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Quando a pressão de teste no lado do tubo é maior do que a do lado do casco, o novo modelo 151 não especifica que a pressão de teste no lado do casco deve seguir a do lado do tubo. Isso está certo?
Nos trocadores de calor com placa fixa, quando a pressão de teste no lado dos tubos é maior do que a do lado do casco, o novo padrão 151 não especifica que a pressão de teste no lado do casco deve ser igual à do lado dos tubos. A vantagem disso é que, ao verificar o casco, também se verifica as extremidades dos tubos. Caso contrário, quando se aplica pressão no lado dos tubos, pode haver vazamentos nas extremidades dos tubos, o que dificulta sua inspeção.
Não foi especificado; não há problema em não seguir o padrão do invólucro junto com o lado do tubo, certo?
Quando a pressão de teste no lado do tubo é maior do que a do lado do casco, não está especificado em 151 que a pressão de teste no lado do casco deve seguir a do lado do tubo. Isso está certo? ——Sim.
Claro que não se pode seguir a pressão de teste do tubo de controle; caso contrário, e se a espessura das paredes laterais do reservatório for insuficiente, será preciso aumentar a espessura do próprio reservatório? Não acha que está dando prioridade ao falso em vez do verdadeiro?
Este tópico foi editado pela última vez por gn_1984 em 24/02/2016, às 09:53. Os padrões não dizem necessariamente que algo esteja correto. Porque, às vezes, quando há uma grande diferença entre a pressão no interior do tubo e a pressão no exterior, se aumentarmos excessivamente a pressão de teste hidráulico no lado externo, será necessário verificar se a resistência desse lado também é suficiente. Isso acaba causando desperdício do metal utilizado na fabricação dos equipamentos. O padrão não especifica, mas, em situações em que a pressão no interior dos tubos é maior do que a pressão no exterior, os projetistas devem determinar métodos de inspeção adequados, de acordo com as necessidades e circunstâncias. Geralmente, são utilizados os seguintes métodos: 1. Aumentar a pressão de teste no exterior dos tubos para que seja igual à pressão no interior dos tubos; porém, nesse caso, é necessário realizar testes de pressão nos componentes localizados no exterior dos tubos, considerando essa pressão aumentada. 2. Para realizar o teste de pressão no lado do casco, utiliza-se um meio de alta permeabilidade. Quando a pressão no lado dos tubos é muito maior do que a pressão no lado do casco, ou quando não é possível aumentar a pressão de teste nesse lado, pode-se usar meios de alta permeabilidade, como amônia e freon, para realizar o teste, com o objetivo de verificar as conexões entre os tubos de troca de calor e a placa de suporte dos tubos. 3. Alterar a pressão de projeto da placa de tubos; às vezes, também é possível adaptar o design da placa de tubos para utilizar um método baseado na diferença de pressão, a fim de resolver o problema de pressões mais altas no lado dos tubos em comparação com o lado do casco.
Isso já foi encontrado antes: a pressão no interior dos tubos do reator é diferente da pressão no exterior do reator. Basta usar o método de teste de pressão utilizado para os reatores de ebulição como referência
Nossa prática habitual é testar o circuito dos tubos e o circuito do revestimento separadamente, conforme suas pressões de teste respectivas. Se a pressão no circuito dos tubos for maior que a do circuito do revestimento, realiza-se um novo teste de vazamento com amônia e hélio nesse último circuito.
Nossa prática habitual é testar o circuito do casco e o circuito interno separadamente, conforme suas pressões de teste respectivas.
A prática habitual da nossa empresa é submeter as camadas de tubulação e invólucro a testes de pressão separadamente. Raramente há produtos que não atendam aos padrões.