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Análise das três principais razões para a suspensão dos exames para arquitetos registrados em 2016

2016-05-31View Original

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------ Editor responsável: 555 Guakao Net. Em 20 de novembro de 2015, o Departamento de Recursos Humanos e Seguridade Social emitiu a notificação nº [2015]182, intitulada “Notificação do Gabinete do Ministério de Recursos Humanos e Seguridade Social sobre o plano de exames para profissionais técnicos no ano de 2016 e questões relacionadas”. Nessa notificação, ainda não havia menção aos dois principais profissionais do setor da construção civil: arquitetos (os responsáveis pela parte estrutural das obras) e urbanistas (os responsáveis pelo planejamento urbano). Isso causou grande indignação no setor. Por que, em 2016, não houve planos para exames de arquitetos e urbanistas? Será que os títulos de urbanista registrado e arquiteto registrado serão extintos? Como será a valorização desses títulos após a transferência das responsabilidades para as associações? A seguir, apresentamos perspectivas diferentes sobre esse assunto. 1. Primeiramente, **por que é necessário reformar o sistema de registro? Existem muitos documentos do Conselho de Estado, e o objetivo principal é: liberar efetivamente a vitalidade do mercado, estimular a criatividade da sociedade, aumentar as oportunidades de emprego, promover a abertura para o exterior e conectar-se com o mercado.** Em todas as **reformas**, o objetivo é estimular o mercado, promover o emprego e fomentar a internacionalização – mantendo a estabilidade internamente e fortalecendo a posição externa. Agora que sabemos **por que é necessário realizar reformas, e também que a construção e o planejamento devem vir em primeiro lugar, qual será então o futuro das reformas nessas duas áreas? Acho que esta frase é a melhor forma de explicar isso: [Decreto nº 167 do Ministério da Construção da República Popular da China]. O Conselho de Estado decidiu eliminar e transferir 58 procedimentos de aprovação administrativa. Entre eles, está a atribuição do poder de aprovar arquitetos registrados na China ao Comitê de Gestão de Arquitetos da China, seguindo os padrões estabelecidos pelo Conselho de Registro de Arquitetos dos Estados Unidos. Isso visa facilitar a reconhecimento mútuo entre arquitetos internacionais. Na verdade, os exames subsequentes serão adaptados de acordo com isso, para as equipes de planejamento e arquitetura. O planejamento envolve **distribuição de benefícios e classificação do terreno**, sendo o único sistema de registro autorizado por lei, e não por regulamentos administrativos ou normas. Espera-se que seu mercado não seja completamente aberto, como acontece com os arquitetos; ele será protegido de certa forma (o mesmo acontece no Ocidente). Assim, sabemos que, em primeiro lugar, é necessário tomar medidas de planejamento, e a determinação dos arquitetos em nível central é uma maneira sensata de dar início às reformas. Portanto, para 2015 e 2016, não há planos para exames de dois professores. 2. Em segundo lugar, por que não existem planos para exames destinados a arquitetos e urbanistas? Como é sabido, esses dois tipos de profissionais têm os exames mais antigos e bem estruturados, além de serem os primeiros a terem regulamentações legais e administrativas definidas (o “Regulamento dos Arquitetos” e a “Lei de Planejamento Urbano e Rural”). Esses exames são considerados os mais importantes entre todos os outros relacionados à área da construção civil. Todos os exames relacionados a esse setor foram criados com o objetivo de corrigir e resolver os problemas que surgem no decorrer do desenvolvimento da construção e do planejamento urbano. O planejamento é um dos meios mais eficazes de controle macroeconômico, enquanto a arquitetura é a base fundamental desse setor. É precisamente por serem maduros e consolidados que se ousa utilizá-los para testar reformas. Pergunta-se: como se pode usar em projetos piloto profissionais da construção civil que apresentam tantos problemas? Então, por que dois exames de registro tão importantes são realizados pela associação, e não por outros órgãos? A razão está nas decisões e na determinação da alta direção central para promover reformas. Diz-se: “Na reforma política, a espada serve apenas como instrumento de liderança; a estratégia é direcionada apenas por aqueles que ocupam cargos de poder”. Os antigos já compreendiam que as reformas devem ser feitas de cima para baixo, e que é preciso atacar os líderes primeiro (ou seja, alterar primeiro as leis). É por isso que os arquitetos e urbanistas são os primeiros a serem submetidos a reformas. Pois, para que a reforma tenha sucesso, é preciso atacar primeiro os pontos de interseção dos poderes, e o planejamento urbano, sem dúvida, está entre eles. Isso prepara o terreno para que, no plano de exames de 2016, não haja arquitetos ou urbanistas disponíveis por enquanto. 3. Por fim, os planificadores e arquitetos registrados serão extintos? Qual será o valor desses profissionais após a transferência de competências para as associações? Tanto em nível nacional quanto local, nunca houve intenção de abolir o sistema de registro. O papel desempenhado por esse sistema é plenamente reconhecido. O Ministério da Habitação e Desenvolvimento Urbano valoriza o papel do planejamento urbano e insiste na necessidade de se criar um ambiente favorável ao planejamento e à formação de profissionais qualificados nessa área. Isso mostra a importância do planejamento em nível nacional. Portanto, os arquitetos registrados e os planejadores registrados não serão extintos. Como será a mudança no valor desse certificado após sua atribuição à associação? A qualidade do certificado aumentará, e seu caráter profissional se tornará mais evidente. Já que **nem o sistema de avaliação será cancelado, nem implementado. A avaliação não está de forma alguma alinhada com o objetivo da reforma de formar profissionais para atuar no cenário internacional; o objetivo real da reforma é alcançar um nível maior de especialização. Portanto, o Conselho de Estado solicitou que as competências de registro fossem transferidas para as associações. Dessa forma, obtém-se dois benefícios: por um lado, libertam-se as mãos do governo (afinal, a elaboração e a correção das provas são tarefas das associações); por outro lado, graças à especialização das associações, é possível formar profissionais qualificados. Portanto, podemos prever que as reformas futuras tenderão a um nível de integração internacional mais profissional e baseado no mercado. O valor desses certificados aumentará, mas a dificuldade dos exames também aumentará, sem dúvida alguma. Para mais informações sobre o setor da construção, acompanhe o site 555 Guakao, com dicas valiosas!
Reply #22016-05-31
Por mais que fale, não consigo entender qual será o meu destino no futuro. Como será a gestão após chegar à associação, haverá falta de autoridade?
Reply #32016-06-01
Eu também não encontrei uma resposta específica para isso

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