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A taxa de deformação é excessiva, e a endurecimento por trabalho a frio é severo, o que faz com que a resistência à flexão do material aumente, enquanto a relação resistência/tenacidade diminui. Além disso, a taxa de alongamento após a ruptura e a taxa de contração da seção transversal também diminuem. De acordo com as normas, é necessário realizar um tratamento térmico para restaurar as propriedades mecânicas do material. Nos casos de chapas submetidas a tratamento normalizado, é preciso realizar esse tratamento normalizado; já nas chapas laminadas a quente, é necessário realizar um tratamento de recristalização. Ao mesmo tempo, são necessários testes em amostras do produto para verificar a eficácia do tratamento térmico. Por exemplo, após a laminação a frio de cilindros, é necessário realizar um tratamento térmico para restaurar suas propriedades. Onde devem ser coletadas essas amostras? Será que as amostras são retiradas do próprio corpo do cilindro? Além disso, se houver placas de teste, elas não passaram pelo processo de laminação a frio; portanto, suas propriedades certamente serão diferentes das do cilindro.
Esse problema é o mesmo do conformado a frio de tampas. Eu consultei especialistas do Comitê de Padrões, mas a resposta que recebi não resolvia o problema. Não há nada que se possa fazer. Foram feitos corpos de prova com placas de aço.