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Nossa instalação de recuperação de enxofre tem capacidade de 100 mil toneladas por ano, e isso já acontece há mais de 3 anos. Gradualmente, começaram a surgir problemas relacionados aos drenos de água. Por um lado, o fluxo direto de vapor causa fortes impactos hidráulicos nas tubulações de condensação, o que leva ao desperdício de energia na liberação do vapor no local. Por outro lado, isso também faz com que o enxofre se solidifique, causando obstruções nas tubulações. Atualmente, em nossa oficina, utilizamos vapor de baixa e média pressão, com pressão de 0,28 MPa, para fornecer aquecimento. O tipo de desumidificador escolhido é o de dois metais. Qual é o tipo de desumidificador utilizado nos dispositivos de recuperação de enxofre de vocês? É útil? Ou, que tipo de desumidificador seria mais adequado para ser utilizado em dispositivos de recuperação de enxofre?
A temperatura de drenagem do desumidificador bimetálico é ajustável. É normal verificar e fazer os ajustes uma ou duas vezes por ano. Há também casos em que não é possível fazer o ajuste, e nesse caso é necessário substituir o dispositivo. Após cada ajuste, é necessário observar por um período de tempo suficiente; somente após se atingir um estado de equilíbrio é possível avaliar com precisão o efeito do ajuste.
Quando a água condensada, que se encontra após a válvula drenadora, é descarregada na atmosfera, a pressão de retorno na saída da válvula drenadora é zero. Se a água condensada eliminada pelo válvula de drenagem for coletada, nesse caso, a pressão de retorno na saída da válvula de drenagem será igual à resistência apresentada pelo tubo de retorno da água