Thread Content
Este tópico foi editado pela última vez por angryant em 13/10/2016, às 07:55. De acordo com as normas de emissão de poluentes na indústria de coqueificação, é necessário controlar rigorosamente a quantidade de SO2 nos gases emitidos pelas chaminés das fábricas de coque. Atualmente, a maioria das empresas de cokeração opta por medidas técnicas de desulfuração dos gases emitidos pelos altos-fornos para controle ambiental. Seja pelo método seco, úmido ou semiseco, isso exige grandes investimentos e custos operacionais. Após os cálculos, verifica-se que a queima de gás de coque por metro cúbico gera de 6 a 8 metros cúbicos de gases residuais. Portanto, é necessário avaliar se deve-se adotar um processo de tratamento inicial para a remoção intensiva do enxofre do gás de coque, ou então utilizar tecnologias de tratamento posterior dos gases residuais gerados pelo processo de produção de coque Esperamos que empresas experientes participem das discussões e forneçam informações sobre os custos de investimento e operação para a desulfuração avançada do gás gerado pelos altos-fornos, bem como sobre os custos de investimento e operação para a desulfuração dos gases residuais desses equipamentos!
Obrigado, participe ativamente das discussões!
Entre e aprenda*, fique esperando que os especialistas respondam. Aproveite para ganhar pontos também: hug:
O investimento para a desulfuração avançada do gás de coque é menor ou o investimento para a desulfuração dos gases de escape dos fornos de coque é menor?
Eu consigo produzir sódio cianossulfato com pureza acima de 98%, sódio tiossulfato anidro, sulfato de sódio e cloreto de sódio.
O foco principal está na cadeia industrial posterior à cokeração; se o gás for utilizado para produzir metanol, amônia sintética e gás natural, nesse caso, a concentração de enxofre no gás deve ser controlada em 20 miligramas. Se for para queima em forno, o teor de hidrogênio sulfídrico no gás pode ser controlado em 200 miligramas. Porque, mesmo que você controle o valor em 20 miligramas, o SO2 presente nos gases de escape ainda não atinge os padrões exigidos. Dessa forma, o consumo de energia fica um pouco menor.
É preciso esclarecer os componentes para poder agir em relação a isso