Tecnologia de síntese de acetato de acetila por meio de carbonilação
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Este tópico foi editado pela última vez por jsshdw em 12/10/2016, às 18:42. A experiência de operação dos equipamentos utilizados para a síntese de ácido acético por meio do método de metanol líquido demonstrou que o processo de produção de anidrido acético desenvolvido no nosso país é confiável. O processo de síntese do anidrido acético por meio da carbonylação consiste em um reator composto por um esterificador e um reator de carbonylação. No esterificador, o metanol e o ácido acético formam o metil acetato. Em seguida, o metil acetato, no reator de carbonylação, reage com CO para formar o anidrido acético. Devido à presença de água no catalisador desse processo, ao mesmo tempo em que se forma o acetato de anidrido, também é produzida uma certa quantidade de ácido acético. Quando o processo tem como objetivo principal a produção de acetoanida, os principais materiais de entrada são metanol, CO e ácido acético. Além disso, esse processo também permite a produção de ácido acético diretamente a partir dos materiais-primas CO e metanol, por meio de uma reação de carbonilação no reator correspondente, sem a necessidade de uso de um esterificador. O processo de produção é o seguinte: primeiro, o metanol e o ácido acético reagem, na presença de um catalisador de ácido sulfúrico, para formar metil acetato. A pressão da reação é a pressão atmosférica, enquanto a temperatura de reação fica entre 65 e 85°C. A taxa de conversão do ácido acético é de aproximadamente 100%. Em seguida, o metil acetato reage com metanol e monóxido de carbono, na presença de iodometano e catalisadores à base de ródio ou níquel. Como a atividade catalítica dos catalisadores à base de ródio é 10 vezes maior que a dos catalisadores à base de níquel, estes últimos são mais utilizados na indústria. Dessa reação resulta o acético anidro, além do ácido acético como subproduto. A pressão de reação é de aproximadamente 25-45 MPa, e a temperatura de reação é de cerca de 180°C. A proporção entre anidrido acético e ácido acético pode ser ajustada conforme necessário. Com base em anos de experiência no desenvolvimento do anidrido acético, podem-se destacar as vantagens do método de produção por meio de grupos carbonílicos: 1. O ácido acético é um dos ácidos orgânicos mais utilizados, sendo usado principalmente na produção de vinil acetato, polivinil alcool, tereftalato, éster de ácido acético, butirato de ácido acético, anidrido acético, cloroacético, fibra de ácido acético e sais de ácido acético. Além disso, pode ser processado para a produção de diversos produtos, como pesticidas, medicamentos, corantes, tintas, fibras sintéticas, plásticos e adesivos. 2. O método de síntese por carbonila possui vantagens como processo curto, qualidade do produto elevada, baixo consumo de recursos e poucas emissões de resíduos. Trata-se de uma grande inovação na química C1, representando o mais avançado nível tecnológico atual na produção de ácido acético. 3. Esta tecnologia utiliza um catalisador de nova geração, que é um complexo de rhódio com boa capacidade de carbonylação do metanol, atuando como catalisador principal. O iometano e outros catalisadores auxiliares também participam da reação. Esse catalisador apresenta alta estabilidade, alta atividade, alta seletividade e grande adaptabilidade, o que permitiu a rápida industrialização e aplicação da tecnologia de síntese de ácido acético por meio da carbonylação. 4. No projeto de engenharia, foram adicionadas torres de separação prévia, e a torre responsável pela separação dos componentes leves foi projetada de forma especial. Isso permitiu melhorar a capacidade de captura e utilização do catalisador, além de aumentar a eficiência na separação dos componentes leves e a capacidade de uso dos equipamentos do sistema de refino. Devido à alta corrosividade do meio ambiente, é necessário utilizar materiais resistentes à corrosão, como o Hastelloy, o que pode **aumentar a vida útil do equipamento**. 5. Alta taxa de utilização do CO, poucas impurezas na reação, qualidade do produto excelente. A separação do produto é mais simples em comparação com os processos tradicionais. Além disso, há baixo consumo energético e poucos resíduos líquidos. 6. Complementado por PSA, o CO presente nos gases de escape é recuperado, o que reduz significativamente a quantidade de gases poluentes emitidos. Espero poder trocar ideias e compartilhar conhecimentos técnicos com todos.Série B: B → B-2 (00Ni70Mo28) → B-3
Série C: C → C-276 (00Cr16Mo16W4) → C-4 (00Cr16Mo16) → C-22 (00Cr22Mo13W3) → C-2000 (00Cr20Mo16)
Série G: G → G-3 (00Cr22Ni48Mo7Cu) → G-30 (00Cr30Ni48Mo7Cu)
Atualmente, os materiais mais utilizados são os da segunda geração: N10665 (B-2), N10276 (C-276), N06022 (C-22), N06455 (C-4) e N06985 (G-3). Os materiais de terceira geração N10675(B-3), N10629(B-4) e N06059(C-59) estão em fase de divulgação. Devido aos avanços na tecnologia metalúrgica, surgiram nos últimos anos vários tipos de “aços inoxidáveis superiores” que contêm cerca de 6% de Mo. Esses materiais substituíram as ligas da série G, fazendo com que a produção e o uso dessas ligas diminuíssem rapidamente.