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Goushengzi, volte para casa! Está muito escuro. É hora de comer. Que som tão familiar… Que tom de voz tão carinhoso… Agora, esses sons só ecoam nos sonhos. Aquelas memórias que tentei esquecer… Aquelas experiências em que me senti envergonhado… Agora, tudo isso faz parte do passado distante. Agora, são apenas sonhos doces. Vamos, chame meu neto para voltarmos para casa e comermos juntos
Um dos meus colegas de universidade se chamava Goushengzi
Que voz tão familiar… Que me acompanhou por tantos anos, através de tempestades e dificuldades. Nunca precisei me lembrar dela; nunca a esquecerei. Sem céu, não há terra; sem terra, não há lar. Sem lar, não há você. Sem você, não há eu. Se você não tivesse me criado, se não tivesse me dado uma vida cheia de calor, qual teria sido o meu destino? Foi você quem me criou, quem me ensinou as primeiras palavras. Foi você quem me deu um lar, para que pudéssemos compartilhá-lo juntos. Embora você não consiga falar, entende muito bem o que é certo e errado no mundo. Embora você não consiga expressar seus sentimentos, você dá sua vida com dedicação. Ouço sua voz tão familiar ao longe… Isso me faz lembrar do seu coração tão bondoso. Quando você voltará para perto de mim? Para que possamos cantar juntos novamente. “Não há mais vinho para vender…”
O afeto familiar simples é transmitido de geração em geração nas poesias