessas mudanças, evitando que elas sejam muito rápidas, já que isso pode causar problemas. 2. Nas configurações reais de DCS, a maioria utiliza controle PI; há um pequeno número de sistemas que utilizam controle PID. É raro encontrar sistemas que utilizem apenas controle proporcional ou controle PD. ——O P é, claro, o mais importante. Geralmente, se atribui um valor ao I, mas, na maioria dos casos, ninguém se importa muito se isso funciona ou não. Quanto maior o valor do I, menor é seu efeito. Se não se quer que o valor do I tenha um impacto muito grande, deve-se definir um valor alto para ele. Nunca vi alguém definir I=0. Em geral, o controle de temperatura é necessário, pois o atraso no controle de temperatura é bastante significativo. Mas outros parâmetros, como pressão e controle do nível do líquido, quando é necessário que o fluxo seja estável e isso é mais importante do que a estabilidade da pressão ou do nível do líquido, usar uma operação diferencial é algo que eu faço com frequência.
Um processo sem capacidade de autoequilíbrio é aquele em que, após a variável de operação se manter constante e os valores de medição se estabilizarem, ao se alterar gradualmente essa variável de operação, não é possível alcançar um estado de equilíbrio, e os valores de medição continuam a mudar. O nível do líquido é um exemplo representativo; alguns processos de controle de pressão também não possuem capacidade de autoequilíbrio.
Para dar um exemplo simples, se houver uma válvula de regulação na saída de um tanque de água, e uma válvula de controle na entrada, então o circuito de controle do nível da água no tanque geralmente é autoequilibrado. Se uma bomba for adicionada antes da válvula de regulação, nesse caso ela deixa de ser autoequilibrada.