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Quando as empresas começam a se expandir, algumas delas o fazem de maneira imprudente e em curto prazo, chegando até mesmo a expandir-se para setores diferentes. Nesse caso, a gestão da segurança não consegue acompanhar esse ritmo, o que resulta em muitas falhas de segurança, pontos cegos e erros. Por isso, acidentes são frequentes. Medidas de prevenção: Os responsáveis pelas empresas devem reforçar a consciência dos limites a não serem ultrapassados, a responsabilidade e o respeito às leis. Eles também precisam aumentar sua iniciativa para garantir uma produção segura, assegurando-se de que os “cinco princípios” sejam rigorosamente aplicados. 2. Em períodos de pressa e grandes cargas de trabalho, os funcionários costumam trabalhar sem parar, o que os deixa cansados e propensos a cometer infrações por inércia. Às vezes, alguns funcionários acham que seguir as exigências estabelecidas pelas normas de segurança acaba atrasando o trabalho e afetando o andamento das tarefas. Por isso, eles tentam encontrar maneiras de alterar ou simplificar os procedimentos normais de trabalho, o que leva a violações das regras e, consequentemente, a acidentes. Medidas de prevenção: Ao atribuir tarefas, é necessário levar em consideração tanto as necessidades quanto as possibilidades; não se deve adicionar tarefas aleatoriamente ou encurtar o prazo de execução. Se for constatado que algum funcionário “prioriza as tarefas em detrimento da segurança”, ele deve ser imediatamente impedido de continuar trabalhando. 3. Quando o ambiente de trabalho é difícil: Trabalhar em condições adversas, como em tempos de neve, vento ou chuva, torna o trabalho ainda mais difícil. Mesmo em trabalhos realizados em ambientes fechados, se as condições como a temperatura e a iluminação forem precárias, a capacidade de adaptação e a resistência das pessoas diminuem, o que pode levar a acidentes. Medidas de prevenção: As empresas devem se esforçar para criar um bom ambiente de trabalho para os seus funcionários, garantindo que eles trabalhem em um clima agradável. Em caso de condições climáticas adversas, as atividades devem ser interrompidas, respeitando rigorosamente os procedimentos de segurança. 4. Fase de encerramento do trabalho ou das tarefas – Após um dia de trabalho, os funcionários ficam com muita energia e forças gastos. É natural que eles queiram sair do trabalho o quanto antes para descansar. Nesse momento, também costuma haver distração mental e falta de concentração no trabalho, o que leva a comportamentos inadequados por inércia. O trabalho está quase no fim, e tudo tem corrido bem. Por isso, a atenção das pessoas em relação a acidentes tende a diminuir. Medidas de prevenção: Os líderes de todos os níveis, especialmente os chefes de equipe e os responsáveis pela segurança, devem lembrar constantemente e supervisionar atentamente, para que os funcionários mantenham um nível adequado de vigilância. 5. Trabalho noturno e execução de tarefas de forma isolada: O trabalho noturno, devido à menor fiscalização, faz com que os funcionários fiquem menos atentos, criando assim zonas cegas, o que torna esse período propício a acidentes de trabalho. Ao executar tarefas de forma isolada, os funcionários tendem a cometer infrações por inércia, pois se afastam do grupo, relaxam as exigências que têm para consigo mesmos e, sem supervisão, acabam se tornando negligentes. Medidas de prevenção: É necessário implementar rigorosamente o sistema de plantão dos líderes e a supervisão no local. Durante o turno noturno, deve-se intensificar as inspeções, dando atenção especial às áreas críticas, aos processos importantes e aos postos de trabalho-chave, a fim de garantir que os problemas sejam detectados e resolvidos em tempo hábil. É necessário fortalecer a educação em segurança entre os funcionários, superando a negligência e a falta de atenção durante o turno noturno. Eles devem respeitar conscientemente as regras de segurança e seguir as procedimentos estabelecidos. Quando se designa funcionários para executar tarefas de forma independente, é essencial, além de explicar as tarefas, realizar uma instrução adequada sobre segurança e técnicas de trabalho, bem como analisar os pontos de risco. Além disso, deve-se designar alguém com grande senso de responsabilidade para atuar como supervisor. 6. Quando há trabalhos simultâneos na mesma área de produção: quando duas ou mais equipes trabalham ao mesmo tempo na mesma área de produção, em um mesmo período de tempo, fatores como a falta de conhecimento dos trabalhadores terceirizados sobre as condições da área de produção, a má coordenação entre eles e as interferências mútuas podem facilmente causar acidentes. Medidas de prevenção: De acordo com as disposições da “Lei de Segurança no Trabalho”, quando duas ou mais unidades produtivas operam na mesma área de trabalho e isso pode colocar em risco a segurança produtiva uma da outra, é necessário firmar um acordo de gestão da segurança no trabalho. Esse acordo deve definir as responsabilidades de cada uma das partes em relação à gestão da segurança no trabalho, bem como as medidas de segurança que devem ser adotadas. Além disso, deve-se designar profissionais responsáveis pela inspeção e coordenação das questões relacionadas à segurança no trabalho. 7. Ao adotar novos processos, novos materiais, novos equipamentos, novos produtos, muitas vezes, em busca de ganhar tempo e velocidade, decide-se por implementá-los de forma apressada, sem realizar testes adequados, o que acaba levando a tragédias. Medidas de prevenção: Os profissionais técnicos e os responsáveis pela segurança devem realizar uma avaliação de riscos e uma análise dos sistemas de segurança antes de utilizar as “cinco novidades”. Além disso, é necessário que os operadores e as pessoas envolvidas recebam treinamento em segurança e passem por avaliações para poderem trabalhar. 8. Queda na eficiência, dificuldades na produção e operações: Diante da pressão para reduzir custos, algumas empresas fazem de tudo para diminuir os investimentos em segurança, o que enfraquece as medidas de proteção e aumenta o risco de acidentes. Medidas de prevenção: Em tempos difíceis, é ainda mais importante reforçar as práticas de segurança no trabalho. As desgraças não vêm sozinhas; elas se seguem uma após a outra. Quando o “balde de madeira” da gestão empresarial apresenta pontos fracos, é essencial termos uma mentalidade e consciência de gestão de crises, tomando medidas o mais rápido possível para superar esses fatores críticos. É necessário superar os fatores que causam crises, melhorar a gestão e aumentar a capacidade de segurança das empresas, de modo que elas possam manter uma situação de produção contínua, permanente e verdadeiramente segura. 9. Períodos antes e depois dos feriados, e em certas ocasiões especiais: Como os feriados se aproximam, alguns funcionários que trabalham em outros lugares querem concluir suas tarefas o mais rápido possível para voltar para casa e estar com seus entes queridos. Mesmo aqueles que já estão com a família, acabam tendo sua atenção dividida devido às celebrações dos feriados. Após os feriados, ao voltar ao trabalho, alguns funcionários ainda estão imersos no clima de alegria dos feriados, e suas mentes não estão realmente focadas no trabalho. Isso faz com que seja fácil cometer infrações por inércia. Além disso, devido a dificuldades e pressões no trabalho e na vida pessoal, esses funcionários ficam de mau humor, o que faz com que sua atenção se divida durante o horário de trabalho, levando a práticas inadequadas que podem causar acidentes. Medidas de prevenção: Os líderes de todas as hierarquias empresariais devem estar cientes, em tempo hábil, das condições psicológicas dos funcionários nesse período. É necessário realizar trabalhos de conscientização sobre segurança, dando assim “vacinas preventivas” aos funcionários, para que eles mantenham sempre a “segurança” como prioridade. Os responsáveis pela segurança devem frequentemente visitar os locais de produção para dar orientações e supervisionar as atividades.