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A RT é uma fábrica localizada no Norte, onde a temperatura do ambiente no inverno fica abaixo de -20°C. Após o gás nitrogênio de baixa pressão e o gás nitrogenado passarem pelo trocador de calor, são utilizados tubos feitos de aço carbono. Durante a partida, no inverno, costuma haver o problema de a temperatura saindo do trocador de calor ser muito baixa (às vezes, pode chegar a menos de -30°C). Isso acontece especialmente após a partida do expansor, quando a temperatura do gás nitrogenado cai drasticamente. A proteção contra fragilidade em baixas temperaturas é a de -15°C; nesse caso, só é possível remover as correntes, o que representa um risco elevado. Gostaria de pedir conselhos aos especialistas sobre essa questão: como reduzir o risco de fragilidade em baixas temperaturas? Obrigado!
Se for apenas a temperatura da tubulação de nitrogênio impuro que está baixa, então, ao liberar o gás, aumente o fluxo de oxigênio e nitrogênio, além de controlar a quantidade de nitrogênio impuro que é liberada.
Já vi, no local, que a temperatura dos tubos de aço carbono com nitrogênio impuro chegou a –126 graus; tivemos sorte. Controlar bem o fluxo de calor e frio, ajustando prontamente os problemas, não deve ser um grande problema.
Isso acontece porque o ar quente não consegue entrar, o resfriamento principal é insuficiente. Além disso, a condução de calor também contribui para isso (às vezes, as válvulas não estão abertas, e a temperatura cai rapidamente). . . Nesse momento, deve-se realizar a descarga a partir dos tubos de baixa temperatura, como, por exemplo, o oxigênio líquido e o nitrogênio líquido, bem como o nitrogênio gasoso proveniente da torre superior (que ainda não entrou no sistema principal de troca). . .