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Métodos de instalação e uso do trocador de calor: Os trocadores de calor de tipo placa são divididos em dois tipos de instalação, dependendo da presença ou não de suportes em forma de “sela”. Primeiro, no caso de trocadores de calor de placas que não possuem suportes em formato de sela, eles devem ser instalados sobre uma base de tijolos com formato semelhante a uma sela. Após a instalação, o trocador de calor de placas não precisa ser fixado à base; ele pode se mover livremente devido às mudanças de expansão. Em segundo lugar, no caso de placas com suportes em formato de sela, deve-se primeiro colocar concreto sobre a base. Depois que o concreto estiver completamente seco, os suportes em formato de sela devem ser fixados ao concreto do chão por meio de parafusos de fixação. Durante a instalação do trocador de calor de placas, deve-se deixar espaço suficiente nas extremidades dianteiras e traseiras do trocador para fins de manutenção e limpeza. O trocador de calor não deve operar em condições que excedam as especificadas na placa identificativa. É necessário monitorar e analisar a temperatura e a pressão do fluido no trocador de calor, a fim de evitar seu funcionamento anormal. O desempenho do trocador de calor está diretamente relacionado à presença de incrustações. Quanto mais incrustações houver, pior será o desempenho do trocador de calor. Portanto, a incrustação de água nas placas de troca de calor deve ser removida prontamente. Para evitar que o acúmulo excessivo de sujeira afete a eficiência da troca de calor. Métodos de limpeza e manutenção diária do trocador de calor Devido à presença de pequenas quantidades de íons de cálcio e magnésio, bem como de bactérias e outros microrganismos na água, é inevitável que, com o uso prolongado, se forme incrustação nas placas lisas do trocador de calor, além do crescimento de bactérias. A incrustação é causada pela presença de sais de cálcio e magnésio na água. A solubilidade de alguns desses sais diminui à medida que a temperatura aumenta, e os sais cristalizados que se formam se acumulam nas superfícies, criando assim a incrustação. A incrustação tem baixa capacidade de condução térmica; ao se fixar nas placas, ela certamente afeta a eficiência de troca de calor delas. Se não for feita uma limpeza eficaz por um longo período de tempo, cada vez mais incrustações se acumularão, reduzindo a seção de fluxo (como mostrado nas superfícies onduladas das placas), aumentando assim a resistência ao fluxo. Em casos graves, isso pode até causar o bloqueio da seção de fluxo. Portanto, a limpeza regular da incrustação é fundamental para garantir a eficiência da troca de calor pelo trocador de placas. Atualmente, o método de limpeza mais utilizado é a desinfecção química. Durante a limpeza, são adicionados agentes químicos e desinfetantes, que fazem com que a incrustação, a ferrugem e as bactérias presentes na superfície das placas reajam quimicamente com esses produtos. Dessa forma, essas impurezas são removidas, devolvendo à superfície das placas sua textura lisa. Além disso, na manutenção diária, é possível adicionar, de forma adequada, agentes inibidores de corrosão e formação de incrustações, a fim de evitar a cristalização e precipitação dos íons de cálcio e magnésio. Em condições favoráveis, podem ser utilizados métodos como magnetização e tratamento anticalcário com bastões iônicos, além de tratamento por troca de íons de sódio.