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Como o título diz, diz-se que nos dispositivos atuais em funcionamento, o programa não consegue operar automaticamente? Quais são as causas, afinal?
O próprio programa não tem problemas. O problema é que, nesse tipo de ambiente de operação, muitos instrumentos produzidos localmente (para detecção do nível de material, medidores de diferença de pressão), bem como válvulas eletromagnéticas e de regulação, frequentemente apresentam distorções ou falhas, o que faz com que eles parem de funcionar automaticamente. A maioria das fabricantes utiliza sistemas manuais ou semiautomáticos para resolver esse problema. Com o mesmo pó seco sem ser transportado, o desempenho do programa da Shell é bom
Não se sabe se a pressurização do carvão em pó e o transporte do carvão para o forno de gaseificação ocorrem por meio da mesma fonte de gás. Se for esse o caso, os efeitos combinados, como o tempo de acionamento das válvulas de regulação automática, afetarão diretamente a estabilidade no transporte do carvão. Além disso, em alguns desses processos, os equipamentos não são confiáveis, o que tem um grande impacto no todo. No entanto, espero que o design e a prática se integrem o mais rápido possível, para possibilitar operações automáticas dentro do sistema. Isso é muito necessário, dada a situação atual de segurança na indústria química
O tanque de reserva do shell é um só, mas o fluxo de gás não passa por ele diretamente. O GSP é um tanque de amortecimento diferente; cada empresa tem o seu próprio modelo. A área aeroespacial e a Shell utilizam o mesmo tipo de tanque
A máquina SHELL da nossa fábrica é semiautomática; isso se deve ao fato de que o pó de carvão costuma formar “pontes”, e nesses casos é necessário quebrar essas “pontes” manualmente
Ouvi dizer que há uma fábrica em Tianjin capaz de realizar a automação. Não sei de onde é que sai a pressão durante o processo de remoção da ponte na Shell, por lá
O procedimento da Shell Aerospace é basicamente o mesmo; geralmente, há problemas com o descarregamento dos contentores. Não sei se por lá está tudo indo bem
Nossa fábrica atualmente possui um sistema que é semiautomático. O programa foi modificado por nós mesmos. Modificado com base nas operações manuais habituais. No geral, está bem! Se for necessário seguir um procedimento específico (tomando como exemplo o forno espacial), recomenda-se o uso de dois tanques de dióxido de carbono sob alta pressão: um para encher e liberar o gás, e outro para transportar o carvão em pó e para abastecer o cone de alimentação. Dessa forma, é possível evitar flutuações no fluxo de carvão em pó, além de prevenir que a pressão nos tanques de dióxido de carbono fique muito baixa devido ao uso excessivo do gás São apenas opiniões pessoais!
O que significa “construir pontes” e “destruir pontes”?
Geralmente, não se recomenda o uso do mesmo tanque de amortecimento para o dispositivo de alimentação e para o silo de pó de carvão. Como o silo é um equipamento que opera de forma intermitente, a diferença de pressão entre o dispositivo de alimentação e o forno de gasificação (geralmente fixada entre 0,6 e 0,8 MPa) sofre flutuações quando há grande consumo de ar pelo silo, o que afeta o processo de alimentação.
A razão pela qual não é possível automatizar é a falta de sinal dos instrumentos; a distorção nos indicadores também pode ser causada pelo fato de as condições de processo não estarem sendo atendidas