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Este tópico foi editado pela última vez por “Feliz por ter você” em 3/2/2016, às 10:10. A pronúncia, embora pareça simples, não pode ser negligenciada em seu estudo. Este texto apresenta uma breve discussão sobre os pontos que devemos levar em consideração ao estudar a ortografia fonética do inglês. Claro, este texto representa apenas a opinião do autor. Ao aprendermos a pronúncia, devemos prestar atenção aos seguintes pontos: a transcrição fonética nos dicionários não é muito precisa. A transcrição fonética mostra como a palavra é pronunciada, mas não indica como fazê-lo. É preciso compensar essa deficiência por meio da prática da própria pronúncia. Há também a questão de qual dicionário usar. Não são recomendados dicionários nacionais aqui. Não há nada que precise ser explicado. Aqueles que querem aprender inglês devem usar o dicionário Webster ou o Random. A notação fonética internacional não é precisa. Isso é verdade, especialmente no inglês americano. A transcrição fonética mais precisa é a de Webster, ou seja, a transcrição fonética de Webster, ou ainda a transcrição KK. Pessoalmente, prefiro a transcrição de Webster, pois ela consegue refletir melhor a pronúncia real dos americanos. Quem está começando a aprender a pronúncia não precisa ser extremamente preciso. Apenas lembre-se disso: você irá corrigindo seu sotaque aos poucos, com o tempo. Muitas pessoas desistem ao tentar aprender as regras de pronúncia; então, deixe isso de lado por enquanto e aprenda outras coisas que possam lhe dar entusiasmo. Quando comecei a aprender japonês, em apenas um dia parei de me preocupar com a pronúncia dos kana. Embora a pronúncia do japonês seja muito mais simples que a do inglês. Outras coisas: em “hot, pot, mop”, a pronúncia é mais parecida com a de “hard, laugh”. “Going to” vira “gonna”; “want to” vira “wanna”. A letra “h” antes de nomes como “him” geralmente não é pronunciada. “Meet him” é pronunciado como “meedim”. Em palavras como “congratulate”, a letra “t” costuma ser pronunciada como “d”, como em “meedim”. “What are you doing?” pode ser pronunciado como “Wha tu doing?”. A letra “you” geralmente é pronunciada de maneira suave, assim como “your”. Na verdade, os pronomes geralmente podem ser pronunciados de maneira suave. “And” também pode ser pronunciado como “en”, ou simplesmente omitido. Em palavras como “Military, secretary”, a letra “ary” é pronunciada como em “marry”. Já a letra “ory” geralmente é pronunciada com ênfase. Nos termos em inglês como “half”, etc., o som intermediário pode se tornar algo como “hat”, “mat”, etc. A linguística* consiste basicamente em cinco aspectos: ouvir, falar, ler, escrever e vocabulário. Cada um desses aspectos requer um esforço contínuo ao longo do tempo; não se deve tentar fazer demais de uma vez. Em vez de dedicar uma ou duas vezes por mês, um dia inteiro a cada vez, é melhor praticar meia hora por dia, de forma consistente. Assim, os resultados serão melhores e mais evidentes. Então, agora vou recomendar, de maneira simples, os métodos de treino para cada área: Vocabulário: O vocabulário é a base de qualquer idioma. Aprender inglês americano*: independentemente do seu nível atual, desde o iniciante até o avançado, a acumulação de vocabulário é sempre essencial. Cada pessoa tem seu próprio método para memorizar palavras: algumas costumam estudar o livro de vocabulário do início ao fim, enquanto outras preferem acumular conhecimento lexical ao ler. Minha sugestão é que, se você tem algum exame marcado para breve, compre um livro de vocabulário voltado para esse exame, como por exemplo, vocabulário para o nível 4 ou vocabulário para o TOEFL. De acordo com as exigências do programa do exame, acumule vocabulário para se preparar para o teste; e se, por enquanto, não houver exames, você pode começar a adquirir conhecimentos através da leitura e de materiais de audição no dia a dia. Quando encontrar palavras desconhecidas, procure-as no dicionário. Não basta memorizar o significado da palavra; é preciso também lembrar-se das frases de exemplo relacionadas a ela. O ideal é anotar a frase em que você viu esta palavra, assim a impressão ficará mais marcante. Com o tempo, você criará um “livro de palavras” próprio. As palavras aprendidas dessa maneira não só podem ser compreendidas, mas também utilizadas com eficácia; pode-se dizer que isso representa o mais alto nível de memorização de palavras! Leitura: Primeiro, vamos falar sobre os materiais de leitura. Embora atualmente haja materiais de leitura em inglês por toda parte, o autor ainda recomenda fortemente que se dê prioridade à leitura de textos escritos por falantes nativos de inglês, ou seja, romances, ensaios em inglês original, bem como artigos de jornais e revistas estrangeiras. Já o tal Daily, produzido por jornalistas nacionais, pode ser deixado de lado por enquanto. Isso ocorre porque apenas os falantes nativos conseguem escrever de maneira precisa e com linguagem autêntica. Para aqueles que estão em fase de aprendizagem, se não tiverem contato contínuo com esse tipo de texto, é muito provável que sejam “corrompidos” por ele. Quanto aos métodos de leitura, eles podem ser divididos, em geral, em leitura ampla e leitura atenta. No que diz respeito ao estudo a longo prazo*, basta ler diariamente um texto curto de cerca de 1000 palavras. O nível de detalhamento na leitura atenta deve ser tal que todos os vocabulários novos, frases e regras gramaticais presentes neste texto sejam compreendidos. E deve-se ler em voz alta, de preferência de memória; quanto à leitura geral, dependendo das circunstâncias individuais, 5 textos por dia são suficientes. Ao ler de forma geral, o que importa é a velocidade; basta entender o sentido geral. Se não encontrar palavras que sejam indispensáveis de serem consultadas, não há necessidade de procurá-las uma a uma. Escrita: A escrita pode ser considerada a síntese de todas as habilidades; é difícil alcançar grandes avanços em um curto período de tempo. Mas não precisam se preocupar, pois a linguagem é um todo; à medida que outras habilidades melhoram, a capacidade de escrita também melhora naturalmente. O vocabulário e o senso linguístico têm grande influência na escrita. O domínio do vocabulário não se resume apenas a memorizar o maior número possível de palavras; é preciso também entender como os verbos, preposições e substantivos se combinam entre si, para conseguir usar expressões mais naturais. Quanto à leitura e à compreensão auditiva em inglês americano, como mencionei anteriormente, é necessário ler em voz alta os textos curtos! Assim, tanto na memorização quanto na compreensão auditiva, melhora-se o senso da linguagem. O método de prática continua sendo a perseverança: dedique dez minutos por dia, dependendo do seu nível. Você pode escrever textos de 300 palavras, 500 palavras ou 1000 palavras, aumentando gradualmente a quantidade de texto escrito. O conteúdo da escrita pode ser um diário comum, ou então podem-se definir alguns tópicos para si mesmo, assim como se faz no treino de fala*. Se houver um objetivo de exame, é claro que também é possível usar questões de exames prontas para praticar. Decidir se fazer ou não um curso é uma questão muito pessoal. Sabemos que há muitas pessoas excepcionais que conseguem passar no exame e obter boas notas, mesmo sem fazer nenhum tipo de preparação prévia (ou seja, fazendo o exame sem estudo algum). Mas esse tipo de experiência obviamente não é adequado para nós, meros seres humanos comuns. Com base na experiência do autor em inúmeros exames ao longo da vida, se você tem uma base sólida em inglês e tempo suficiente, pode considerar estudar por conta própria, sem precisar de aulas particulares. Porque, no final das contas, qualquer exame avalia, acima de tudo, as habilidades básicas de linguagem. Mas, se você achar que não tem tempo suficiente para estudar, ou se não tiver muita confiança nas suas habilidades em inglês, então pode tomar um atalho e matricular-se em cursos de aulas particulares. Afinal, o trabalho dos professores das aulas preparatórias é justamente ajudar os alunos nas provas. As experiências que eles adquirem ao longo do dia, bem como as técnicas de compreensão auditiva em inglês americano, podem ser úteis para nós também. Dessa forma, há uma vantagem tática adicional em relação a quem faz o exame apenas com base em suas próprias habilidades.