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Este tópico foi editado pela última vez por 654262293 em 18/02/2016, às 13:40. Novo processo para remoção de enxofre e nitrogênio dos gases de escape por método seco é desenvolvido. Autor/fonte: China Chemical Industry News. Data: 04/02/2016. Número de visualizações: 41. Após mais de 5 anos de pesquisas científicas, o projeto de pesquisa da Sinopec relacionado à tecnologia de remoção de enxofre e nitrogênio dos gases de escape por meio de catálise chegou ao fim. A avaliação técnica do projeto foi realizada pelo departamento de ciência e tecnologia da Sinopec, com o acadêmico Cao Xianghong como presidente do comitê de avaliação. Esse dispositivo de teste remove diretamente os sulfetos e óxidos de nitrogênio presentes nos gases de escape, por meio de um catalisador. Em comparação com as tecnologias tradicionais de remoção de enxofre e nitrogênio por método úmido, as novas tecnologias de remoção desses elementos por método seco não só oferecem melhores resultados em termos ambientais, mas também tornam todo o processo mais prático, eficiente e econômico. Além disso, essas tecnologias apresentam vantagens como uso de equipamentos menores, ocupação de área menor, facilidade na gestão operacional, custos de produção reduzidos e ausência de poluição secundária causada por resíduos líquidos. Os resultados dos testes mostraram que a taxa de remoção de óxidos de enxofre e óxidos de nitrogênio nos gases de escape da catálise de cracking foi de 95% e 60%, respectivamente. A concentração massal desses poluentes ficou abaixo de 10 miligramas/m³. Além disso, não houve emissão de poluentes secundários. O adsorvente demonstrou grande capacidade de adaptação aos gases de escape, podendo ser utilizado como catalisador na catálise de cracking. Segundo informações, o projeto é desenvolvido em conjunto pela China Petrochemical Engineering Corporation, pela Academia Chinesa de Ciências de Petróleo e pelo campo petrolífero de Zhongyuan. O dispositivo de teste foi instalado na fábrica petroquímica da região de Zhongyuan. Ele opera no modo de ciclo contínuo de adsorção e regeneração, utilizando catalisadores de craqueamento catalítico como adsorventes, e meios contendo hidrogênio ou hidrocarbonetos saturados de pequenas moléculas como agentes redutores. Dessa forma, é possível recuperar os óxidos de enxofre em sulfeto de hidrogênio, além de garantir a emissão segura dos óxidos de nitrogênio em nitrogênio. O dispositivo de teste começou a ser utilizado para experimentos em outubro de 2013. Ao longo de dois anos, graças aos ajustes cuidadosos feitos pelos técnicos e aos testes repetidos, todos os indicadores atingiram os padrões esperados. Os gases expelidos, após serem purificados, cumpriram as **normas de emissão**. Segundo se sabe, as técnicas atuais de dessulfuração e desnitrificação por método úmido dos gases de combustão na catálise, utilizadas tanto no país quanto no exterior, exigem grandes áreas para sua implementação, têm um processo de pós-tratamento complexo e podem causar poluição secundária da água. Por isso, essas técnicas já estão sendo abandonadas em países e regiões desenvolvidos. O desenvolvimento de processos de dessulfuração e desnitrificação por método seco tornou-se uma tendência. As tecnologias existentes de dessulfuração e denitração seca de gases de combustão seguem uma abordagem integrada. Suas vantagens são a alta eficiência e o pequeno espaço ocupado. No entanto, para remover os NOx, é utilizado amônia, o que pode causar a fuga de amônia e, assim, gerar poluição secundária. Quanto à técnica semidessa seca utilizada na remoção de enxofre dos gases emitidos por usinas termelétricas a carvão, como o adsorvente não possui capacidade de regeneração, após atingir o ponto de saturação, ele precisa ser descartado, gerando resíduos sólidos. Isso acaba causando poluição secundária ou exigindo investimentos adicionais para tratamento adicional. A nova tecnologia de dessulfuração e denitração por método seco, desenvolvida pela Sinopec, utiliza catalisadores de craqueamento catalítico como adsorventes, aplicando um processo de adsorção e regeneração em leito fluidizado circular. Isso permite que o processo existente dos equipamentos de craqueamento catalítico permaneça inalterado, e os adsorventes podem ser reutilizados. Ao mesmo tempo, o gás seco resultante da craqueamento catalítico, após ser submetido a processos de regeneração e redução, faz com que os óxidos de enxofre presentes no adsorvente sejam reduzidos a hidrogênio sulfídrico, que pode ser posteriormente utilizado. Já os óxidos de nitrogênio são reduzidos a nitrogênio, sendo assim eliminados de forma inofensiva. A poeira do adsorvente presente nos gases residuais pode ser removida por meio de métodos consolidados de remoção de poeira a seco. http://www.nmtech.com.cn/*nwen_xgyw_xx.asp?path=57&id=175305
Muito genérico! Isso é apenas uma mentira, não é? ? ? ?
Essa tecnologia é muito utilizada atualmente?
Existem casos reais? Como está o desempenho? Espero que haja reportagens subsequentes.