Thread Content
Hoje, visitei o mercado de antiguidades da região. Parei em um estande que vendia moedas e objetos feitos de jade para dar uma olhada. Nesse momento, chegou um jovem de uns vinte anos e perguntou ao vendedor se ele comprava objetos de jade. O vendedor disse que sim. Então, o jovem tirou um bracelete de jade branco do bolso da jaqueta. O vendedor ficou muito interessado e examinou o bracelete com atenção. Perguntou de onde o jovem havia tirado o objeto e quanto queria por ele. O jovem disse que tinha pegado em casa e não sabia muito sobre o valor dele. Pediu ao vendedor que fizesse uma oferta. O vendedor disse que ele precisava primeiro fazer uma oferta, para que ele pudesse negociar. O jovem disse que, nos outros estabelecimentos, aquele tipo de objeto era vendido por sete ou oito mil. O vendedor respondeu que aquilo era nos estabelecimentos comerciais; ali, ele ofereceria no máximo trezentos. Ao ouvir isso, o jovem pegou o bracelete de volta e foi embora. O vendedor tentou detê-lo, dizendo que eles poderiam negociar mais um pouco. Depois, tirou todo o dinheiro que tinha no bolso, cerca de quinhentos reais, e disse que era tudo o que podia oferecer. Pediu ao jovem que não fosse embora e vendesse o bracelete para ele. O rapaz começou a hesitar, murmurando que se tratava de jade de Hetian, e que não seria vendido por menos de dois ou três mil, olhando para mim de vez em quando. De repente, entendi que ele queria me vender aquilo. Percebi então que se tratava de uma armadilha, e por isso fui embora. Para confirmar minha suposição, voltei lá cerca de uma hora depois. De longe, observei aquele estande e vi que o rapaz ainda estava lá, parado não muito longe do estande, observando os turistas que passavam por ali. Depois de voltar, lembrei-me com atenção daquela situação. Achei que eles foram muito astutos em seu planejamento: primeiro, o vendedor demonstrou grande interesse pelo bracelete assim que o viu, o que fez com que parecesse ser um objeto de boa qualidade. Segundo, quando o vendedor perguntou ao rapaz de onde ele havia tirado o bracelete, o rapaz respondeu de maneira vaga, dizendo que o tinha em casa. Isso fez com que parecesse que o bracelete não era legítimo, e por isso o rapaz queria vendê-lo rapidamente. Terceiro, o rapaz disse várias vezes que o bracelete era vendido no shopping por sete ou oito mil. O vendedor não negou isso. Quando o rapaz sugeriu que o preço deveria ser de pelo menos dois ou três mil, o vendedor apenas ressaltou que tinha consigo apenas quinhentos reais, insinuando assim que dois ou três mil era um preço justo. Felizmente, não entendo nada sobre joias de jade, então nem pensaria em comprá-las. Se soubesse um pouco sobre isso, talvez cairia na armadilha de querer economizar dinheiro. Não sei se alguém foi enganado hoje, então escrevo isso para alertar a todos.
O dono do tópico é muito atento. Hoje em dia, há muitos casos desse tipo. No ano passado, vi alguém vendendo ganoderma no trem. Lembrei-me disso e percebi que já tinha visto algo parecido oito anos atrás, também nesse mesmo trem. Esse mesmo golpe vem sendo usado há muitos anos, o que mostra que ainda há muitas pessoas que caem nele. Os métodos utilizados para enganar as pessoas não melhoraram com o tempo.
O coração humano é cruel, mas, desde que não se busquem pequenos lucros indevidos, essas fraudes geralmente não conseguem enganar ninguém.
Todos esses truques, hehe~ Não fique sempre pensando em tirar vantagem dos outros. . .
Isso é um pouco romancizado~~ hehe~~
Haha, já viu quem pinta as tartarugas com lama amarela?
Não, não é aquela parte com a lata de alumínio
Bem, é uma cena “bem conhecida”~~:lol