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O sistema de lavagem com metanol a baixa temperatura da nossa empresa utiliza o processo Lurgi, enquanto o sistema de recuperação de enxofre utiliza o processo Claus com oxigênio enriquecido. Atualmente, há grandes flutuações no fluxo de gás ácido, o que provoca flutuações no fluxo dos gases de escape do processo Claus (enviados ao dispositivo de dessulfuração). Isso, por sua vez, resulta em grandes variações no teor de SO2 na saída do dispositivo de dessulfuração. Prezados especialistas, quais são as causas das flutuações e quais as medidas para lidar com elas?
Liste algumas possíveis causas, que podem ser utilizadas para investigação: 1. A concentração de H2S no gás de entrada é estável? Sempre que trocamos o tipo de carvão no forno de vaporização do nosso equipamento, a concentração de H2S sofre flutuações, maiores ou menores, o que por sua vez causa flutuações no fluxo de gás ácido. 2. A pressão de operação da torre de regeneração térmica é estável? Já ocorreram situações em que as flutuações na pressão do vapor do reator causaram flutuações na pressão da torre, o que, por sua vez, resultou em flutuações na quantidade de vapor de metanol e, consequentemente, nas flutuações no fluxo de gás ácido. O que foi mencionado acima é apenas um pouco da experiência adquirida com nossos dispositivos. Pedimos aos outros colegas que completem essas informações.
Há grandes flutuações na qualidade do carvão. Vou verificar a pressão da torre de regeneração térmica
Verifique se há flutuações na quantidade de metanol pré-lavado que entra no sistema de regeneração a quente