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Este tópico foi editado pela última vez por yggswl em 20/04/2016, às 20:02. Sabe-se que a quantidade de gases de escape é de 10 mil metros cúbicos. A capacidade térmica específica é de aproximadamente 0,32 quilocalorias/metro cúbico·°C. É necessário usar gás de coque para aquecer os gases de escape de 200 a 300 graus. Qual é a quantidade de gás necessária? E qual é a quantidade total de gases de escape após a mistura final? (Valor calórico baixo do gás natural: 4000 kcal/m³) 1. Se considerarmos apenas o valor calórico: são necessários 10000*0,32*100 = 320000 kcal para elevar a temperatura dos gases de escape. 320000/4000 = 80 m³ de gás de coque. Parece que isso não é razoável. Como a queima do gás de coque envolve um coeficiente de excesso de ar, esse valor de 4000 calorias por unidade de gás só consegue garantir a quantidade de calor liberada pelos gases resultantes da combustão completa do gás e do ar, em proporções fixas. Então, o ar em excesso, com esse coeficiente de excesso, não precisaria ser aquecido de 20 graus para 300 graus? Esse ar em excesso deve consumir parte do calor gerado, não é? Como é que se deve calcular isso, afinal? (Supondo que os dados fornecidos anteriormente estejam corretos) 2. A quantidade total de gases de escape deve ser a quantidade gerada pela queima do gás, calculada com base no coeficiente de excesso real, mais a quantidade original de 10.000 de gases de escape. É a soma dessas duas quantidades. Qual é, em geral, o valor adequado do coeficiente de excesso de ar nessa condição de operação?
Que tipo de fumaça está sendo calculado? É apropriado usar metros cúbicos aqui? A água presente também precisa de calor para se aquecer; o coeficiente de excesso pode ser definido por conta própria, desde que isso permita que o gás queime completamente