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Compartilhar: Conversando sobre a gestão da segurança no local em 11 aspectos, muito útil!

2016-10-18View Original

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O local envolve dois fatores: “presente” e “local”. “Presente” refere-se ao momento atual, enfatizando o aspecto temporal. ““Campo” significa local, lugar; enfatiza-se a característica regional ; ““Agora” e “local” combinados formam uma área específica com um determinado período de tempo. Para as empresas fabricantes, o local de trabalho é a oficina de produção. I. Entrando no local de trabalho
(1) O fenômeno da “multitarefa” no local de trabalho:
1. Agitação desnecessária: À primeira vista, parece que todos estão muito ocupados, mas na verdade, eles estão fazendo coisas desnecessárias ou coisas que não trazem nenhum resultado prático (trabalho inútil).
2. Ação cega: Devido à grande carga de trabalho, as pessoas agem de maneira mecânica, sem direção clara, o que resulta em baixa eficiência.
3. Confusão: O trabalho contínuo e cego faz com que as pessoas fiquem confusas, sem saber o que estão fazendo, agindo de forma desorganizada.

(2) O que mais importa no local de trabalho é a produção: Analisar a situação atual – identificar os gargalos – tomar medidas – resolver os problemas – aumentar a produção (mostrar capacidade).

(3) A função do local de trabalho é produzir produtos.

(4) Os elementos fundamentais da gestão do local de trabalho: 4M1E
1. Pessoas (Man): Número de funcionários, cargos, habilidades, qualificações, etc.
2. Máquinas (Machine): Inspeção, aceitação, manutenção, calibração.
3. Materiais (Material): Prazos de entrega, qualidade, custos.
4. Métodos (Method): Processos de produção, técnicas operacionais, padrões de operação.
5. Ambiente (Environment): 5S, ambiente de trabalho seguro.

II. As regras fundamentais da gestão do local de trabalho
1. Quando surgem problemas (anomalias), é preciso ir até o local imediatamente.
2. Verificar os objetos relacionados e suas características.
3. Tomar medidas temporárias no local.
4. Identificar a causa real e eliminá-la.
5. Padronizar para evitar que o problema se repita.

III. Os 6 princípios básicos das atividades de produção
(1) O cliente está no final do processo de produção.
1. A qualidade do trabalho é determinada pela avaliação do cliente.
2. Não aceitar produtos defeituosos, não produzir produtos defeituosos, não transmitir produtos defeituosos.

(2) É necessário cumprir os planos de produção anuais, mensais, diários e horários estabelecidos – isso garante o cumprimento dos planos de produção.

(3) Eliminar completamente o desperdício significa não fazer coisas que não são necessárias, não usar materiais que não são essenciais.

(4) Padronização das operações:
1. Ter procedimentos padrão não significa padronização.
2. Padronização significa estabelecer regras, segui-las e melhorá-las continuamente.

(5) Trabalhos que agregam valor:
1. O objetivo da gestão é obter maior valor agregado (lucro).
2. É preciso ter uma visão geral do processo de produção, identificar os gargalos e tomar as melhores decisões.

(6) Lidar positivamente com as mudanças:
1. Requisitos básicos: Estabelecer padrões e criar hábitos de conformidade.
2. Observar primeiro: Coletar informações antes de tomar medidas.
3. Melhorar as habilidades e aumentar a eficiência dos equipamentos.

IV. As tarefas diárias no local de trabalho
(1) Gestão da qualidade no local de trabalho: Como garantir uma qualidade excelente? 5 princípios para evitar erros: 1. Cancelar a tarefa em questão. 2. Não deixar que ninguém execute a tarefa. 3. Tornar a tarefa mais simples. 4. Fazer verificações. 5. Reduzir os impactos negativos.

(2) Gestão de custos no local de trabalho: 1. A melhor maneira de reduzir custos é eliminar o uso excessivo de recursos. 2. Melhorar a qualidade: a qualidade do processo de trabalho, uso adequado dos 5M. 3. Aumentar a produtividade para reduzir custos: melhorias contínuas. 4. Reduzir o estoque: capital de giro, armazenamento, transporte, problemas de qualidade, novos produtos. 5. Encurtar a linha de produção: número adequado de trabalhadores na linha de produção. 6. Reduzir o tempo de parada das máquinas. 7. Reduzir o espaço necessário. 8. Papel do local de trabalho na redução dos custos totais.

(3) Prazos de entrega: uma das principais responsabilidades dos gestores.

(4) Aspectos importantes a serem considerados no trabalho no local de trabalho: 1. A racionalidade do plano de produção, as dificuldades reais e os impactos das ajustes no plano. 2. Situação dos funcionários, habilidades dos colaboradores, paradas de produção causadas por falhas nos equipamentos, medidas para lidar com produtos defeituosos. 3. Se os componentes, ferramentas e materiais necessários estão disponíveis, se a produção está funcionando bem, se os métodos de trabalho podem ser melhorados.

(5) Métodos básicos no local de trabalho: estar presente no local, garantir a circulação de informações, entender a capacidade de produção, prestar atenção ao estado dos funcionários, realizar estudos sobre tempo e movimentos.

(6) Considerações importantes no local de trabalho: sistema de tratamento de exceções, treinamento dos funcionários, esclarecimentos, definição clara das responsabilidades, avaliação justa dos funcionários.

V. Métodos de implementação da gestão no local de trabalho: (1) Pontos importantes na gestão diária: 1. Dar importância a todos os aspectos da gestão, sem focar apenas na qualidade hoje ou nos equipamentos amanhã. 2. Determinar quais são os pontos-chave de gestão. Princípios: a) “Não causar problemas para o próximo projeto ou cliente”, definindo os pontos-chave. b) “Até que ponto algo deve ser feito”, definindo o nível de gestão. c) Ação: tomar medidas ou fazer melhorias. 3. Padronizar a gestão, quantificar e esclarecer algumas tarefas diárias. (2) Métodos de gestão diária: ciclo PDCA, com o objetivo de alcançar os planos de produção e aumentar a produtividade. P (Planejamento): Alcançar os objetivos de produção.
D (Implementação): Executar o plano – definir as tarefas a serem realizadas.
C (Verificação): Analisar a diferença entre os objetivos estabelecidos e os resultados obtidos.
A (Ação): Adotar medidas corretivas ou melhorias necessárias.
(3) Diretrizes de gestão no local de trabalho:
1. Lema do departamento de produção: Não aceitar produtos defeituosos, não produzir produtos defeituosos, não transmitir produtos defeituosos! 2. Política de gestão da qualidade: Qualidade em primeiro lugar, eficiência e pontualidade, satisfação do cliente, melhoria contínua. 3. Política de gestão da produção: a. Inovação tecnológica, melhoria dos processos de produção ; b. Gestão científica, fortalecendo a harmonia nas operações ; c. Explorar o potencial e motivar plenamente as pessoas ; Buscar a excelência e melhorar de forma integral a eficiência produtiva. 4. Requisitos de gestão: a. É necessário estabelecer um sistema de responsabilidades claras para cada função, aplicando o princípio da responsabilidade compartilhada por todos. b. As tarefas devem ser cumpridas, independentemente das condições existentes; se não houver condições adequadas, é preciso criá-las para que as tarefas possam ser realizadas. c. O que foi decidido é correto; caso haja dúvidas, elas devem ser resolvidas posteriormente. d. É essencial haver recompensas e punições claras, e isso deve ser feito de maneira oportuna. (4) Gestão autônoma: 1. Trabalhar com a mentalidade de realizar as tarefas por conta própria. 2. Assumir as próprias responsabilidades e tomar decisões dentro dos padrões estabelecidos. 3. Não evitar as responsabilidades. 4. Ter o próprio interesse como base para completar as tarefas. (5) Método de três verificações: 1. Seu objetivo é garantir que “três coisas” não aconteçam. (Não aceitar produtos defeituosos, não produzir produtos defeituosos, não transmitir produtos defeituosos) 2. Para implementar o “duplo controle”, é necessário contar com uma gestão autônoma: a. Enfatizar a importância da implementação do “duplo controle”. b. Realizar inspeções aleatórias no local. c. Quando surgem problemas, enfatizar a responsabilidade de ambas as partes envolvidas no “duplo controle”. (6) Operações de reparo 1. As operações de reparo referem-se às medidas corretivas aplicadas aos produtos defeituosos. 2. Por meio da reparação, é preciso aprender com o ocorrido, apresentar sugestões de melhoria e evitar que isso aconteça novamente. 3. Trabalhar arduamente não é necessariamente a melhor solução. 4. Os reparadores são os gestores do departamento de produção, sendo especialmente a base para os líderes de equipe. 5. Gestão de peças em reparo: a. As peças em reparo precisam passar por uma nova inspeção no local original de inspeção. b. As peças em reparo devem ser devidamente identificadas. c. Se forem encontrados vários reparos necessários ou se houver riscos significativos, isso deve ser relatado imediatamente. (7) Execução das instruções de trabalho: 1. O líder da equipe deve conhecer bem as instruções de trabalho e ensiná-las aos funcionários ; 2. Pode não ser o método ideal, mas, como padrão, os trabalhadores devem cumpri-lo em todos os momentos. 3. Se você tiver um método melhor, pode sugerir alterações; elas só poderão ser implementadas após serem aprovadas. 4. “5 métodos”: a. Contar para ele. b. Mostrar a ele como se faz. c. Deixá-lo tentar fazer sozinho. d. Ajudá-lo a confirmar. e. Elogiá-lo. (8) Identificar o fio condutor da situação. 1. Qual é o fio condutor da situação? --Plano de produção: a. Todos os funcionários que trabalham no local concentram-se nele; ele é o ponto central. b. É o objetivo do trabalho. c. É o padrão utilizado para avaliar os resultados do trabalho. 2. Plano de produção diário: a. A quantidade produzida conforme o plano representa uma tarefa a ser cumprida; se ela não for cumprida, há necessidade de assumir responsabilidades. b. Se a tarefa não puder ser cumprida, é preciso solicitar horas extras. c. É a base para a elaboração dos relatórios diários de produção. d. Uma vez estabelecido, o plano de produção torna-se uma ordem a ser seguida. (9) É necessário ter clareza sobre a quantidade a ser produzida. 1. A quantidade produzida é o objetivo mais importante para o departamento de produção. 2. Para que o gestor de produção consiga ter controle sobre a produção, é necessário dominar e regular a velocidade da linha de produção. 3. Fatores que determinam a produção: a. Velocidade de funcionamento da linha de produção; b. Capacidade mecânica das máquinas e equipamentos; c. Estabilidade dos processos técnicos e de engenharia; d. Habilidade dos trabalhadores; e. Preparação para a produção. A preparação para a produção refere-se às atividades realizadas durante todo o processo, desde o início das testes de produção até a produção em larga escala, com o objetivo de garantir que o novo produto seja produzido conforme planejado, mantendo assim a qualidade do produto. Isso inclui treinamento dos funcionários, elaboração de instruções, organização da logística e preparação dos equipamentos necessários (incluindo ferramentas e instrumentos de medição). VI. Preparação para a produção na gestão do local de trabalho
1. Preparação dos processos de produção e dos documentos necessários: diagramas de fluxo, instruções de operação, desenhos técnicos, padrões de QC, etc.
2. Preparação de ferramentas, equipamentos auxiliares e materiais de proteção individual.
3. Instalação e ajuste de equipamentos, instrumentos e ferramentas.
4. Atribuição de funções aos funcionários e definição da capacidade de produção.
5. Treinamento dos funcionários antes do início da produção.
6. Detecção e comunicação de quaisquer anomalias relacionadas a materiais, equipamentos, processos e documentos.

VII. Confirmação no local de trabalho
(1) Tabela de gestão da configuração do local de trabalho: também conhecida como tabela de gestão da configuração da linha de produção. Tem formato semelhante ao de uma lista de verificação, permitindo que os gestores verifiquem o estado da organização do local de trabalho. Designar áreas de armazenamento para os funcionários, ferramentas e suprimentos, instrumentos e materiais, métodos de trabalho, formulários de registro, etc. (2) Verificação dos equipamentos no local. Momento, escopo, responsável, frequência, método, conteúdo, registro, confirmação. VIII. Gestão dos relatórios diários de trabalho
(1) Funções
1. Ferramenta para a gestão de vários aspectos, como prazos de entrega, qualidade, segurança e custos.
2. Facilita a comunicação de informações com superiores e outros departamentos.
3. Serve como base para identificar as causas de eventuais problemas ou anomalias.
4. Ajuda os gestores a entender a situação real no local de trabalho.

(2) Problemas comuns
1. Há muitas informações a serem registradas, o que consome muito tempo.
2. É preciso pensar, lembrar e tomar decisões sobre muitas coisas; por isso, as informações são registradas de forma superficial.
3. Algumas pessoas preferem deixar que outros escrevam em seu lugar.
4. Não há orientações sobre como preencher o relatório, então as informações são registradas de qualquer maneira.
5. O relatório diário é apenas usado como meio de coleta de informações; os superiores não o analisam, então ele não serve para nada.

IX. Requisitos para os relatórios diários de trabalho
(1) Requisitos de design
1. Todos os itens necessários devem estar presentes, e os campos devem ser simplificados ao máximo.
2. A ordem dos campos deve seguir a lógica do trabalho real.
3. Reduza a quantidade de descrições e números; use símbolos ou linhas para registrar as informações.
4. Use papel padrão, evitando tamanhos excessivamente grandes ou pequenos, para facilitar o arquivamento.

(2) Informações importantes a serem registradas
1. Se o relatório diário de cada pessoa está correto.
2. Se há alguma anomalia nos materiais, no processo de produção ou nos produtos.
3. A eficiência do trabalho.
4. Se os objetivos foram alcançados.
5. A eficiência da produção e dos equipamentos.
6. Produtos defeituosos e perdas de tempo de trabalho.
7. Se a distribuição das horas de trabalho é adequada.
8. A situação geral da produção.

X. Preenchimento dos relatórios diários de trabalho
1. É necessário explicar aos responsáveis pelo preenchimento a importância do relatório diário.
2. Informações básicas, como nome da equipe, nome do trabalhador, nome do produto e número da série, devem ser preenchidas pelos funcionários do local de trabalho. Depois, o trabalhador pode preencher os demais campos, reduzindo assim sua carga de trabalho.
3. A quantidade produzida e o tempo gasto no processamento só podem ser conhecidos pelo próprio trabalhador, que deve preenchê-los.
4. É importante ter o hábito de verificar novamente o conteúdo após o preenchimento.
5. Os gestores devem analisar cuidadosamente os relatórios diários, apontar quaisquer anomalias e ajudar a resolver os problemas, criando assim uma boa interação entre todos.
6. Os funcionários devem usar os relatórios diários para identificar tendências anormais no trabalho e tomar medidas corretivas.

XI. Métodos de estatística de produção
(1) Conteúdo: Quantidade produzida, recursos utilizados. Taxa de produção qualificada, taxa de defeitos, taxa de aceitação, produtividade. (2) Requisitos: Conclusão dentro do prazo estipulado (temporalidade) e veracidade. (3) Resumo dos gestores de todos os níveis: 1. Quantidade produzida. 2. Qualidade, taxa de produtos qualificados, taxa de defeitos, taxa de aceitação. 3. Situação da equipe. Taxa de comparecimento, infrações disciplinares, erros cometidos 4. Acidentes de produção, perda de horas de trabalho 5. Situação do fornecimento de materiais 6. Problemas com máquinas e equipamentos 7. Problemas técnicos e de processo
Reply #22016-10-19
Muito bom material, obrigado por compartilhar, pontos extras....
Reply #32019-11-18
Muito bom material, obrigado pelo compartilhamento, autor. Qualquer gestão é sistematizada, para que seja possível criar uma lista de verificação no local.

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