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O processo SCR geralmente possui intertravamentos para temperaturas baixas e altas. No entanto, esses intertravamentos podem ser fatais para as unidades de craqueamento catalítico. Na verdade, o controle da temperatura no sistema SCR não exige níveis de precisão tão elevados quanto o controle da temperatura nas reações químicas. Será que é realmente necessário ter um sistema de parada automática por meio de intertravamentos?
Nosso SCR possui apenas um intertravamento relacionado a um baixo fluxo de ar de diluição; além disso, trata-se apenas de um intertravamento relacionado à injeção de amônia. Isso não deve afetar o próprio dispositivo catalítico, certo?
A intertravamento em baixas temperaturas visa principalmente evitar reações secundárias que ocorrem em condições de baixa temperatura, ou seja, a formação de amônio sulfato (ABS). Já o intertravamento em altas temperaturas tem como objetivo evitar que temperaturas excessivas causem a sinterização do catalisador. No entanto, não implementamos um sistema de intertravamento para altas temperaturas. A parada por intertravamento não é necessária. Em baixas temperaturas, o fornecimento de amônia é interrompido por meio de intertravamento; em altas temperaturas, esse mecanismo não é utilizado. Na parte frontal da caldeira, existe um sistema de proteção com água, além de um sistema de intertravamento que injeta vapor e água em caso de altas temperaturas nos canos de escape.