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Pontos-chave e exemplos para a elaboração de sistemas de gestão da saúde ocupacional e procedimentos operacionais

2016-08-24View Original

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Pontos importantes e exemplos para a elaboração de sistemas e procedimentos de gestão da saúde ocupacional:
I. Sistema de responsabilidades na prevenção e controle dos riscos ocupacionais
II. Sistema de informação sobre os riscos ocupacionais
III. Sistema de declaração dos riscos ocupacionais
IV. Sistema de treinamento e educação em saúde ocupacional
V. Sistema de manutenção das instalações de proteção contra riscos ocupacionais
VI. Sistema de gestão dos equipamentos de proteção dos trabalhadores
VII. Sistema de monitoramento contínuo dos riscos ocupacionais
VIII. Sistema de gestão dos registros de saúde ocupacional dos trabalhadores
IX. Procedimentos operacionais relacionados à saúde ocupacional em diferentes cargos:
(i) Procedimentos operacionais relacionados à saúde ocupacional em postos de trabalho com amônia líquida
(ii) Procedimentos operacionais relacionados à saúde ocupacional em postos de trabalho de pintura
(iii) Procedimentos operacionais relacionados à saúde ocupacional em postos de trabalho de tratamento químico
(iv) Procedimentos operacionais relacionados à saúde ocupacional em postos de trabalho de fosfatização
(v) Procedimentos operacionais relacionados à saúde ocupacional em postos de trabalho com reatores
(vi) Procedimentos operacionais relacionados à saúde ocupacional em armazéns de óleo
X. Sistema de gestão de atividades perigosas:
(i) Sistema de gestão de proteção contra poeiras
(ii) Sistema de gestão de proteção contra substâncias tóxicas
(iii) Sistema de gestão de proteção contra ruído
(iv) Sistema de gestão de proteção contra altas temperaturas

Pontos importantes e exemplos para a elaboração de sistemas e procedimentos de gestão da saúde ocupacional:
I. Sistema de responsabilidades na prevenção e controle dos riscos ocupacionais
1. Pontos importantes para a elaboração: É necessário definir claramente o objetivo e as bases do sistema de responsabilidades na prevenção e controle dos riscos ocupacionais. Incluir explicitamente as atividades de prevenção e controle dos riscos profissionais no sistema de responsabilidade por objetivos dos principais responsáveis pela empresa. Esclarecer as responsabilidades dos departamentos e das pessoas envolvidos na prevenção e no controle dos riscos profissionais. 2. Exemplos de sistemas de responsabilidade para a prevenção e controle dos riscos ocupacionais – Disposições gerais
I. Com o objetivo de implementar as leis, regulamentos, normas e padrões relacionados à prevenção e controle dos riscos ocupacionais, fortalecer a gestão dessas atividades, melhorar o nível de prevenção e controle desses riscos, e garantir efetivamente a saúde e a segurança dos trabalhadores durante o processo de trabalho, este sistema foi criado com base nas disposições da “Lei de Prevenção e Controle das Doenças Ocupacionais” e das “Regras Provisórias para a Supervisão da Saúde Ocupacional nos Locais de Trabalho”. II. Este sistema visa implementar, em nível organizacional e institucional, o princípio de que “quem gerencia a produção também deve cuidar da segurança”. Dessa forma, os líderes de todos os níveis, os departamentos funcionais, os setores de produção e os funcionários passam a ter clareza sobre suas responsabilidades no que diz respeito à prevenção dos riscos profissionais. Assim, cada um cumpre seu papel, assumindo suas responsabilidades, e isso contribui para a prevenção desses riscos e para o desenvolvimento sustentável da produção. III. Este regulamento define as responsabilidades, desde a direção da empresa até os diferentes departamentos, no que diz respeito à prevenção de riscos ocupacionais. Em caso de ocorrência de acidentes relacionados a riscos ocupacionais na empresa, as responsabilidades serão determinadas de acordo com este regulamento. IV. Para garantir a efetiva implementação deste sistema, em caso de quaisquer mudanças no sistema administrativo, as responsabilidades estabelecidas neste sistema serão aplicadas às áreas funcionais e aos responsáveis correspondentes. Responsabilidades dos departamentos e funcionários
I. Responsabilidades do responsável principal
1. Implementar rigorosamente as leis, regulamentos, normas e padrões relacionados à prevenção de riscos ocupacionais, garantindo a aplicação de sistemas de responsabilidade na área de prevenção desses riscos em todos os níveis, a fim de assegurar a saúde e a segurança dos trabalhadores durante o processo de trabalho. 2. Estabelecer uma estrutura de gestão da saúde ocupacional adequada ao tamanho da empresa, com profissionais dedicados ou em regime de meio período para cuidar da prevenção e controle dos riscos ocupacionais na empresa. 3. Apresentar anualmente ao conselho de representantes dos funcionários um relatório sobre o plano de prevenção e controle dos riscos profissionais na empresa, bem como sobre a implementação desse plano. Além disso, é necessário ouvir atentamente as opiniões dos funcionários a respeito das questões relacionadas à saúde ocupacional na empresa, e encarregar os departamentos responsáveis de tratar e resolver prontamente as sugestões e opiniões apresentadas. 4. É realizada uma reunião do grupo de liderança em saúde ocupacional a cada trimestre, com o objetivo de ouvir os relatórios sobre as atividades realizadas e de planejar e desenvolver estratégias para prevenir e controlar os riscos ocupacionais. 5. Organizar a criação e o aperfeiçoamento dos sistemas de responsabilidade, regulamentos e procedimentos operacionais para a prevenção e controle dos riscos profissionais na unidade. 6. Supervisionar e verificar as atividades de prevenção dos riscos profissionais na própria unidade, eliminando prontamente quaisquer potenciais riscos relacionados ao trabalho. Assegurar o investimento na prevenção e controle dos riscos profissionais nas empresas, e sua implementação eficaz. 7. Organizar a criação e implementação de um plano de emergência para lidar com acidentes relacionados a riscos profissionais na unidade em questão. 8. Relatar imediatamente e com precisão os acidentes relacionados a riscos profissionais. 9. Assumir, de acordo com a lei, a responsabilidade de liderança pela prevenção e controle dos riscos ocupacionais na empresa. 10. No final de novembro de cada ano, deve-se apresentar um relatório às autoridades locais responsáveis pelo controle dos riscos ocupacionais, com informações sobre a gestão desses riscos na empresa ao longo do ano. II. Responsabilidades da pessoa encarregada da saúde ocupacional
Sob a liderança do responsável principal da empresa, e de acordo com as leis, regulamentos, normas e padrões relacionados à prevenção e controle dos riscos ocupacionais, essa pessoa é responsável por organizar e implementar as medidas necessárias para a prevenção desses riscos. As suas responsabilidades específicas são:
1. Elaborar planos e estratégias para a prevenção e controle dos riscos ocupacionais; aperfeiçoar e revisar os sistemas de gestão da saúde ocupacional, bem como as normas de segurança no trabalho. De acordo com a divisão de tarefas entre os diferentes departamentos, definir as responsabilidades de cada um e garantir a implementação efetiva dessas medidas. Além disso, é responsável por supervisionar e garantir que os recursos destinados à prevenção e controle dos riscos ocupacionais sejam utilizados corretamente. 2. Organizar treinamentos e ações de conscientização para os funcionários da empresa sobre as regulamentações relacionadas à saúde ocupacional, bem como sobre os conhecimentos necessários para prevenir riscos profissionais. É necessário elogiar e recompensar aqueles que contribuem para a prevenção dos riscos profissionais. Por outro lado, aqueles que violam as regras ou não cumprem com suas obrigações devem ser criticados, educados e punidos. 3. Organizar regularmente inspeções para a prevenção e controle dos riscos ocupacionais. Os problemas identificados devem ser analisados prontamente, devendo-se estabelecer medidas corretivas para que os departamentos resolvam esses problemas dentro do prazo estipulado, com o objetivo de eliminar rapidamente os riscos associados aos acidentes ocupacionais. 4. Organizar regularmente reuniões com os membros do grupo de trabalho responsável pela prevenção dos riscos ocupacionais, para ouvir os relatórios de todos os departamentos, oficinas e funcionários sobre questões relacionadas à saúde ocupacional, e tomar medidas oportunas. 5. Em caso de acidentes relacionados a riscos profissionais, é necessário agir de maneira científica e adequada, comunicar os fatos imediatamente, cooperar ativamente com as autoridades responsáveis para investigações e soluções, e tomar medidas severas contra os responsáveis. 6. Assumir, de acordo com a lei, a responsabilidade direta pela prevenção e controle dos riscos profissionais. III. Responsabilidades do departamento técnico 1. Elaborar planos para os processos de produção da empresa e para melhorias técnicas, planejar medidas de segurança técnica, proteção ao trabalhador e prevenção de riscos profissionais, entre outras. Isso visa melhorar as condições de trabalho dos funcionários e promover uma produção mais civilizada. 2. Elaborar documentos técnicos e regulamentos relacionados ao processo de produção, além de criar e fornecer informações técnicas sobre os tipos, fontes e locais de ocorrência dos fatores de risco ocupacional no processo de produção. 3. Realizar manutenção e reparos nas instalações de produção e nos equipamentos de proteção, a fim de garantir seu funcionamento seguro. 4. Ser responsável, do ponto de vista técnico, pela prevenção e controle dos riscos ocupacionais na empresa. IV. Responsabilidades do departamento de gestão da saúde ocupacional 1. Sob a liderança do grupo de liderança para a prevenção e controle das doenças ocupacionais na empresa, promover a realização de atividades relacionadas à saúde ocupacional, bem como a aplicação das **leis, regulamentos e padrões aplicáveis. 2. Organizar a realização de treinamentos e capacitações em saúde ocupacional para os funcionários das empresas, além de resumir e disseminar as melhores práticas em gestão da saúde ocupacional. 3. Organizar exames de saúde ocupacional para os funcionários e criar arquivos com os resultados desses exames. 4. Realizar de forma rigorosa o monitoramento diário dos fatores de risco relacionados às doenças ocupacionais. 5. Auxiliar os departamentos responsáveis na elaboração de sistemas de trabalho e procedimentos operacionais, além de supervisionar e verificar a sua aplicação. 6. Realizar inspeções regulares no local; em relação aos riscos de segurança identificados durante essas inspeções, existe o direito de exigir que sejam corrigidos. Os riscos mais graves devem ser relatados por escrito à equipe responsável pela liderança. V. Responsabilidades dos gestores de saúde ocupacional em tempo integral (ou parcial) 1. Cumprir diligentemente as responsabilidades relacionadas à gestão da saúde ocupacional, nos termos dos regulamentos e padrões estabelecidos a nível nacional, provincial e municipal, bem como das regras e procedimentos aplicáveis. Resumir e analisar as diversas medidas e planos técnicos, e supervisionar os departamentos responsáveis para garantir que sejam implementados dentro do prazo estipulado. 2. Organizar a participação na realização de treinamentos sobre saúde ocupacional para os funcionários, além de verificar e garantir que eles utilizem corretamente os equipamentos de proteção individual. 3. Realizar o monitoramento diário dos fatores de risco ocupacional, além do registro, relatórios e criação de arquivos correspondentes. 4. Auxiliar os departamentos responsáveis na elaboração de sistemas de gestão da saúde ocupacional e de procedimentos operacionais relacionados à segurança e saúde no trabalho, além de supervisionar a aplicação desses sistemas. 5. Organizar regularmente inspeções no local; em caso de constatação de condições inseguras durante essas inspeções, há o direito de determinar que tais condições sejam corrigidas, ou de comunicar imediatamente a equipe responsável para que tome as medidas necessárias. 6. Participar na investigação e resolução de acidentes relacionados a riscos profissionais. 7. Responsável por criar os registros e arquivos de gestão da saúde ocupacional da empresa, além de cuidar dos processos de registro, armazenamento e declaração. VI. Responsabilidades do responsável pela oficina: Trabalhar sob a liderança do responsável pelo setor, com as seguintes responsabilidades específicas: 1. Implementar as medidas do sistema de prevenção e controle dos riscos ocupacionais na empresa em cada etapa do processo. 2. Organizar treinamentos e capacitações sobre saúde ocupacional para os funcionários da oficina, além de fornecer equipamentos de proteção individual. 3. Supervisionar os funcionários para que produzam de acordo com as normas de operação, garantindo o uso correto dos equipamentos de proteção individual. Impedir rigorosamente operações irregulares e arriscadas. 4. Realizar inspeções periódicas na área da oficina, identificando os problemas nos equipamentos e nas instalações de proteção existentes, e comunicá-los imediatamente à equipe de liderança, para que sejam tomadas as medidas necessárias. 5. Em caso de acidentes relacionados a riscos profissionais, é necessário comunicar o fato imediatamente e organizar os procedimentos de resgate com rapidez. 6. Assume total responsabilidade pela prevenção e controle dos riscos ocupacionais nesta oficina. VII. Responsabilidades relacionadas à prevenção de riscos ocupacionais 1. Participar de treinamentos e atividades voltadas para a prevenção de riscos ocupacionais, adquirir conhecimentos técnicos sobre esse tema, respeitar todas as regras e procedimentos relacionados à prevenção de riscos ocupacionais, e comunicar imediatamente qualquer risco identificado. 2. Usar e guardar corretamente todos os equipamentos de proteção individual, ferramentas e dispositivos de segurança. 3. Não realizar trabalhos de forma irregular, e convencer ou impedir que outros realizem tais atividades. Tem o direito de se recusar a seguir ordens irregulares, devendo comunicar isso imediatamente ao responsável pela empresa. 4. Quando houver risco de acidentes relacionados a perigos ocupacionais no local de trabalho, deve-se informar os responsáveis pela supervisão, e as atividades devem ser interrompidas até que o perigo seja eliminado. II. Sistema de informação sobre riscos profissionais 1. Pontos importantes para a elaboração Definir o objetivo e as bases do sistema de informação sobre riscos profissionais. Esclarecer o escopo da informação sobre os riscos profissionais para os trabalhadores. Esclarecer a forma e os requisitos para a informação sobre os riscos profissionais aos trabalhadores. Esclarecer o conteúdo que deve ser comunicado de forma precisa sobre os riscos profissionais (incluindo: os riscos profissionais que podem surgir durante o trabalho e suas consequências, as medidas de proteção contra esses riscos, bem como os resultados dos exames de saúde ocupacional antes do início do trabalho, durante a jornada de trabalho e após sua conclusão). 2. Exemplo: Sistema de informação sobre riscos ocupacionais. Com o objetivo de prevenir, controlar e eliminar os riscos ocupacionais, evitando assim que eles ocorram, e para proteger efetivamente a saúde dos funcionários das empresas, bem como seus direitos relacionados, este sistema foi criado de acordo com as disposições da “Lei de Prevenção e Controle de Doenças Ocupacionais” e das “Regras Provisórias para a Supervisão e Gestão da Saúde Ocupacional nos Locais de Trabalho”. I. As empresas devem criar, para seus funcionários, um ambiente de trabalho e condições que atendam aos **padrões de saúde ocupacional e exigências relacionadas à saúde. Além disso, devem tomar medidas para garantir que os trabalhadores tenham acesso às proteções necessárias para sua saúde ocupacional. II. Informações antes do início do trabalho 1. Ao celebrar contratos com os novos e antigos funcionários, o departamento de recursos humanos da empresa deve informá-los, de forma clara, sobre os riscos profissionais que podem surgir durante o desempenho das funções, bem como suas consequências. Além disso, devem ser mencionadas as medidas de proteção contra esses riscos e os benefícios associados. Tudo isso deve constar no contrato de trabalho. Caso não tenha sido firmado com os funcionários em serviço um contrato de informação sobre os riscos profissionais, deve-se celebrar um novo contrato com eles, de acordo com as disposições legais e regulamentares relativas à prevenção e controle dos riscos profissionais. 2. Durante o período em que o empregado está sob contrato de trabalho, e devido a mudanças no cargo ou nas responsabilidades profissionais, caso ele seja obrigado a realizar tarefas que envolvam riscos ocupacionais não mencionados no contrato de trabalho, os departamentos responsáveis pela gestão de pessoal e pela saúde ocupacional da empresa devem informar o empregado sobre esses riscos. Além disso, deve-se firmar um contrato adicional para esclarecer esses riscos ocupacionais. II. Informação no local de trabalho 1. As empresas devem instalar quadros de avisos em locais visíveis nas suas oficinas de produção. A instituição responsável pela saúde ocupacional deve divulgar as regras e procedimentos relacionados à prevenção dos riscos ocupacionais, as medidas de emergência para acidentes relacionados a esses riscos, bem como os resultados dos testes e avaliações dos fatores de risco no local de trabalho. Os departamentos responsáveis devem fornecer, em tempo hábil, o conteúdo que precisa ser divulgado. 2. As organizações responsáveis pela saúde ocupacional devem colocar sinais de aviso e instruções em chinês em locais bem visíveis nos postos de trabalho onde existem riscos ocupacionais. As instruções de alerta devem indicar os tipos de riscos profissionais, as consequências, bem como as medidas de prevenção e de resposta em situações de emergência. III. Comunicação dos resultados da avaliação. Informar os funcionários sobre os resultados dos exames de saúde ocupacional de forma transparente, e comunicar imediatamente a eles qualquer suspeita de risco ocupacional. Quando um funcionário deixa a empresa, se ele solicitar uma cópia do seu prontuário de saúde ocupacional, a empresa deve fornecê-la de forma honesta e gratuita, além de assinar a cópia fornecida. IV. As organizações responsáveis pela gestão da saúde ocupacional realizam, de forma regular ou irregular, supervisões, inspeções e orientações quanto à aplicação das informações relativas aos riscos ocupacionais, a fim de garantir a efetiva implementação desse sistema de informação. V. As organizações responsáveis pela saúde ocupacional realizam treinamentos e avaliações periódicas, antes do início do trabalho e durante o período de atuação dos funcionários, para que todos possuam habilidades para prevenir e controlar os fatores de risco ocupacional. VI. Caso as informações necessárias não sejam comunicadas de forma adequada aos trabalhadores, estes têm o direito de se recusar a realizar o trabalho. As empresas não podem rescindir ou encerrar os contratos de trabalho celebrados com seus funcionários somente porque estes se recusam a realizar suas tarefas. III. Sistema de declaração de riscos ocupacionais 1. Pontos importantes para a elaboração Definir o objetivo e as bases do sistema de declaração de riscos ocupacionais. Determinar o departamento responsável e as pessoas encarregadas do processo de declaração dos riscos profissionais. Descrever em detalhes o conteúdo da declaração sobre os riscos profissionais: (local onde ocorrem os riscos profissionais, pessoas envolvidas, matérias-primas utilizadas, processo de produção, fatores de risco profissional que podem surgir ou existir, etc.). Esclarecer os departamentos responsáveis, o período de tempo, a data e os requisitos relacionados à arquivamento. 2. Exemplo: Sistema de declaração de riscos ocupacionais. Para garantir a saúde e a segurança dos trabalhadores, bem como para prevenir riscos ocupacionais, este sistema foi criado com base nas disposições da “Lei de Prevenção e Controle de Doenças Ocupacionais”, das “Regras Provisórias para o Monitoramento e Gestão da Saúde Ocupacional nos Locais de Trabalho” e das “Normas para a Declaração de Riscos Ocupacionais nos Locais de Trabalho”. I. A tarefa de declarar os riscos ocupacionais é responsabilidade principal das instituições responsáveis pela gestão da saúde ocupacional, com a colaboração ativa das áreas funcionais relacionadas. II. A empresa deve fazer uma declaração anual aos órgãos responsáveis pela supervisão da segurança no trabalho. A declaração pode ser feita tanto online quanto por escrito. É necessário preencher cuidadosamente o “Formulário de Declaração de Riscos Ocupacionais no Local de Trabalho” e assiná-lo com o selo oficial da empresa. Em seguida, o documento deve ser entregue aos órgãos responsáveis pela supervisão da segurança no trabalho para registro. Após o registro, a empresa recebe um comprovante de aceitação da declaração. III. O conteúdo da declaração inclui, principalmente, os seguintes aspectos: 1. Informações básicas sobre a unidade de produção e operação ; 2. Situação das tecnologias de produção, dos processos e dos materiais que geram fatores de risco ocupacional ; 3. Tipos, concentrações e intensidade dos fatores de risco ocupacional no local de trabalho ; 4. Número de pessoas expostas a fatores de risco ocupacional no local de trabalho e sua distribuição ; 5. Disponibilidade de equipamentos de proteção contra riscos profissionais e equipamentos de proteção individual ; 6. Gestão dos trabalhadores expostos a fatores de risco ocupacional ; 7. Outros documentos exigidos por leis, regulamentos e normas. IV. Quando ocorrerem mudanças significativas nos seguintes aspectos, é necessário comunicar essas alterações ao departamento responsável pela segurança no prazo estipulado: 1. Em casos de construção nova, reforma, ampliação, modernização tecnológica ou introdução de tecnologias novas, a comunicação deve ser feita dentro de 30 dias a partir da data de conclusão da obra ; 2. Caso haja mudanças em tecnologias, processos ou materiais, que causem alterações significativas nos fatores de risco ocupacional originalmente declarados e em seus detalhes relacionados, a declaração deve ser feita dentro de 15 dias a partir da data da mudança nas tecnologias, processos ou materiais ; 3. Quando houver mudança no nome da unidade produtiva ou comercial, ou no nome do representante legal ou do responsável principal, é necessário fazer a declaração dentro de 15 dias a partir da data da mudança. 4. Caso as atividades de produção e negócios sejam interrompidas, é necessário comunicar isso ao departamento responsável pela segurança no trabalho dentro de 15 dias a partir da data de interrupção dessas atividades, e realizar os procedimentos necessários. IV. Sistema de treinamento e educação em saúde ocupacional 1. Pontos principais para a elaboração Definir os objetivos e as bases do sistema de treinamento e educação em saúde ocupacional. Determinar o departamento responsável e as pessoas encarregadas do trabalho de treinamento em saúde ocupacional. Definir o conteúdo da formação em saúde ocupacional. Esclarecer o escopo dos profissionais responsáveis pela formação e capacitação em saúde ocupacional, o período de treinamento, bem como o tempo total de formação ao longo do ano. Esclarecer os requisitos de retreinamento para pessoas que não passaram no treinamento em saúde ocupacional. Definir o conteúdo dos arquivos de treinamento e educação em saúde ocupacional, bem como o prazo de armazenamento desses arquivos. 2. Exemplo: Sistema de treinamento e educação em saúde ocupacional. Com o objetivo de aumentar a consciência e a capacidade dos funcionários de se protegerem, e de acordo com as disposições da “Lei de Prevenção e Controle de Doenças Ocupacionais” e das “Regras Provisórias para a Supervisão e Gestão da Saúde Ocupacional nos Locais de Trabalho”, este sistema foi criado, levando em consideração as condições específicas da empresa. Ele visa fornecer aos funcionários treinamento sobre as leis e regulamentos relacionados à saúde ocupacional, conhecimentos técnicos, procedimentos operacionais, bem como sobre o uso correto e manutenção dos equipamentos de proteção contra riscos ocupacionais e dos equipamentos de proteção pessoal. I. O departamento de treinamento de pessoal, em conjunto com o departamento responsável pela saúde ocupacional, realiza treinamentos sobre saúde ocupacional antes que os funcionários comecem a trabalhar, bem como treinamentos periódicos durante o período de trabalho. Além disso, esses departamentos se encarregam de disseminar conhecimentos sobre saúde ocupacional, incentivando os funcionários a cumprir as leis, regulamentos e procedimentos relacionados à prevenção de doenças ocupacionais. Eles também orientam os funcionários sobre como usar corretamente os equipamentos de proteção contra doenças ocupacionais e os equipamentos de proteção pessoal. II. O departamento de treinamento de pessoal, em conjunto com o departamento responsável pela saúde ocupacional, deve, de acordo com as exigências legais e outras normas, bem como com as condições reais da empresa e as necessidades dos cargos, identificar periodicamente as necessidades de treinamento em matéria de segurança. Além disso, esses departamentos devem elaborar e implementar planos de treinamento em segurança, disponibilizando os recursos necessários para isso. Deve-se manter registros das atividades de treinamento e capacitação em segurança, criar arquivos relacionados a esses treinamentos, implementar uma gestão por níveis, e avaliar e aprimorar os resultados do treinamento. III. Divulgação da saúde ocupacional 1. As empresas utilizam painéis de divulgação, quadros informativos (cartazes), jornais internos, reuniões, treinamentos e afixação de cartazes como formas de promover regularmente a saúde ocupacional. 2. As oficinas departamentais devem utilizar as reuniões antes e depois do turno de trabalho, a leitura de comunicados sobre segurança, explicações sobre os riscos ocupacionais no local de trabalho, além de placas indicativas desses riscos e quadros de avisos, para promover a saúde ocupacional. IV. Treinamento e educação em saúde ocupacional (I) Conteúdo do treinamento 1. Leis, regulamentos e padrões relacionados à saúde ocupacional ; 2. Conhecimentos básicos sobre saúde ocupacional ; 3. Sistema de gestão da saúde ocupacional e procedimentos operacionais ; 4. Uso correto e manutenção dos equipamentos de proteção contra riscos profissionais, bem como dos equipamentos de proteção utilizados pessoalmente ; 5. Medidas de emergência para situações de acidente, habilidades básicas, etc ; 6. Casos de acidentes relacionados a riscos profissionais. (II) Público-alvo e métodos de treinamento 1. Treinamento em segurança para os principais responsáveis da empresa e para os profissionais responsáveis pela gestão da saúde ocupacional. Eles devem participar de treinamentos oferecidos por instituições reconhecidas pelos órgãos de fiscalização de segurança, e só podem trabalhar após obterem a certificação necessária. De acordo com o prazo de validade do documento, é necessário realizar um treinamento de reciclagem quando ele expirar. 2. Treinamento em segurança para novos trabalhadores que ingressam na empresa: Todos os novos trabalhadores, pessoas transferidas para a empresa, estudantes universitários ou técnicos recém-designados para trabalhar lá, bem como aqueles que vêm à empresa para estágios, devem ser comunicados pelo departamento de recursos humanos ao departamento de segurança. Este último é responsável por organizar o treinamento em segurança em três níveis: empresa, oficina e equipe. Somente após passarem nos exames é que eles poderão começar a trabalhar. Os resultados dos exames são arquivados para futuras referências. 1) A formação e capacitação dos funcionários das empresas é organizada pelo departamento responsável pela segurança. Os conteúdos da formação incluem: (1) as diretrizes, políticas e leis do partido e do governo relacionadas à saúde ocupacional, como a “Lei de Segurança no Trabalho”, a “Lei de Prevenção e Controle de Doenças Ocupacionais”, as “Regras Provisórias para o Monitoramento da Saúde nos Locais de Trabalho”, as “Regras para o Relato dos Riscos Ocupacionais nos Locais de Trabalho” e as “Regras para o Monitoramento dos Equipamentos de Proteção Individual”. (2) Objetivos de segurança no trabalho da empresa, estrutura organizacional de gestão, medidas de implementação e informações gerais sobre o processo de produção. (3) Conhecimentos gerais de segurança, análise das principais áreas de risco nas empresas e dos acidentes típicos, bem como medidas de prevenção. (4) Os vários sistemas de gestão da saúde ocupacional e as diretrizes gerais de segurança técnica das empresas. (5) Conhecimentos sobre a prevenção dos fatores de risco ocupacional presentes nas empresas. 2) A educação em segurança no nível da oficina é realizada pelo grupo responsável pela segurança da oficina ou por um funcionário encarregado da segurança. Os conteúdos da formação incluem: (1) A organização da produção segura na oficina e o processo de produção. (2) Os procedimentos técnicos de segurança desta oficina, as normas de segurança no trabalho, bem como os regulamentos e regras relacionados à segurança. (3) Principais fatores de risco ocupacional nesta oficina, lições aprendidas com acidentes típicos e medidas de prevenção. 3) A educação da equipe é responsabilidade do líder da equipe ou de uma pessoa designada para isso. Os principais tópicos abordados são: (1) A organização da produção e o processo de fabricação na equipe em questão. (2) Fatores de risco presentes nas atividades desta equipe e medidas de prevenção em situações de emergência. (3) Regras para o uso e a utilização dos equipamentos de proteção individual nos postos de trabalho desta equipe. (4) Desempenho dos principais equipamentos da equipe, normas de segurança, bem como precauções para evitar riscos nos principais processos. (5) Procedimentos operacionais de saúde ocupacional para as funções desempenhadas por esta equipe, bem como medidas de prevenção e controle dos riscos ocupacionais. (6) Elaborar e implementar contratos de aprendizagem, garantindo o ensino, a capacitação e a segurança. 3. Treinamento e capacitação de funcionários que são transferidos para novas funções ou que passam a utilizar novos equipamentos e processos. Todos os funcionários que são transferidos para novas funções, ou aqueles que passam a trabalhar com novos equipamentos e processos, precisam passar por treinamento em saúde ocupacional. Somente após serem aprovados nos exames é que eles podem começar a trabalhar. 1) O departamento responsável pela segurança empresarial é o encarregado de organizar os treinamentos em saúde ocupacional, de acordo com as exigências estabelecidas para o “treinamento de segurança dos novos funcionários”. 2) Os funcionários que trabalham com novos equipamentos e novos processos devem receber treinamento especializado em segurança e saúde ocupacional, ministrado por profissionais qualificados. Somente após passarem nos exames é que poderão começar a trabalhar. 3) Informar os trabalhadores sobre os novos equipamentos, os fatores de risco associados a eles e as medidas de prevenção. 4. Treinamento em segurança para funcionários em geral 1) A empresa deve realizar, anualmente, um treinamento em gestão de segurança e conhecimentos relacionados à saúde ocupacional para os líderes de nível básico, chefes de equipe e profissionais responsáveis pela segurança. Além disso, são realizados exames para registrar o desempenho dos participantes. É necessário ter um registro de presenças, planos de aula, folhas de prova e uma lista com as notas dos alunos. 2) A fim de melhorar continuamente a consciência dos funcionários em relação à segurança e à prevenção de riscos profissionais, bem como fortalecer o senso de responsabilidade pela segurança. As empresas devem realizar, anualmente, treinamentos de segurança para seus funcionários, com duração mínima de vinte horas. É necessário haver um plano de treinamento, listas de presença, materiais didáticos, provas e uma lista com os resultados dos testes. 3) Geralmente, as pessoas que cometem infrações de segurança recebem treinamento em segurança na oficina, por um período mínimo de um dia ; Os funcionários que cometem graves violações das normas de segurança recebem treinamento em segurança por parte do departamento responsável pela saúde ocupacional da empresa, com duração mínima de uma semana. Além disso, informações sobre esse treinamento são arquivadas. 4) Métodos de treinamento: combinação de educação regular e irregular, por meio de aulas presenciais, visualização de vídeos, treinamentos no local, participação em cursos organizados por autoridades superiores e convite a especialistas ; V. Tempo de treinamento: Deve ser respeitado o disposto nas “Regras de Treinamento em Segurança para Unidades de Produção e Operação”, estabelecidas pela **Administração Geral de Supervisão de Segurança**. VI. Criação de arquivos para o treinamento e educação dos funcionários: 1. Cartões de treinamento em segurança em três níveis ; 2、Questionário de segurança dos funcionários ; 3. Cópias dos certificados de treinamento relevantes ; 4. Outras informações relevantes. VII. Os principais responsáveis pela empresa e o departamento financeiro devem garantir que os recursos necessários para a realização de atividades de treinamento e conscientização sobre saúde ocupacional sejam disponibilizados. V. Sistema de manutenção e reparo das instalações de proteção contra riscos ocupacionais 1. Pontos importantes para a elaboração: Especificar o objetivo e as bases do sistema de gestão das instalações de proteção contra riscos ocupacionais. Determinar o departamento responsável e as pessoas encarregadas da gestão das instalações de proteção contra riscos profissionais. Esclarecer o nome das instalações de proteção contra riscos profissionais, bem como o local e a posição delas. Definir os profissionais responsáveis pela manutenção e reparo das instalações de proteção contra riscos ocupacionais. Esclarecer o desempenho das instalações de proteção contra riscos profissionais, os possíveis riscos ocupacionais, bem como as precauções necessárias para operação segura e manutenção. Definir o ciclo de manutenção e reparo das instalações de proteção contra riscos profissionais. Esclarecer as medidas temporárias a serem adotadas em caso de falha nos equipamentos de proteção contra riscos profissionais, bem como os procedimentos para comunicar tais situações. 2. Exemplo: Sistema de manutenção e reparo das instalações de proteção contra riscos profissionais. A fim de garantir o funcionamento adequado dessas instalações e criar um ambiente seguro e confortável para os trabalhadores, foi estabelecido este sistema, em conformidade com as disposições da “Lei de Prevenção e Controle de Doenças Profissionais” e das “Regras Provisórias para a Supervisão e Gestão da Saúde Ocupacional nos Locais de Trabalho”. I. Nos locais de trabalho das diversas oficinas e departamentos onde existem fatores de risco ocupacional, os equipamentos de proteção à saúde ocupacional devem ser mantidos e cuidados por pessoal específico do departamento responsável, sendo necessário também manter registros adequados a respeito disso. II. As empresas devem organizar, periodicamente, treinamentos para ensinar o uso correto e a manutenção dos equipamentos de proteção contra riscos profissionais. Os funcionários devem aprender e dominar os conhecimentos relacionados à saúde ocupacional, respeitando as leis, regulamentos e procedimentos de prevenção de riscos ocupacionais. Eles também devem usar corretamente os equipamentos de proteção contra riscos ocupacionais e os equipamentos de proteção pessoal, além de comunicar imediatamente qualquer potencial risco ocupacional que seja detectado. III. É necessário cumprir rigorosamente as normas relativas à manutenção dos equipamentos de proteção contra riscos profissionais, cuidar bem dos equipamentos em questão, realizar inspeções periódicas para garantir seu funcionamento adequado e seguro. IV. Os departamentos responsáveis pela saúde ocupacional devem, em conjunto com os departamentos responsáveis pelos equipamentos, elaborar e implementar planos e programas para a inspeção e manutenção das instalações de proteção contra riscos ocupacionais, de acordo com as condições reais da empresa. Eles também devem verificar regularmente o estado de inspeção, manutenção e reparo dessas instalações, mantendo registros adequados a respeito. V. O departamento responsável pela gestão dos equipamentos da empresa é o encarregado de realizar a manutenção das instalações de proteção contra riscos profissionais. Quando o departamento responsável perceber que há um defeito na instalação, deve desligar imediatamente a energia e comunicar o fato ao departamento responsável pelos equipamentos. Não se deve realizar reparos de forma independente. VI. O departamento responsável pela saúde ocupacional realiza uma inspeção mensal no funcionamento dos equipamentos de proteção contra riscos profissionais. Os departamentos que utilizam esses equipamentos fazem inspeções semanais em seu funcionamento. Já os trabalhadores que estão de plantão registram diariamente o funcionamento desses equipamentos. VII. Durante a manutenção das instalações de proteção, é necessário seguir rigorosamente as normas operacionais aplicáveis. Além disso, é preciso garantir a supervisão no local, além da coordenação e comando dos profissionais envolvidos. Devem ser instalados sinais de alerta de segurança, e a fonte de energia deve ser desligada. VIII. Após a conclusão da manutenção e reparo das instalações de proteção contra riscos profissionais, o departamento responsável pela manutenção deve realizar a limpeza do local. Somente após a confirmação de que tudo está em ordem é que é possível fazer a entrega do local ao departamento responsável pelo seu uso. Nesse momento, ambas as partes devem assinar o documento de transferência. VI. Sistema de gestão de equipamentos de proteção para os trabalhadores 1. Pontos importantes para a elaboração: Especificar o objetivo e as bases do sistema de gestão de equipamentos de proteção individual contra riscos profissionais. Determinar o departamento responsável e as pessoas encarregadas da gestão dos equipamentos de proteção individual contra riscos profissionais. De acordo com os locais de risco ocupacional, a função desempenhada e as etapas do processo de trabalho, devem ser definidos os tipos, especificações e modelos dos equipamentos de proteção individual contra riscos ocupacionais. Esclarecer o prazo de validade do uso eficaz dos equipamentos de proteção individual contra riscos profissionais. Esclarecer as unidades que adquirem equipamentos de proteção individual contra riscos profissionais. Estabelecer padrões de aceitação após a compra de equipamentos de proteção individual contra riscos profissionais, padrões de armazenamento, padrões de distribuição, padrões de retirada, padrões de uso, bem como padrões para inspeções diárias e procedimentos de tratamento. 2. Exemplo: Sistema de gestão de equipamentos de proteção para os trabalhadores. Com o objetivo de implementar adequadamente as disposições da “Lei de Prevenção e Controle de Doenças Profissionais”, da “Lei de Segurança no Trabalho”, das “Regras Provisórias para a Supervisão da Saúde Ocupacional nos Locais de Trabalho”, das “Regras de Supervisão dos Equipamentos de Proteção Individual” e das disposições da “Regulamentação de Segurança no Trabalho de Jiangsu”, este sistema foi criado para regular a distribuição e o uso desses equipamentos, visando assim proteger efetivamente os direitos dos trabalhadores. I. Os equipamentos de proteção individual são bens públicos fornecidos gratuitamente pelas empresas aos trabalhadores para seu uso e conservação. Eles representam uma medida complementar para proteger os trabalhadores contra riscos profissionais durante o processo de produção. Devem ser fornecidos em forma física, e não podem ser substituídos por dinheiro ou outros itens. II. Os padrões para a distribuição de equipamentos de proteção individual são baseados, principalmente, no “Padrão de Aprovisionamento de Equipamentos de Proteção Individual em Jiangsu Province” (versão de 2007). Para as funções que não estão listadas nesse padrão, pode-se seguir as necessidades reais da empresa, distribuindo os equipamentos de acordo com as condições semelhantes das funções similares dentro da própria empresa. III. A estrutura e o design das roupas de proteção no local de trabalho (incluindo os casacos de algodão para trabalho) devem atender aos requisitos de segurança no trabalho. Elas devem possuir identificações de segurança permanentes, além de ter golas, punhos e bainhas bem ajustados. As roupas usadas em ocasiões especiais não devem ter bolsos visíveis, nem acessórios metálicos, para facilitar a conexão e o desligamento, adaptando-se aos movimentos dos membros durante as atividades. IV. Quanto aos trabalhadores que desempenham várias funções, devem ser fornecidos equipamentos de proteção individual de acordo com a principal função que exercem. Caso realizem outras tarefas, o departamento responsável pode solicitar que lhes sejam emprestados os equipamentos de proteção necessários. V. Sempre que houver mudança na função do funcionário, é necessário proceder imediatamente às alterações necessárias nos equipamentos de proteção individual adequados à nova função (o prazo de uso dos equipamentos de proteção individuais correspondentes à função anterior será prorrogado). VI. Se um funcionário, por algum motivo, deixar seu posto de trabalho na linha de produção e não mais exercer atividades produtivas por um período superior a seis meses, o prazo de uso dos equipamentos de proteção deve ser estendido de acordo com esse período de ausência, ou então o fornecimento desses equipamentos deve ser interrompido. VII. Quanto aos equipamentos de proteção obrigatórios a serem utilizados durante a produção, como capacetes de segurança, cintos de segurança, equipamentos de isolamento elétrico, máscaras antigás e máscaras protetoras contra poeira (ou substâncias tóxicas), é necessário estabelecer um sistema regular de inspeção de qualidade e manutenção. Antes de usar, verifique cuidadosamente; durante o uso, preste atenção à manutenção; após o uso, cuide da conservação. Para capacetes de segurança que sofreram grandes impactos externos, cintos de segurança com desgaste ou defeitos, bem como calçados de segurança com perfurações ou danos, eles devem ser substituídos imediatamente, independentemente do tempo de uso. Equipamentos de proteção inválidos ou ineficazes são estritamente proibidos de serem utilizados. VIII. A aquisição de equipamentos de proteção especial para o trabalho deve ser feita com base em um plano elaborado de acordo com as exigências do local de trabalho e das funções desempenhadas. Os itens adquiridos devem atender às disposições da “Lei de Prevenção e Controle de Doenças Profissionais”, bem como aos requisitos técnicos estabelecidos para os produtos relacionados. Além disso, esses itens devem possuir os selos e identificações de segurança exigidos pela Administração Geral de Supervisão de Segurança, além de relatórios de inspeção dos produtos emitidos por instituições especializadas em avaliação da segurança no trabalho. IX. Para as pessoas que trabalham em locais inflamáveis, explosivos, onde há risco de queimaduras ou geração de eletricidade estática, é necessário que elas usem equipamentos de proteção especial, como roupas ignífugas, roupas de proteção contra produtos químicos ácidos e alcalinos ou roupas antiestáticas. X. Os departamentos responsáveis da empresa devem educar e treinar os funcionários sobre como usar corretamente os equipamentos de proteção individual, além de realizar exercícios de emergência para aumentar a consciência em relação à segurança. XI. Todos os departamentos ou indivíduos que utilizam equipamentos e ferramentas de proteção isolante devem adotar um sistema de troca do antigo pelo novo ao solicitar seu reabastecimento, a fim de garantir a segurança das pessoas. Departamentos ou indivíduos que não pertencem aos setores responsáveis pelo uso de ferramentas isolantes e equipamentos de proteção individual, e que precisam adquiri-los, devem apresentar um pedido para obter a aprovação dos departamentos competentes. VII. Sistema de gestão para a detecção diária de riscos ocupacionais 1. Pontos importantes na elaboração: Deve-se esclarecer o objetivo e as bases do sistema de gestão para a detecção diária de riscos ocupacionais. Determinar o departamento responsável e as pessoas encarregadas da gestão dos testes diários de avaliação dos riscos profissionais. Esclarecer os profissionais responsáveis pela detecção dos fatores de risco ocupacional, os locais onde as detecções são realizadas, o período entre as detecções, os padrões e critérios de detecção, o conteúdo das detecções, os equipamentos utilizados, os métodos de detecção e os requisitos associados, bem como os requisitos para a apresentação de relatórios e para a arquivamento das informações. Esclarecer a avaliação e análise pós-teste dos fatores de risco ocupacional, os resultados da avaliação, as medidas de prevenção e correção, bem como os conteúdos e prazos para a submissão de relatórios. Esclarecer o local e os procedimentos relacionados à divulgação dos resultados dos testes dos fatores de risco ocupacional no local de trabalho. 2. Exemplo: Sistema de gestão para a detecção diária dos riscos ocupacionais. Com o objetivo de realizar uma boa avaliação e detecção dos riscos ocupacionais nas empresas, de modo que a intensidade ou concentração desses fatores esteja em conformidade com as **normas de saúde ocupacional**, e assim prevenir efetivamente os riscos ocupacionais e proteger a saúde dos funcionários, foi estabelecido este sistema, com base nas disposições da “Lei de Prevenção e Controle das Doenças Ocupacionais” e dos “Regulamentos Provisórios para a Supervisão e Gestão da Saúde Ocupacional nos Locais de Trabalho”. I. A instituição responsável pela gestão da saúde ocupacional é responsável pela implementação e supervisão do sistema de detecção dos fatores de risco ocupacional na própria unidade, além de cuidar da elaboração, revisão e aplicação dessas normas. II. O departamento responsável pela gestão da saúde ocupacional lidera os esforços para identificar e determinar os fatores de risco presentes nos locais de produção, como poeira, ruído, altas temperaturas e substâncias tóxicas. Além disso, esse departamento realiza testes e avaliações periódicas, de acordo com as normas de gestão da saúde ocupacional, a fim de determinar o grau de risco em cada local. III. As empresas devem designar uma pessoa responsável pelo monitoramento e gestão diários, além de criar arquivos para registrar os fatores de risco ocupacional na empresa, os quais devem ser mantidos de forma adequada. IV. O departamento responsável pela saúde ocupacional deve entrar em contato com as instituições especializadas em serviços técnicos de saúde ocupacional, a fim de realizar testes e avaliações periódicas dos fatores de risco presentes no local de trabalho. V. As empresas devem realizar testes nos locais de trabalho onde existem riscos ocupacionais, pelo menos uma vez por ano, e realizar avaliações da situação atual desses riscos a cada três anos. VI. Os resultados dos testes e avaliações devem ser divulgados prontamente aos trabalhadores, além de serem registrados junto às autoridades locais responsáveis pela segurança no trabalho. VII. As pessoas encarregadas de realizar os testes ou avaliações devem usar equipamentos de proteção adequados, como capacetes, roupas de trabalho, luvas de proteção, óculos de proteção e máscaras antivenenos, ao entrar no local de trabalho. VIII. Em projetos de construção novos, reformados ou ampliados, bem como em projetos de modernização tecnológica, que possam causar riscos ocupacionais, é necessário realizar, de acordo com as regulamentações aplicáveis, uma avaliação prévia dos riscos ocupacionais, o projeto de instalações de proteção contra doenças ocupacionais e a avaliação da eficácia dos controles desses riscos. IX. Quando os resultados dos testes revelarem que a concentração ou intensidade dos fatores de risco ocupacional no local de trabalho excede os limites permitidos para a exposição profissional, devem ser adotadas medidas eficazes para corrigir a situação. Nos casos em que as medidas de correção sejam complexas, deve-se elaborar um plano para resolver o problema dentro de um prazo determinado. X. Antes de serem colocadas em uso, e após grandes reparos nos equipamentos, as instalações de proteção contra riscos profissionais devem passar por testes e avaliações da concentração ou intensidade dos fatores de risco. XI. Os departamentos responsáveis pela saúde ocupacional devem elaborar um plano anual de exames e um orçamento para esses fins. O departamento financeiro deve garantir que os recursos necessários para os exames sejam disponibilizados. VIII. Sistema de gestão dos arquivos de acompanhamento da saúde ocupacional dos trabalhadores 1. Pontos importantes para a elaboração Definir o objetivo e as bases do sistema de gestão dos arquivos de acompanhamento da saúde ocupacional dos trabalhadores. Esclarecer os departamentos responsáveis e as pessoas encarregadas do trabalho de acompanhamento da saúde ocupacional dos profissionais. Esclarecer os documentos, informações e registros relacionados ao arquivo de acompanhamento da saúde ocupacional dos profissionais. De acordo com as regulamentações, deve-se definir o prazo de armazenamento adequado dos arquivos relacionados ao acompanhamento da saúde ocupacional dos trabalhadores. Esclarecer as regras relativas à solicitação do prontuário de acompanhamento da saúde ocupacional pelo trabalhador ao deixar a unidade produtiva. 2. Exemplo: Sistema de gestão dos arquivos de acompanhamento da saúde ocupacional dos trabalhadores. Com o objetivo de cumprir com as obrigações legais de monitorar a saúde ocupacional dos trabalhadores expostos a riscos profissionais, regular as atividades de acompanhamento da saúde ocupacional, fortalecer a gestão desse processo e proteger a saúde dos funcionários, este sistema foi elaborado de acordo com as exigências das leis e regulamentos como a “Lei de Prevenção e Controle de Doenças Ocupacionais” e as “Regras Provisórias para o Monitoramento da Saúde Ocupacional nos Locais de Trabalho”, levando em consideração as condições específicas da empresa. I. O departamento responsável pela saúde ocupacional da empresa, com base nas categorias dos fatores de risco ocupacional presentes na empresa e nos níveis de exposição a esses fatores, organiza, de acordo com as normas estabelecidas nas “Diretrizes Técnicas para o Controle da Saúde Ocupacional”, exames de saúde ocupacional para os trabalhadores que estão expostos a esses fatores de risco, em instituições técnicas especializadas em saúde ocupacional. A realização de exames de saúde ocupacional pelos funcionários é considerada como uma presença normal no trabalho. II. Realizar exames de saúde ocupacional antes do início das atividades, para os novos funcionários que irão trabalhar em ambientes com fatores de risco à saúde (incluindo aqueles que são transferidos para essas funções), bem como para os funcionários que precisam atender a requisitos especiais em termos de saúde. Os novos funcionários devem passar por exames de saúde ocupacional antes de poderem trabalhar em ambientes onde há riscos à saúde profissional. III. Pelo menos uma vez por ano, deve-se realizar exames periódicos de saúde ocupacional para os funcionários que estão expostos a fatores de risco no local de trabalho. Além disso, é necessário realizar reavaliações e tratamentos para aqueles que apresentam problemas de saúde relacionados ao trabalho. Os departamentos responsáveis pela saúde ocupacional e pelo recursos humanos da empresa são os encarregados de verificar a lista de funcionários, elaborar planos de exames médicos e organizá-los para sua execução. IV. Quanto aos funcionários que estão prestes a deixar seu emprego e que estão expostos a fatores de risco ocupacional, o departamento de recursos humanos deve informar o departamento responsável pela saúde ocupacional. Juntos, eles devem organizar um exame de saúde ocupacional antes da saída do funcionário do emprego. Aqueles que não passarem por esse exame não podem ter seu contrato de trabalho rescindido ou encerrado. V. Os funcionários que, após exames médicos, apresentarem contraindicações para exercer sua profissão ou sofrerem danos à saúde relacionados ao trabalho, devem ser removidos de suas funções atuais e receber um novo destino adequado ; Caso sejam detectados danos à saúde ou seja necessária uma nova avaliação, o funcionário deve ser informado de forma transparente, e a nova avaliação, bem como o acompanhamento médico ou o tratamento, devem ser realizados nos prazos estabelecidos pela clínica de exames. VI. Os pacientes suspeitos de terem doenças ocupacionais devem ser relatados, conforme as regras estabelecidas, aos órgãos responsáveis pela segurança no trabalho e à saúde local. Além disso, é necessário que sejam submetidos a diagnóstico de doenças ocupacionais ou a observação médica, de acordo com as exigências das instituições de exames médicos. VII. Durante o processo de produção e manutenção dos equipamentos, se houver um excesso grave de fatores de risco ocupacional, os órgãos responsáveis pela saúde ocupacional devem garantir que os trabalhadores que já sofreram ou podem sofrer danos ocupacionais agudos tenham proteção individual adequada, além de realizar exames de saúde e observações médicas em tempo hábil. VIII. Os departamentos responsáveis pela gestão da saúde ocupacional devem criar arquivos de acompanhamento da saúde ocupacional dos funcionários, bem como arquivos relacionados à gestão da saúde ocupacional na empresa. Esses arquivos devem ser mantidos de forma adequada, conforme as regulamentações, e estar sujeitos à inspeção e supervisão pelos órgãos responsáveis pela segurança no trabalho. O registro de acompanhamento da saúde ocupacional dos funcionários deve incluir os seguintes itens: 1. Histórico profissional do trabalhador, histórico médico e histórico de exposição a riscos relacionados a doenças ocupacionais ; 2. Resultados da monitoramento dos fatores de risco ocupacional nos locais de trabalho correspondentes ; 3. Relatório dos resultados dos exames de saúde ocupacional e procedimentos adotados ; 4. Informações sobre a saúde dos trabalhadores, como diagnóstico e tratamento de doenças profissionais. 5. Notificação de contrato de trabalho e documentos relacionados à avaliação da formação profissional. 6. Outros documentos necessários. Arquivos de gestão da saúde ocupacional da empresa. 1. Autorizações para realização de exames, organização de exames médicos para os funcionários e contratação de serviços médicos pela empresa ; 2. Relatórios de resultados dos exames de saúde ocupacional e relatórios de avaliação ; 3. Relatório de diagnóstico de doenças ocupacionais ; 4. Registros do tratamento e da alocação de pacientes afetados por riscos ocupacionais, de pessoas com contraindicações relacionadas ao trabalho, e de trabalhadores que já sofreram danos à saúde decorrentes de suas atividades profissionais ; 5. A empresa deve fornecer outros dados relacionados ao acompanhamento da saúde ocupacional, bem como informações relacionadas à organização dos registros dos exames de saúde ocupacional realizados por instituições especializadas. 6. Melhorias em equipamentos e instalações, situação da correção de riscos potenciais, etc. IX. As empresas não devem permitir que trabalhadores que não passaram por exames de saúde ocupacional realizem atividades que envolvam exposição a riscos ocupacionais ; Não é permitido colocar trabalhadores menores de idade para realizar tarefas que envolvam exposição a riscos profissionais ; Não é permitido designar funcionárias grávidas ou em período de amamentação para realizar tarefas que possam causar danos a elas mesmas, ao feto ou ao bebê ; Não se deve permitir que trabalhadores com contraindicações profissionais realizem as tarefas para as quais são inadequados. X. Os custos com exames de saúde ocupacional, revisões médicas, observação clínica e tratamento de doenças ocupacionais são de responsabilidade da empresa. XI. Estabelecer um sistema de exames médicos de saúde ocupacional para os profissionais que participam nos esforços de resgate após acidentes causados por riscos ocupacionais. IX. Procedimentos operacionais de saúde ocupacional no cargo 1. Pontos importantes para a elaboração: Especificar o cargo e sua natureza. Esclarecer os fatores de risco presentes nos locais de trabalho de cada função, as causas desses riscos, as medidas de proteção, as medidas de emergência, os procedimentos operacionais seguros para cada função, bem como as precauções a serem adotadas. Ao redigir, consulte as seguintes informações: I. Entre os equipamentos que uma empresa pode adquirir e que podem causar riscos profissionais, deve haver instruções em chinês, além de sinais de aviso e descrições em chinês em locais bem visíveis. As instruções de aviso devem conter informações sobre o desempenho do equipamento, os riscos profissionais que podem surgir, as precauções para operação e manutenção seguras, bem como as medidas de proteção contra esses riscos profissionais. II. Nos materiais químicos e outros produtos que possam causar riscos ocupacionais, adquiridos pelas empresas, deve haver um manual em língua chinesa. Esse manual deve descrever as características do produto, seus principais componentes, os fatores nocivos presentes, as consequências potenciais dos riscos, as orientações para uso seguro, bem como as medidas de proteção contra riscos ocupacionais e as ações a serem tomadas em situações de emergência. As embalagens de produtos que contenham substâncias químicas ou outros materiais que possam causar riscos profissionais devem conter sinais de alerta e instruções em chinês. (Todos os postos de trabalho que envolvem riscos profissionais devem ter procedimentos operacionais específicos estabelecidos.) 2. Exemplo: Procedimentos operacionais de saúde ocupacional para o posto de trabalho com amônia líquida. 1. Os operadores responsáveis pela adição de amônia devem passar por treinamento especializado; somente após aprovação no exame é que podem trabalhar nesse cargo ; 2. Os operadores responsáveis pela adição de amônia devem ter sempre em mente a importância da prevenção, combinando-a com medidas de socorro. Eles devem seguir rigorosamente as instruções de operação e reforçar as medidas de proteção ; 3. Os operadores devem conhecer as propriedades do amônia, seus efeitos tóxicos e os sintomas de intoxicação, além de dominar as medidas de prevenção e controle (trecho da tabela de características do gás amônia) ; 4. O operador deve trabalhar em um local com vento a favor. Se sentir-se mal, deve interromper imediatamente o trabalho e sair do local ; 5. Os cilindros de amônia devem ser armazenados de maneira adequada; é proibido expô-los à luz solar direta. O local onde os cilindros são armazenados deve ser bem ventilado, e as vias de acesso devem permanecer livres ; 6. A válvula do tanque de amônia deve ser equipada com uma tampa de proteção, para evitar danos causados por colisões e consequentes vazamentos ; 7. No local de adição de amônia, devem estar disponíveis equipamentos de proteção química, materiais para emergências e fontes de água ; 8. Durante a manutenção do sistema de adição de amônia, é necessário primeiro lavar bem o sistema e usar equipamentos de proteção adequados antes de iniciar os trabalhos de manutenção ; 9. Número de emergência. Procedimentos de segurança ocupacional para o setor de pintura: Os trabalhadores que atuam na área de pintura devem passar por treinamentos e exames adequados antes de poderem começar a trabalhar. É necessário dominar os conhecimentos sobre saúde e segurança no trabalho, bem como as técnicas de proteção relacionadas a essa profissão. Além disso, é preciso ter um conhecimento básico sobre as propriedades dos tintas utilizadas e sobre as medidas de higiene necessárias. 1. A mistura da tinta deve ser feita em uma sala especializada para esse fim. Durante o processo de mistura, é necessário ligar o sistema de ventilação antes de começar o trabalho. Após a conclusão da mistura, o sistema de ventilação deve continuar funcionando por 3 a 5 minutos antes de ser desligado. 2. A operação de pintura deve ser realizada em uma sala de pintura ou ambiente adequado para esse fim. No início do processo de revestimento, os operários devem verificar as condições do ambiente de trabalho e do equipamento. Após confirmar que tudo está em conformidade com as condições necessárias para a execução da tarefa, eles devem ligar o sistema de ventilação. Após o término do processo de pintura, o sistema de ventilação deve continuar funcionando por 5 a 10 minutos. 3. Após concluir as tarefas de preparo e aplicação da tinta em cada lote, é necessário manter a área de trabalho limpa. Os materiais usados devem ser armazenados em recipientes adequados, sem serem deixados espalhados de qualquer maneira. Não se deve usar gasolina ou grandes quantidades de solventes orgânicos para borrifar diretamente no chão, a fim de remover os resíduos de tinta. 4. A pintura e os solventes orgânicos devem ser armazenados de forma selada, em depósitos específicos para isso. Não se deve despejar diretamente no esgoto os tintas residuais ou descartadas. O descarte desses resíduos deve seguir as exigências das normas ambientais. 5. As empresas produtoras devem fornecer aos trabalhadores responsáveis pela pintura equipamentos de proteção individual, de acordo com as especificações da norma GB/T11651, e garantir que esses equipamentos permaneçam eficazes. 6. Se os trabalhadores responsáveis pela aplicação da camada de revestimento sentirem tontura ou náuseas, devem interromper imediatamente o trabalho e ir para um local arejado para descansar. Caso a situação seja grave, eles devem ser levados imediatamente ao hospital para exames. 7. Se tinta ou solventes orgânicos entrarem acidentalmente nos olhos, deve-se lavá-los imediatamente com bastante água. Se necessário, procure ajuda médica com urgência. Após o contato com a pele, deve-se limpar imediatamente com sabão e água. 8. Nos locais de pintura, devem ser realizadas inspeções periódicas dos fatores tóxicos e nocivos que podem prejudicar a saúde dos trabalhadores, de acordo com os requisitos das normas GBZ1 e GBZ2. Caso sejam detectados níveis acima do permitido, devem ser tomadas medidas corretivas. 9. Os locais de produção devem ter sinalizações de alerta sobre os riscos ocupacionais, de acordo com as exigências da norma GBZ158. Procedimentos de segurança ocupacional para o posto de decapagem ácida 1. Antes de começar a trabalhar, é necessário ligar a ventilação por 15 minutos e verificar se as ferramentas e fixadores estão em bom estado. Também é preciso garantir que os equipamentos e o sistema de ventilação estejam funcionando corretamente; quaisquer problemas devem ser consertados ou substituídos imediatamente. Antes de operar, é necessário usar os equipamentos de proteção individual exigidos. 2. A cuba de decapagem deve ter um sistema de exaustão independente. Durante a preparação do líquido ácido e no processo de decapagem, é necessário ligar o ventilador para garantir uma boa ventilação. 3. Ao transportar ácidos ou ao injetá-los no tanque, devem ser utilizados suportes e grampos especiais, e a injeção deve ser feita lentamente para evitar respingos. Quando se trabalha em tanques de decapagem localizados acima do nível do chão, não é permitido ficar em cima da borda do tanque. É estritamente proibido atravessar o tanque ácido. 4. Ao preparar o líquido ácido, não se deve operar sozinho. Primeiro, deve-se despejar água no tanque e, em seguida, injetar o líquido ácido lentamente no mesmo. Para preparar o ácido misto, primeiro deve-se despejar água no tanque; em seguida, adiciona-se ácido clorídrico ao tanque. Depois, adiciona-se ácido nítrico, e por fim, ácido sulfúrico. É estritamente proibido inverter o processo de preparo. Devem ser instalados dispositivos de lavagem necessários perto do canal. 5. A peça de trabalho deve ser inserida na superfície do líquido o mais lentamente possível. É estritamente proibido levar substâncias alcalinas para dentro do tanque ácido. Deve-se cobrir o sulco enquanto se trabalha acima de sua superfície. No trabalho, deve-se prestar atenção à direção do vento, evitar a fumaça ácida e não estender a cabeça acima do tanque de ácido enquanto se trabalha. 6. Durante o processo de decapagem ácida, é necessário respeitar rigorosamente os requisitos de temperatura, concentração e tempo estabelecidos no procedimento técnico. As peças após o tratamento de decapagem devem ser imediatamente limpas e a acidez na superfície delas deve ser neutralizada, de acordo com as especificações do processo. 7. Quando as peças submetidas a decapagem cairem no tanque, deve-se utilizá‑se uma ferramenta de cabo longo para retirá‑las; é estritamente proibido manipulá‑las com as mãos nuas. 8. Não é permitido operar quando há falha na ventilação para a limpeza com ácido misto. Procedimentos de segurança ocupacional para o setor de fosfatização 1. Ligue os equipamentos de ventilação antes de começar a trabalhar. Use os equipamentos de proteção exigidos. 2. Ao adicionar água aos tanques de remoção química de óleo e aos tanques ácidos durante o funcionamento, é necessário usar mangueiras de borracha para fazer o fornecimento de água de forma lenta, a uma distância segura. 3. A temperatura de uso do tanque de óleo não deve exceder 120°C. 4. Ao preparar diferentes soluções, é necessário conhecer bem as propriedades dos produtos químicos, adicionando-os lentamente, de acordo com as proporções e na ordem especificada. 5. Os produtos químicos e materiais inflamáveis devem ser armazenados em locais designados, e deve haver alguém responsável por eles. Itens altamente tóxicos devem ser guardados por duas pessoas. 6. É estritamente proibido colocar materiais inflamáveis ao redor do forno de secagem. 7. Ao inserir a peça no tanque, deve-se utilizar equipamentos ou ferramentas de levantamento para descê-la lentamente, de modo a evitar que a solução química espirre. Perto do canal, há equipamentos de lavagem necessários. Procedimentos de segurança ocupacional para o operador do tanque de reação I. Procedimentos operacionais 1. Antes de iniciar a operação: (1) Verificar se o interior do tanque, o agitador, as partes móveis, os equipamentos auxiliares, os instrumentos de medição, as válvulas de segurança, as tubulações e as válvulas atendem aos requisitos de segurança. (2) Verificar se a água, a eletricidade e o gás atendem aos requisitos de segurança. 2. Durante a condução do veículo: (1) Antes de adicionar o material, deve-se primeiro verificar se o agitador está funcionando corretamente, sem ruídos anormais. Somente então é possível adicionar o material ao tanque. A quantidade de material a ser adicionada não deve exceder os requisitos do processo. (2) Antes de abrir a válvula de vapor, abra primeiro a válvula de retorno de ar, e depois a válvula de entrada de ar. A abertura da válvula de vapor deve ser feita lentamente, para que o revestimento interno seja aquecido gradualmente. A pressão dentro do revestimento não deve exceder o valor especificado. (3) As válvulas de vapor e as válvulas de resfriamento não podem ser acionadas ao mesmo tempo. Não é permitido bater ou causar impactos no tubo de vapor enquanto há fluxo de ar por ele. (4) Ao abrir a válvula de água de resfriamento, abra primeiro a válvula de retorno e, em seguida, a válvula de entrada de água. A pressão da água de resfriamento não deve ser inferior a 0,1 megapascal, nem superior a 0,2 megapascal. (5) Nas bombas de vácuo de anel de água, deve-se ligar a bomba antes de fornecer água. Ao desligar a bomba, deve-se primeiro interromper seu funcionamento e só depois parar o fluxo de água. Além disso, é necessário remover a água acumulada dentro da bomba. (6) Verifique regularmente o funcionamento do equipamento; caso se detectem anomalias, pare-o para reparos. (7) Ao limpar equipamentos de titânio revestidos com esmalte, não se deve usar álcalis para lavá-los; é preciso ter cuidado para não danificar o esmalte. 3. Após parar o veículo: (1) Pare a agitação, desligue a energia elétrica e feche todas as válvulas. (2) Ao remover a panela, é necessário desligar a fonte de energia do misturador, colocar um aviso e designar alguém para supervisionar o processo. (3) O tanque de reação deve passar por inspeções técnicas periódicas, de acordo com as exigências para recipientes sob pressão. Caso a inspeção não seja satisfatória, o tanque não pode ser utilizado em operação. II. Medidas de proteção contra riscos profissionais: 1. Proteção de equipamentos de construção: Os sistemas de ventilação devem estar em bom estado, funcionando corretamente, e devem contar com equipamentos de limpeza adequados. 2. Proteção individual: Ao adicionar materiais, é necessário usar luvas de trabalho, óculos de proteção e máscaras antivazamento, entre outros equipamentos de proteção individual. Eles devem ser utilizados conforme as instruções e substituídos regularmente ; 3. Regras de recompensas e punições: Em relação aos funcionários que violam as normas de saúde ocupacional, os gestores de produção têm o direito de corrigir tais comportamentos. Dependendo da gravidade da infração, é emitida uma notificação de infração, e pode ser aplicada uma multa, como forma de educá-los ; 4. Tratamento no local: caso substâncias químicas entrem em contato com a pele ou os olhos, deve-se lavar imediatamente a área com água limpa por 10 a 15 minutos, e depois levar a pessoa ao hospital para tratamento. 5. Inclua as características das substâncias químicas relacionadas, os fatores de risco e as medidas de prevenção (tratamento). Procedimentos de saúde e segurança no trabalho em armazéns de óleo 1. Os funcionários dos armazéns de óleo devem manter-se em seus postos de trabalho; pessoas que não fazem parte da equipe do armazém não têm permissão para entrar. 2. É estritamente proibido levar fontes de fogo, isqueiros e outros materiais inflamáveis ou explosivos. Fumar é proibido dentro do complexo, assim como a queima de fogos de artifício. É estritamente proibido armazenar materiais inflamáveis, explosivos, oxidantes e recipientes sob pressão. 3. É proibido o uso de equipamentos elétricos que não sejam à prova de explosão; a iluminação com fogo aberto é estritamente proibida. 4. Na área de abastecimento, o veículo deve ter o motor desligado; o motorista não pode sair do veículo, e é proibido fumar. 5. É proibido entrar no depósito de combustível usando calçados com solas de ferro ou pregos. Também é proibido usar martelos ou outros utensílios metálicos para bater nas superfícies do depósito, a fim de evitar a geração de faíscas e possíveis incêndios. 6. Os funcionários que trabalham nos armazéns de óleo devem dominar perfeitamente o uso dos vários tipos de extintores de incêndio. Em caso de incêndio, eles devem usar os extintores imediatamente, agindo com rapidez, mas sem pânico. 7. Os equipamentos elétricos e os dispositivos de combate a incêndios presentes nos armazéns de óleo devem ser inspecionados e mantidos regularmente. 8. Deve haver pessoas responsáveis por realizar inspeções de segurança regularmente. Sempre que problemas forem detectados durante essas inspeções, é necessário corrigi-los imediatamente. Problemas graves devem ser relatados imediatamente. 9. Os funcionários do depósito de óleo devem seguir as normas de segurança durante o trabalho e se supervisionar mutuamente. Quaisquer comportamentos que violem as normas de operação devem ser imediatamente detidos. X. Sistema de Gestão de Trabalhos Perigosos (I) Sistema de Gestão de Proteção em Trabalhos com Poeira 1. Pontos importantes para a elaboração: Especificar o objetivo e as bases do sistema de gestão de proteção em trabalhos com poeira. Definir os departamentos responsáveis e as pessoas encarregadas da gestão da proteção contra poeiras. Identificar os locais de trabalho, processos e causas da geração de poeira, bem como as medidas de proteção. Esclarecer os perigos e o grau de risco associados ao trabalho com poeiras. Esclarecer as medidas de proteção e os procedimentos de gestão para trabalhos com poeira. 2. Exemplo: Sistema de gestão de proteção contra poeiras em ambientes de trabalho. Com o objetivo de assegurar uma proteção adequada contra as poeiras nos locais de trabalho, garantindo assim a segurança e a saúde dos funcionários, e para tornar a gestão da empresa mais organizada e sistemática, este sistema foi criado em conformidade com as exigências das leis e regulamentos como a “Lei de Prevenção e Controle de Doenças Profissionais” e as “Regras Provisórias para a Supervisão da Saúde Ocupacional nos Locais de Trabalho”. 1. Estas regras aplicam-se a todos os funcionários da empresa, bem como aos trabalhadores terceirizados. 2. O departamento responsável pela saúde ocupacional é o encarregado de implementar e supervisionar o sistema de proteção contra poeiras na unidade em questão. 3. As empresas devem adotar medidas de prevenção e controle abrangentes, a fim de melhorar continuamente as condições de trabalho e garantir a segurança e a saúde dos funcionários. 4. É necessário garantir o bom funcionamento dos dispositivos de absorção de poeira nas oficinas de produção, além de incentivar os funcionários a usar corretamente máscaras protetoras contra poeira, visando assim proteger sua saúde ocupacional. 5. As oficinas de produção devem ter uma boa ventilação, e sinais de aviso de segurança devem ser instalados em locais onde há risco de poeira. 6. As empresas que possuem locais de trabalho onde há grande produção de poeira devem contratar instituições especializadas em saúde ocupacional para realizar testes pelo menos uma vez por ano. Além disso, deve-se fazer uma avaliação da situação dos riscos ocupacionais a cada três anos. Os resultados desses testes e avaliações devem ser divulgados publicamente. 7. No processo de produção, deve-se implementar gradualmente controles automatizados, contínuos e herméticos, a fim de reduzir a geração de poeira. 8. Os locais de trabalho com poeira devem ser limpos regularmente, para manter-se em condições limpas. 9. As empresas devem dispor dos equipamentos e medicamentos de emergência necessários, elaborar um plano de ação para situações de emergência relacionadas a riscos ocupacionais, e realizar exercícios de treinamento regularmente. 10. As empresas devem garantir que os funcionários que trabalham em ambientes com poeira se submetam a exames de saúde ocupacional, além de criar arquivos para o acompanhamento da saúde ocupacional desses funcionários. 11. O gerenciamento e o diagnóstico das doenças ocupacionais são realizados de acordo com as **normas e regulamentos aplicáveis. Os pacientes com suspeita ou diagnóstico confirmado de doença ocupacional devem receber tratamento adequado. (II) Sistema de gestão de proteção em operações com substâncias tóxicas 1. Pontos importantes para a elaboração: Especificar o objetivo e as bases do sistema de gestão de proteção em operações com substâncias tóxicas. Definir os departamentos responsáveis e as pessoas encarregadas da gestão da proteção no trabalho com substâncias tóxicas. Identificar os locais de trabalho, os processos e as causas da exposição a substâncias tóxicas, bem como as medidas de proteção. Esclarecer os perigos e o grau de risco associados ao manuseio de substâncias tóxicas. Esclarecer as medidas de proteção e os procedimentos de gestão para trabalhos com substâncias tóxicas. 2. Exemplo: Sistema de Gestão de Proteção contra Toxicidade no Ambiente de Trabalho. Com o objetivo de prevenir acidentes causados por exposição a substâncias tóxicas e garantir a saúde e segurança dos funcionários, bem como para tornar a gestão empresarial mais organizada e sistemática, este sistema foi criado em conformidade com as exigências das leis e regulamentos como a “Lei de Prevenção e Controle de Doenças Profissionais” e as “Regras Provisórias para a Supervisão da Saúde Ocupacional nos Locais de Trabalho”. 1. Estas regras aplicam-se a todos os funcionários da empresa, bem como aos trabalhadores terceirizados. 2. O departamento responsável pela saúde ocupacional é o encarregado de implementar e supervisionar o sistema de proteção contra substâncias tóxicas na unidade em questão. 3. As empresas devem adotar medidas abrangentes para melhorar continuamente as condições de trabalho, garantindo assim a segurança e a saúde dos funcionários. 4. As oficinas de produção devem ter uma boa ventilação, a fim de evitar a acumulação de gases tóxicos e inflamáveis. Nos locais onde pode haver emissão de gases tóxicos, devem ser adotadas medidas de proteção adequadas. 5. Implementar controle automatizado, contínuo e fechado para todos os processos que possam gerar substâncias tóxicas. Substituir processos e materiais tóxicos e altamente tóxicos por processos e materiais não tóxicos ou de baixa toxicidade. 6. Os locais de trabalho onde há substâncias tóxicas devem ser limpos prontamente, para manter a área limpa. 7. As empresas devem dispor dos equipamentos e medicamentos de emergência necessários, elaborar um plano de ação para situações de emergência relacionadas a riscos ocupacionais, e realizar exercícios de treinamento regularmente. 8. As empresas devem garantir que os funcionários que têm contato com substâncias tóxicas se submetam regularmente a exames de saúde ocupacional, além de manter arquivos de acompanhamento da saúde ocupacional desses funcionários. 9. As empresas devem encarregar instituições especializadas em serviços de saúde ocupacional para que realizem testes pelo menos uma vez por ano nos locais de trabalho onde são produzidos agentes tóxicos. Além disso, deve-se realizar uma avaliação da situação dos riscos ocupacionais a cada três anos. Os resultados desses testes e avaliações devem ser divulgados publicamente. 10. O gerenciamento e o diagnóstico das doenças ocupacionais devem seguir as normas e regulamentos aplicáveis. Pacientes com suspeita ou diagnóstico confirmado de doença ocupacional devem receber tratamento adequado. (III) Sistema de gestão de proteção contra ruído em ambientes de trabalho 1. Pontos importantes para a elaboração: Especificar o objetivo e as bases do sistema de gestão de proteção contra ruído em ambientes de trabalho. Esclarecer os departamentos responsáveis e as pessoas encarregadas da gestão da proteção contra ruídos no local de trabalho. Identificar os locais de trabalho, os processos e as causas do ruído, bem como as medidas de proteção. Esclarecer os perigos e o grau de risco associados às atividades que geram ruído. Esclarecer as medidas de proteção e os procedimentos de gestão para trabalhos com ruído. 2. Exemplo: Sistema de gestão de proteção contra ruído em ambientes de trabalho. Com o objetivo de assegurar uma proteção adequada contra o ruído nos locais de trabalho, garantindo assim a saúde e a segurança dos funcionários, e para tornar a gestão empresarial mais organizada e sistemática, este sistema foi criado em conformidade com as exigências das leis e regulamentos como a “Lei de Prevenção e Controle de Doenças Profissionais” e as “Regras Provisórias para a Supervisão da Saúde Ocupacional nos Locais de Trabalho”. 1. Estas regras aplicam-se a todos os funcionários da empresa, bem como aos trabalhadores terceirizados. 2. O departamento responsável pela saúde ocupacional é o encarregado de implementar e supervisionar o sistema de proteção contra ruídos na unidade em questão. 3. As empresas devem adotar medidas abrangentes para melhorar continuamente as condições de trabalho, garantindo assim a segurança e a saúde dos funcionários. 4. O nível de ruído nas áreas de produção e nos locais de trabalho deve estar de acordo com as normas estabelecidas. Caso exceda esses limites, é necessário corrigir a situação dentro de um prazo determinado. 5. Nos processos de produção e equipamentos que tendem a gerar ruído, o departamento técnico deve utilizar novas tecnologias, novos processos, novos equipamentos e novos materiais, além de medidas de mecanização, automação e isolamento. Dessa forma, é possível substituir os equipamentos e processos que produzem muito ruído por outros que geram menos barulho, eliminando assim a fonte do ruído. 6. Os trabalhadores de plantão devem realizar monitoramentos diários do nível de ruído e registrar esses dados. A empresa deve contratar uma instituição especializada em saúde ocupacional para realizar testes pelo menos uma vez por ano, além de avaliar a situação dos riscos ocupacionais a cada três anos. Os resultados desses testes e avaliações devem ser divulgados. 7. Nos projetos de construção novos, reformados ou ampliados, bem como nos projetos de modernização e introdução de tecnologias novas, é necessário aplicar rigorosamente as regras relativas ao controle do ruído, utilizando novas tecnologias, processos, equipamentos e materiais. É indispensável realizar a avaliação dos riscos ocupacionais antes de iniciar as obras ou colocar os equipamentos em funcionamento. Projetos que não passarem por essa avaliação ou que não atendam aos requisitos estabelecidos não poderão ser iniciados ou colocados em operação. 8. Nos locais de produção e de trabalho onde o nível de ruído excede os padrões estabelecidos, é necessário adotar medidas eficazes de controle, com prazo definido para que sejam atendidos os requisitos padrão. Quando não é possível eliminar completamente o ruído, é necessário fornecer aos funcionários equipamentos de proteção individual, como tampões para os ouvidos e protetores auriculares, a fim de reduzir ou minimizar os danos à audição deles. 9. As empresas devem organizar exames periódicos de saúde ocupacional para os funcionários que estão expostos a ruído, e criar arquivos de acompanhamento da saúde ocupacional desses funcionários. 10. O gerenciamento e o diagnóstico das doenças ocupacionais são realizados de acordo com as **normas e regulamentos aplicáveis**. Pacientes com doenças ocupacionais suspeitas ou já diagnosticadas devem receber tratamento ativo. (IV) Sistema de gestão de proteção em trabalhos em altas temperaturas 1. Pontos importantes para a elaboração: Especificar o objetivo e as bases do sistema de gestão de proteção em trabalhos em altas temperaturas. Esclarecer os departamentos responsáveis e as pessoas encarregadas da gestão da proteção em trabalhos em altas temperaturas. Identificar os locais de trabalho, os processos e as causas das condições de alta temperatura, bem como as medidas de proteção. Esclarecer os perigos e o grau de risco associados ao trabalho em altas temperaturas. Esclarecer as medidas de proteção e os procedimentos de gestão para trabalhos em altas temperaturas. 2. Exemplo: Sistema de gestão de proteção para trabalhos em altas temperaturas. Com o objetivo de garantir a segurança dos funcionários durante os trabalhos em altas temperaturas, bem como sua saúde física, e para tornar a gestão empresarial mais organizada e sistemática, este sistema foi criado de acordo com as exigências das leis e regulamentos como a “Lei de Prevenção e Controle de Doenças Profissionais” e as “Regras Provisórias para a Supervisão da Saúde Ocupacional nos Locais de Trabalho”. 1. Estas regras aplicam-se a todos os funcionários da empresa, bem como aos trabalhadores terceirizados. 2. O departamento responsável pela saúde ocupacional é o encarregado de implementar e supervisionar o sistema de proteção contra condições de trabalho em altas temperaturas na unidade. 3. As pessoas que participam por primeira vez em trabalhos em altas temperaturas devem receber treinamento adequado antes de poderem começar a trabalhar. 4. As medidas de proteção contra o calor, aplicáveis a todos os projetos de construção, reforma ou expansão, devem ser projetadas, executadas e colocadas em uso ao mesmo tempo que a própria obra principal. 5. Nas oficinas com altas temperaturas, deve-se utilizar uma ventilação natural organizada, com disposição adequada das entradas e saídas de ar. 6. As empresas devem realizar, pelo menos uma vez por ano, testes nos locais de trabalho onde há altas temperaturas. Além disso, é necessário realizar uma avaliação da situação dos riscos ocupacionais a cada três anos. Os resultados desses testes e avaliações devem ser divulgados. 7. Nas proximidades de locais de trabalho em altas temperaturas, deve haver salas de descanso para os funcionários. 8. De acordo com as normas, devem ser fornecidos aos trabalhadores que atuam em condições de alta temperatura bebidas refrescantes como chá, água salgada diluída, pílulas para alívio do calor e óleos essenciais, além de medicamentos para prevenir o calor excessivo. 9. Fornecer aos trabalhadores que atuam em condições de alta temperatura equipamentos de proteção individual que atendam aos **requisitos estabelecidos**, como roupas ignífugas, óculos de proteção e máscaras. 10. As empresas devem organizar exames periódicos de saúde ocupacional para os funcionários que estão expostos a altas temperaturas, e também criar arquivos de acompanhamento da saúde ocupacional desses funcionários. 11. O gerenciamento e o diagnóstico das doenças ocupacionais são realizados de acordo com as **normas e regulamentos aplicáveis**. Pacientes com doenças ocupacionais suspeitas ou já diagnosticadas devem receber tratamento ativo.
Reply #22016-08-24
Obrigado pelo compartilhamento, autor do post.....

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