Thread Content
Em 50235, o ponto 3.2.1 diz que os tubos de pressão feitos de metais industriais devem ser classificados como GC1/GC2/GC3, de acordo com a norma TSG D0001. O ponto 3.2.2 estabelece que os outros tipos de tubos, que não são tubos de pressão, devem ser classificados como tubos para fluidos da categoria C ou da categoria D. Em termos técnicos, tubulações para fluidos da categoria D referem-se a tubulações que contêm fluidos não inflamáveis e não tóxicos, ou cuja toxicidade é de grau leve; além disso, a pressão de projeto dessas tubulações é menor ou igual a 1,0 MPa, e a temperatura de projeto está acima de -20°C, mas não superior a 185°C. A categoria C refere-se a tubulações de fluidos que não são inflamáveis e não tóxicos, ou cuja toxicidade representa um risco leve, e que não se enquadram na categoria D. Já o GC3 se refere a meios fluidos atóxicos e não inflamáveis, cuja pressão de projeto é igual ou inferior a 1,0, e cuja temperatura de projeto está acima de -20°C, mas não superior a 185°C. Por que parece haver uma certa contradição? Espero que todos possam ajudar a esclarecer isso
Pode-se entender da seguinte maneira: porém, nitrogênio a 0,5 MPAG, a 40°C, em tubos DN80, não se trata de tubulações sob pressão. De acordo com a definição de tubulações sob pressão, estas são aquelas cujo diâmetro nominal é maior ou igual a 50 mm. Exceto para tubulações e componentes de equipamentos que transportam gases não tóxicos, não inflamáveis e não corrosivos, cujo diâmetro nominal é inferior a 150 mm e cuja pressão de operação máxima é inferior a 1,6 MPa (pressão relativa). 2. Na prática, ao projetar, as tubulações que não são de pressão também são projetadas como se fossem tubulações de pressão. Por exemplo, um tubo de “nitrogênio a 0,5 MPAG, 40°C, DN80”, embora não seja considerado um tubo sob pressão, é projetado de acordo com a classe GC3, em vez de ser classificado como da categoria D. 3. Em geral, apenas os tubos com alto grau de risco são classificados como tubos sob pressão e passam a fazer parte do escopo de fiscalização. Nesses casos, é necessário seguir as normas correspondentes para seu projeto. Já os tubos que não estão sob pressão também podem ser projetados de acordo com as normas aplicáveis aos tubos sob pressão.