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O maior forno de cracking de gás etileno do país foi com sucesso colocado em operação na Zhenhai Refining & Chemical

2016-07-28View Original

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Em 21 de julho, o maior forno de cracking de gás do país, com capacidade de 200 mil toneladas por ano, passou por avaliação de desempenho. Este forno de cracking de gás, que possui propriedade intelectual totalmente independente da Sinopec, já está em operação estável na refinaria de Zhenhai há 30 dias. Isso demonstra que a capacidade de inovação tecnológica da China no setor de etileno aumentou ainda mais, o que contribui para fortalecer ainda mais a reputação da China como país líder em tecnologias de refino.   O forno de pirólise é a instalação principal e o equipamento essencial para a produção de etileno. A entrada em operação do forno de cracking de gás da Zhenhai Refining & Chemical, com capacidade de 200 mil toneladas por ano, não só aumentou a capacidade de produção de etileno em 10%, como também proporcionou maior flexibilidade na seleção dos materiais de partida, elevando assim a competitividade geral do etileno a um novo nível.   O forno de pirólise de gás utiliza a tecnologia CBL desenvolvida pela Sinopec, e se destaca por quatro inovações: tamanho maior, capacidade de processar tanto gás quanto líquidos, estrutura com dois compartimentos de combustão e tecnologia ecologicamente sustentável.   O projeto, a fabricação e a construção do forno de pirólise de gás com capacidade de 200 mil toneladas por ano foram totalmente realizados no país. Foi a empresa China Petrochemical Engineering Corporation (SEG) quem projetou e construiu o equipamento, o que destaca a vantagem competitiva da tecnologia chinesa em área de refino e processamento de petróleo. Como proprietários, a Zhenhai Refining e as empresas responsáveis pela pesquisa, projeto, construção e supervisão trabalham em conjunto, esforçando-se para criar projetos de alta qualidade e exemplares. Levaram apenas 25 meses do início da perfuração até a conclusão das obras, e apenas 5 meses desde o início do processo de aquecimento do forno até a partida da unidade de produção.   Atualmente, as condições de operação do forno permanecem estáveis. A proporção de nafta diminuiu ainda mais, a leveza dos materiais utilizados como matéria-prima aumentou, e a taxa de obtenção de produtos de alto valor agregado também aumentou.
Reply #22016-07-28
Muito bom! Então, este é um forno de butano-propano, ou um forno para a pirólise de hidrocarbonetos leves? Depois de 30 dias de funcionamento estável, já chegou ao ponto de queimar? Quantos níveis de resfriamento este forno possui?
Reply #32016-08-11
Por melhor que seja o design do forno de pirólise, se forem utilizados materiais inadequados, ainda assim haverá obstrução dos tubos. Algumas empresas petroquímicas, após o entupimento dos tubos nos fornos de pirólise, continuam a operar apesar dos problemas, com o objetivo de atingir metas de desempenho. Será que elas não temem que algo ruim aconteça?

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