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Poema antigo transformado em três versos e meio – é engraçado demais! Vamos tentar todos. Versão online: Arando o campo ao meio-dia, o suor cai sobre a terra sob as plantas. Quem diria que a comida no prato pode ser venenosa. O dia termina ao pé da montanha; o Rio Amarelo flui em direção ao mar. Quem deseja ver a paisagem por milhas de distância, encontra neblina no caminho. Sob a luz do sol, o incensário emite fumaça roxa; de longe, vê-se a cachoeira pendurada sobre o rio. Água que cai a três mil pés de altura, Ações.
Ganso, ganso, ganso… Cantam com o pescoço erguido em direção ao céu. Penas brancas flutuando sobre águas verdes. Cozido no molho vermelho: lol
São só esses os poemas antigos que consigo me lembrar. Além disso, você ainda os modificou
Luz da lua diante da cama, dois pares de sapatos no chão. Olho para a lua brilhante, sem pressa
Uma garrafa de vinho entre as flores… Bebo sozinho, sem companhia. Levanto a taça em homenagem à lua… Mas não há vegetais para acompanhar!
Nenhuma ave voa entre as mil montanhas; não há vestígios de pessoas em todos os caminhos. Um homem sozinho, com capa e chapéu de palha, procura por sua companheira.
O caminho de pedras sobe pelas montanhas frias, em direção a lugares onde há casas, entre as nuvens brancas. Parar o carro para fazer amor ao entardecer, flagrante!
Este tópico foi editado pela última vez por slll611 em 17/12/2016, às 21:40. “Bela mulher com cortinas de contas; sentada, com sobrancelhas franzidas.” Vê-se que as lágrimas molharam o rosto, escorrendo.