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Os artigos que li são apenas uma visão geral; como é que se faz na prática?
Por exemplo, para a alimentação do processo, você pode escolher uma placa teórica cuja composição da fase líquida seja a mais semelhante à composição da matéria-prima, e utilizá-la como placa de alimentação. Claro, com ferramentas como o Aspen, é possível realizar uma análise de sensibilidade, usando a posição da entrada de alimentação como variável e a concentração da fase destilada como variável resposta, para determinar qual placa é a melhor opção.
Sim, a análise de sensibilidade pode identificar a placa de alimentação ideal, e existem casos de referência. Mas como definir os pontos de interrupção do ciclo e as posições de entrada e saída da coluna de destilação? Atualmente, já se conhece a estrutura real da coluna a pressão atmosférica. Gostaria de fazer uma simulação no local, mas, como nunca fiz isso antes, surgem vários problemas. Espero que o administrador possa me orientar. Muito obrigado
Nunca fiz processo de redução e pressão, parece bastante complexo, mas o princípio deve ser mais ou menos o mesmo. Quanto ao ciclo intermediário e à coluna de destilação de que você falou, não entendo muito bem sua função. Mas, tomando como exemplo a saída lateral, primeiro você não tem saída lateral, faz uma simulação, depois observa a composição de cada placa dentro da coluna e escolhe a concentração desejada para a saída lateral. Em seguida, faz outra simulação. Claro, com a saída lateral, os resultados serão diferentes, e basta fazer os ajustes necessários