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Projetamos um trocador de calor cujos tubos de troca de calor são feitos de material S30403. Ocorre corrosão pontual nos pontos onde os fluidos gasosos e líquidos se encontram nos tubos de troca de calor. Acredita-se que a causa disso seja a acumulação de íons de cloro nas proximidades da linha de separação entre os fluidos gasosos e líquidos. Gostaria de perguntar aos especialistas: seriam os íons de cloro os únicos responsáveis pela corrosão pontual? E, nesse caso, como escolher o material para o trocador de calor e como protegê-lo contra a corrosão?
O impacto dos materiais também pode causar corrosão por pontos. Existem fotos da corrosão?
Os trocadores de calor que vocês projetaram são verticais? Que meio circula no lado do casco e no lado dos tubos? Nos trocadores de calor verticais, como a água flui pelo lado do casco, a saída da água de resfriamento fica entre as placas superiores dos tubos, criando uma área onde a água não consegue chegar. Nessa região, o feixe de tubos encontra-se em um ambiente de alternância entre estado seco e úmido ou na interface gasoso-líquida, o que facilita a concentração de íons de cloro. Além disso, a água de resfriamento evapora na interface gasoso-líquida, fazendo com que o oxigênio dissolvido se libere. O oxigênio, atuando como agente de polarização catódica, contribui para o desenvolvimento de acidentes de SCC. Veja este caso: no equipamento de acrilonitrila, o condensador localizado na parte superior da coluna de desidrogenação do acetileno utiliza tubos feitos de material S304L. A conexão entre os tubos de troca de calor e a placa de suporte é feita por meio de solda expansiva. No lado externo do condensador, flui água de resfriamento tratada, com temperatura entre 32°C e 40°C; no lado interno, flui cianeto de hidrogênio, com temperatura entre 58°C e 38°C. Após alguns anos de uso, foram detectados mais de 10 tubos de troca de calor quebrados. As rupturas ocorreram a uma distância de 14 a 54 mm da extremidade inferior da placa de suporte. Análises metalográficas confirmaram que as fissuras foram causadas por corrosão sob tensão
A concentração de íons de cloro é baixa; há corrosão apenas na interface entre o gás e o líquido. Em todos os outros locais, não há corrosão
O trocador de calor é vertical. Esqueci qual é o meio utilizado nele. Vou verificar quando voltar ao trabalho na segunda-feira
A separação entre gás e líquido causa um acúmulo de concentração de íons de cloro, o que equivale à corrosão por ponto de orvalho. Não é a mesma coisa?
Como resolver essa situação? Existem tubos de troca de calor feitos de S2205?
Já me deparei com essa situação; trocar diretamente por material de titânio é mais seguro
Pode-se considerar a posição e a estrutura do tubo de saída, de modo a que esta fique alinhada ou acima da superfície inferior da placa superior. Também é possível considerar, do ponto de vista técnico, a adição de um espaço para o gás de dispersão abaixo da placa superior do tubo.
Isso também pode acontecer com a água de circulação; tudo é feito de titânio, o que torna o custo muito alto
A temperatura e o meio do tubo/casco devem ser especificados; não se deve aumentar o material de forma arbitrária. Talvez aço carbono também funcione.
É possível optar por soldadura em camadas com ligas à base de níquel, que oferecem maior resistência à corrosão causada por íons de cloro e pelo hidrogênio sulfídrico. Isso permite economizar recursos em comparação com o uso de materiais puros