HCBBS Forum (Português)
Submit Chemical Projects / Find Solutions
Amplify Your Requirements on a Broader Chemical Platform *Engineering · Technology · Equipment · Solutions*
Submit Request

Oito casos de acidentes graves na indústria química: acidentes de içamento em indústrias químicas

2016-10-01View Original

Thread Content

Este tópico foi editado pela última vez por “Peixe no Deserto” em 1/10/2016, às 17:38. Com o objetivo de facilitar a gestão dos oito principais riscos e perigos relacionados à indústria química, e para aumentar a consciência sobre esses riscos, esperamos que todos compartilhem casos práticos e discutam o assunto
Reply #22016-10-01
Acho que o autor pode organizar as informações por tópicos. Por exemplo, este tópico pode ser dedicado a informações sobre içamento, e o próximo tópico, às informações relacionadas ao uso de fogo. Posso ajudar a modificar os títulos. Quanto aos outros sete tópicos, você pode criá-los sozinho
Reply #32016-10-01
Resumo dos acidentes de içamento na indústria petroquímica. As operações de içamento são um elemento fundamental nas atividades de instalação de equipamentos na indústria petroquímica. Especialmente nas instalações de refino e processamento de petróleo de grande porte, essas operações envolvem equipamentos com grande diâmetro, peso elevado, necessidade de coordenação entre várias tarefas simultâneas e trabalho em alturas significativas. A capacidade de realizar essas operações de maneira segura e eficiente é crucial para o desenvolvimento do mercado da empresa e para seu desempenho operacional. Isso também afeta o desenvolvimento contínuo da empresa e determina o sucesso ou fracasso da gestão do projeto. Devido à necessidade de controle dos investimentos, nos últimos anos houve uma tendência de as instalações de refino e processamento se desenvolverem em ambientes com menos espaço físico ocupado. Com isso, aumentou a quantidade de trabalhos de içamento e os riscos associados a eles. Por consequência, tornou-se ainda mais difícil gerenciar e controlar a segurança nessas instalações. Portanto, garantir uma gestão e controle seguros do levantamento de equipamentos na construção de plantas de refino e processamento é uma das tarefas importantes que o gerenciamento de projetos enfrenta atualmente. I. Acidentes comuns em operações de içamento Em termos de construção e produção de instalações petroquímicas, independentemente do processo utilizado, os equipamentos utilizados geralmente incluem equipamentos dinâmicos (como máquinas e bombas) e equipamentos estáticos (ou seja, equipamentos utilizados no processo, como tanques e colunas). De acordo com as necessidades do processo, alguns equipamentos são instalados sobre fundações de concreto no chão; outros são instalados sobre estruturas de concreto em alturas elevadas; e ainda há aqueles que são instalados sobre estruturas de aço. Entre os equipamentos de bombas e equipamentos de troca de calor, os que apresentam maior dificuldade em termos de içamento são os equipamentos de unidade, como compressores, compressores de ar, chaminés e outros equipamentos de grande porte. Esses equipamentos costumam ser instalados sobre grandes fundações de concreto nos edifícios industriais, o que torna o seu içamento relativamente difícil. Já os equipamentos de bombas e equipamentos de troca de calor são mais fáceis de içar, graças ao uso de guindastes de grande porte. Os recipientes são geralmente divididos em recipientes verticais e recipientes horizontais. Os recipientes horizontais são geralmente içados no seu conjunto, de uma só vez, com o uso de guindastes; os recipientes verticais e os equipamentos do tipo torre são, na maioria dos casos, içados em partes, sendo posteriormente soldados no ar ou no chão, para que possam ser içados como um todo, de uma só vez. O plano de construção deve ser definido com base nas condições do local e no prazo de execução da obra. Para projetos de construção nova, as condições do local costumam ser boas, e geralmente se utiliza o método de montagem integral seguida de içamento único (desde que o peso permita). Em alguns casos, devido ao peso ou a atrasos na entrega dos materiais, e devido a restrições relacionadas às máquinas ou ao local, opta-se pelo içamento em etapas. Já para projetos de reforma, como a reforma de torres existentes, é necessário substituir a parte superior da torre, seja por causa da ampliação da distância entre os níveis da torre ou por alterações no processo de funcionamento; nesses casos, também se utiliza o método de montagem e soldagem no ar. Os equipamentos que chegam em partes exigem altos padrões de segurança durante o processo de içamento. Além disso, há muitas operações de “virar” nas seções de transição e nos tampões, o que dificulta as tarefas de levantamento. Em resumo, os acidentes mais comuns nas operações de içamento de equipamentos geralmente ocorrem nos seguintes aspectos: (i) Deformações na conexão entre o olhal de içamento e a parede da torre, o que gera riscos de acidentes. Quando se utiliza suportes tubulares para o levantamento de recipientes verticais, uma das extremidades do suporte é soldada diretamente à parede da torre, enquanto a outra extremidade é fechada com uma placa de vedação. Se for utilizado de maneira inadequada (sem compatibilidade), isso pode criar riscos de acidentes nas operações de içamento. (II) Cabos de guincho de guindastes – Acidentes causados por faíscas geradas pelos cabos de aço. Esse tipo de acidente é o mais comum nas operações de içamento. Nos locais de construção de projetos petroquímicos, há muitas atividades simultâneas, o que torna a situação bastante complexa. Em particular, os fios utilizados para soldagem se entrelaçam, e às vezes há áreas onde esses fios ficam expostos. Quando a corda de içamento entra em contato com eles, ocorrem faíscas elétricas, o que pode causar a ruptura da corda de içamento e, assim, acidentes. (III) O uso inadequado do veículo causou acidentes. Esse tipo de acidente ocorre frequentemente quando o objeto a ser içado está suspenso no ar. Quando o objeto está assim, uma das partes do guindaste se inclina para baixo, causando um deslocamento do centro de gravidade e, assim, provocando o acidente. (IV) Durante o processo de “virada”, ocorreram cargas de impacto inesperadas que causaram acidentes. Durante as atividades de instalação, e devido às necessidades do processo ou das etapas de trabalho, uma determinada seção da torre ou dos recipientes, ou outros objetos pesados, é virado 18° na direção vertical, a fim de permitir seu posicionamento em posições superiores ou inferiores. Isso facilita a realização de processos subsequentes, como soldagem, instalação de componentes internos e revestimento. Esse processo é mais utilizado na construção de reatores e regeneradores em dispositivos catalíticos, e também apresenta uma tendência elevada a acidentes, sendo assim um ponto-chave e difícil no que diz respeito à segurança e ao controle dos processos de içamento. Quando o objeto a ser içado está em posição de elevação e é virado para 9°, uma “carga de impacto” súbita é gerada na direção do giro, fazendo com que a corda principal se rompa. O objeto cai, ao mesmo tempo em que o braço do guindaste recua, podendo até quebrar e cair também, o que pode causar ferimentos graves às pessoas. (V) Acidentes causados pelo uso inadequado dos equipamentos de içamento. Esse tipo de acidente ocorre frequentemente durante as operações de içamento intermediário, quando os técnicos cometem erros no cálculo da força exercida pela corda de içamento principal. Isso faz com que os operadores usem incorretamente os equipamentos e as cordas de içamento. Além disso, os técnicos podem não compreender adequadamente a liberação de energia potencial do objeto a ser içado em diferentes estados durante o processo de içamento. Planos inadequados para as operações de içamento também contribuem para que a corda de aço utilizada se rompa, causando acidentes. (VI) Acidentes causados por comandos inadequados por parte do responsável pelo comando das operações de içamento durante o processo de trabalho. Nas condições de equipamentos modernos, o nível de compatibilidade entre pessoas, máquinas e ambiente é bastante alto. Quando um plano incompleto é executado, a carga aplicada ao cabo de elevação principal fica evidente; em caso de sobrecarga, acendem-se luzes amarelas ou vermelhas, ou é emitido um alarme. Nesse momento, se o responsável pela operação não tomar medidas imediatamente e insistir em continuar com o trabalho, pode ocorrer a ruptura do cabo de aço utilizado para a elevação, o que pode levar a acidentes graves. (VII) Nos levantamentos de grandes equipamentos, não se realiza uma inspeção detalhada antes do processo de levantamento, o que impede a eliminação atempada dos riscos potenciais, podendo assim causar acidentes. II. Gravidade das consequências dos acidentes durante as operações de içamento (I) Ocorrência de acidentes em massa. As operações de içamento diferem muito das operações de fixação em pequena escala, nas quais uma única pessoa utiliza uma única máquina. As operações de içamento exigem a participação e coordenação de várias pessoas. Durante a construção de instalações petroquímicas, há um grande número de trabalhadores no local onde ocorrem essas operações. Em caso de acidente, muitas pessoas costumam se envolver. (II) As consequências do acidente são graves. Acidentes com guindastes podem não apenas causar ferimentos em pessoas, mas também frequentemente levar a danos em grandes áreas de equipamentos e instalações. Em particular, a queda de equipamentos e o colapso das estruturas metálicas costumam causar acidentes graves. Quanto maior for a área de trabalho de içamento e maior for a capacidade de levantamento, maior será o grau de gravidade das consequências em caso de acidente. (III) Concentração dos tipos de acidentes. Acidentes causados por danos mecânicos são o principal tipo de acidente em operações de içamento, como: queda de objetos pesados, esmagamento, impacto de objetos e capotamento de guindastes. Além disso, também podem ocorrer choques elétricos ou outros ferimentos causados pelos materiais. Há tantos tipos de acidentes que podem ocorrer em um único equipamento, e de forma tão concentrada, o que é raro em qualquer outra máquina. III. Análise das causas dos acidentes Ao analisar os vários tipos de acidentes que ocorrem durante as operações de içamento em obras de petroquímica, sob uma perspectiva de segurança sistêmica, pode-se concluir que esses acidentes são causados por fatores de risco, como comportamentos inseguros das pessoas e condições inseguras dos equipamentos. A teoria moderna das cadeias causais de acidentes sustenta que os comportamentos inseguros das pessoas e as condições inseguras dos equipamentos são causados por fatores individuais e pelas condições de trabalho. Esses fatores são as causas diretas dos acidentes. No entanto, as causas profundas e fundamentais por trás desses comportamentos e condições inseguros são os erros de gestão. É importante notar que os fatores relacionados às pessoas e aos objetos são, ao mesmo tempo, causa e efeito um do outro. Por exemplo, às vezes, é o estado de insegurança dos objetos que leva a comportamentos inseguros por parte das pessoas; por sua vez, os comportamentos inseguros das pessoas contribuem para que os objetos fiquem em um estado de insegurança. (I) Análise dos comportamentos inseguros das pessoas: Os comportamentos inseguros das pessoas surgem de fatores como aspectos fisiológicos, psicológicos, ambientais e comportamentais. Trata-se de erros que podem ocorrer durante o processo de operação por parte dos operadores, causando falhas diretas. Também podem ocorrer durante o trabalho dos gestores, levando a erros de gestão. As principais causas desses erros são as seguintes: 1. Falta de educação em segurança e baixa consciência sobre a importância da segurança. A educação em segurança é insuficiente, o que resulta em deficiências nos conhecimentos e habilidades individuais. Além disso, a conscientização sobre a segurança é fraca, o que leva a uma atitude negligente no trabalho, a descuidos durante as tarefas, à preparação inadequada para o trabalho e à implementação incompleta de medidas técnicas de segurança. Tudo isso contribui para comportamentos inseguros por parte das pessoas. A teoria da segurança industrial sustenta que o comportamento inadequado das pessoas decorre, em primeiro lugar, de atitudes incorretas. Para levantamentos de grandes dimensões, é necessário realizar uma inspeção completa antes do processo, ou seja, verificar o estado de segurança dos pontos de ancoragem no chão, das cordas, dos guinchos e de outros equipamentos utilizados. Devido à negligência, muitos riscos não foram detectados, o que causou acidentes durante as operações de içamento. Alguns supervisores de içamento davam instruções de forma imprudente, confiando apenas em sua experiência e forçando o processo de içamento, o que também levou a acidentes. As condições de trabalho podem levar a erros, mas as condições de insegurança dos equipamentos podem ser eliminadas por meio de comportamentos corretos por parte das pessoas. Os acidentes ocorrem devido a “erros humanos”, o que também é sinal de uma gestão e controle insuficientes. A baixa conscientização em matéria de segurança por parte dos operadores, a não conformidade com as normas de trabalho e os erros dos gestores demonstram as deficiências na educação e treinamento em segurança. 2. Falta de conhecimentos e habilidades, além de medidas de segurança inadequadas durante a construção. A falta de consideração adequada por parte dos técnicos em relação ao processo de execução das tarefas, bem como a falta de esclarecimentos técnicos claros, levam a acidentes. Isso é um “erro humano” causado pelos gestores, o que reflete problemas na gestão geral da empresa. Nas operações de içamento intermediário, como, por exemplo, as operações de “virar” um objeto, os técnicos, ao elaborar o plano de trabalho, costumam levar em consideração o estado de suspensão do objeto no ar, o estado de virada e o estado final após a virada. No entanto, eles não calculam com precisão a “carga de impacto” que surge durante a transição do estado de suspensão para o estado de virada. Além disso, às vezes ignoram a ocorrência desse fenômeno de carga de impacto, o que pode causar acidentes. Além disso, ao içar os equipamentos da torre, se não se levar em conta a diferença de pressão entre o interior e o exterior durante a soldagem dos olhais de fixação, isso costuma causar deformações nas paredes da torre, criando assim riscos de acidentes. Portanto, se houver um plano de trabalho, deve haver também um plano de medidas de segurança, e essas medidas devem ser adequadas e eficazes. Planos técnicos incompletos, revisores negligentes que não verificam cuidadosamente as fórmulas ao analisar os planos e assinam às pressas também são problemas que não podem ser ignorados. A prática mostra que os acidentes causados por comportamentos inseguros das pessoas se manifestam, por um lado, em perdas econômicas diretas; por outro lado, em perdas econômicas indiretas de difícil avaliação. Isso envolve aspectos como a reputação da empresa, suas qualificações, o desenvolvimento de mercado e os resultados operacionais econômicos. Ao reforçar ainda mais a consciência dos operadores quanto à segurança no trabalho, ao melhorar a qualificação dos profissionais responsáveis pela gestão da segurança e ao elevar o nível geral de gestão empresarial, é possível eliminar ao máximo os riscos de acidentes, prevenindo e evitando sua ocorrência. (II) Análise do estado de insegurança dos objetos: nas condições atuais de equipamentos modernos, com o aprimoramento dos níveis tecnológicos de segurança, o grau de compatibilidade entre “pessoas, máquinas e ambiente” torna-se cada vez maior. Devido à complexidade dos locais de trabalho envolvidos na construção de instalações petroquímicas, é comum haver atividades simultâneas, o que dificulta a gestão da segurança durante as operações de içamento. Situações de risco podem surgir em todas as fases da construção, e isso se manifesta nos seguintes aspectos: 1. A situação de risco do terreno natural; mesmo quando são tomadas medidas de proteção, o risco de colapso do solo pode levar a acidentes durante o processo de içamento. 2. O fio do soldador estar exposto faz com que a estrutura de aço no local, os equipamentos de proteção individual e os equipamentos da torre fiquem eletrificados. Quando a corda principal do guindaste entra em contato com eles, surgem faíscas elétricas, o que causa a ruptura da corda de aço e gera acidentes. 3. Fatores ambientais como umidade do ar podem causar um desempenho inadequado dos equipamentos (como guinchos). Se não se fizer a devida inspeção e manutenção, isso pode levar a acidentes. 4. Estado de insegurança dos objetos causado por comportamentos humanos, como: durante o processo de elevação, o operador utilizou incorretamente o controle, o que resultou em acidentes de queda. Por exemplo: quando o soldador puxa o fio, se ele danificar a corda de aço sem informar, isso também costuma causar acidentes. Como mencionado anteriormente, as condições de insegurança dos materiais, causadas por fatores como as condições ambientais no local de trabalho e deficiências na gestão da construção civil, refletem, em última análise, as deficiências no nível geral de gestão da empresa. IV. Medidas de controle gerencial A análise dos comportamentos inseguros das pessoas e das condições inseguras dos equipamentos, que causam acidentes, mostra que, sejam problemas relacionados a práticas inadequadas no trabalho ou a condições inseguras do ambiente, todos eles têm como causa uma deficiência no controle gerencial. Ou seja, não há um controle eficaz sobre as fontes de risco. Com base na análise das causas desses acidentes, na execução de trabalhos em indústrias petroquímicas, a gestão e o controle da segurança durante as operações de levantamento de cargas devem se basear, primeiramente, no aperfeiçoamento do sistema de gestão de segurança da empresa e de seus mecanismos operacionais. É necessário focar na prevenção de acidentes, dando ênfase à gestão e ao controle dos erros humanos. Devem ser realizados os seguintes esforços: (i) Fortalecer a implementação das responsabilidades dos responsáveis em todos os níveis. Nos casos em que a aprovação de planos não é feita de maneira séria, o que leva a acidentes, é necessário realizar ajustes e melhorias contínuos no sistema de gestão da empresa, em seus mecanismos operacionais e na responsabilidade dos líderes. Além disso, devem ser estabelecidas regulamentações, padrões e sistemas adequados para garantir a segurança no trabalho. É importante enfatizar a gestão por objetivos, aplicando plenamente o sistema de responsabilidade pela segurança no trabalho, com o líder executivo como principal responsável. É preciso identificar os riscos potenciais e tomar medidas para evitar acidentes. (II) Fortalecer a formação e o treinamento em segurança. Diante das atitudes incorretas, das deficiências nas habilidades de operação e dos conhecimentos insuficientes dos gestores no que diz respeito às atividades de içamento de equipamentos em indústrias petroquímicas, é necessário começar por melhorar a qualidade das pessoas envolvidas. É preciso realizar atividades de educação e treinamento em segurança de forma eficaz, dando ênfase à educação sobre os procedimentos e normas de segurança. Nos métodos de ensino, deve-se combinar abordagens científicas com técnicas adequadas, utilizando tanto recompensas quanto punições. É essencial trabalhar nos três aspectos: tecnologia, educação e aplicação rigorosa das normas. Com esforços contínuos, é possível melhorar a qualidade das pessoas e, ao mesmo tempo, elevar o nível geral de gestão da empresa. (III) Esforçar-se para aprimorar os equipamentos técnicos de segurança das empresas. Devem ser adotadas, sempre que possível, medidas técnicas de segurança. Como as pessoas têm capacidade de ação, e considerando as diversas variáveis do ambiente, a eficácia da educação e do treinamento é limitada. Portanto, sempre que as condições econômicas o permitirem, é necessário aprimorar os equipamentos e meios de proteção dos trabalhadores, visando elevar o nível de modernização das empresas. (IV) Fortalecer o controle da gestão em todo o processo de execução das tarefas. É necessário dar ênfase à gestão segura do sistema, reforçando a segurança nas operações de içamento em todos os níveis, durante todo o processo e em todas as áreas. Nenhum aspecto pode ser negligenciado, desde as soluções técnicas até as medidas de segurança. Desde a explicação das técnicas de trabalho até todo o processo de execução no local, e até mesmo após o término da obra, sempre que houver um plano de produção, deve haver também um plano de medidas de segurança. Sempre que houver pontos críticos nas obras, deve haver também um acompanhamento especial para garantir a segurança, implementando assim uma gestão abrangente e multidimensional.
Reply #42016-10-01
Empresas químicas: que não haja muitos acidentes com levantamento de cargas durante a construção, obras de manutenção. Sugere-se que o autor colete principalmente informações sobre acidentes desse tipo que ocorrem durante a operação normal da empresa

Submit a Project

**Looking for Chemical Technology, Equipment & Solutions?** No Registration Required Broader Platform Exposure | Global Chemical Service Provider Connections

Submit Request — Free Consultation

Disclaimer

This is an automated machine translation of the original thread. Some technical terms may have inaccuracies; the original text shall prevail. Click "View Original" at the top right to access the source page, which supports IP-based automatic real-time language translation. Please watch out for contact details and sales inducements to prevent fraud. All content and translations are for reference only, representing solely the poster's personal views. For enquiries, email service@hcbbs.com.