HCBBS Forum (Português)
Submit Chemical Projects / Find Solutions
Amplify Your Requirements on a Broader Chemical Platform *Engineering · Technology · Equipment · Solutions*
Submit Request

Temperatura na parte inferior da torre de regeneração catalítica

2016-07-06View Original

Thread Content

Este tópico foi editado pela última vez por “Eu amo Mao Mao Ran” em 10/07/2016, às 04:01. O solvente que utilizamos para a desulfuração do gás liquefeito e do gás seco é etanolamina. A temperatura na parte inferior da torre de regeneração é um indicador da categoria A; ela deve ser mantida entre 110 e 130 graus Celsius. Existem dois indicadores da categoria A no processo de destilação: o outro é a temperatura na parte inferior da torre de fraçãoção, com o objetivo de evitar a formação de coque no óleo. Então, o controle da temperatura na parte inferior da torre de regeneração é realmente tão importante? Será que tem muito a ver com as propriedades físicas da etanolamina? Existem outros fatores?
Reply #22016-07-06
Acima de 127°C, a MDEA sofre degradação térmica, gerando sais termoestáveis. Por um lado, isso causa corrosão nos equipamentos e tubulações; por outro lado, aumenta a perda de solvente.

Submit a Project

**Looking for Chemical Technology, Equipment & Solutions?** No Registration Required Broader Platform Exposure | Global Chemical Service Provider Connections

Submit Request — Free Consultation

Disclaimer

This is an automated machine translation of the original thread. Some technical terms may have inaccuracies; the original text shall prevail. Click "View Original" at the top right to access the source page, which supports IP-based automatic real-time language translation. Please watch out for contact details and sales inducements to prevent fraud. All content and translations are for reference only, representing solely the poster's personal views. For enquiries, email service@hcbbs.com.