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I. Tentar se mostrar corajoso não é ajudar de verdade. Ajudar significa usar as próprias forças para auxiliar quem está em dificuldades, fazendo o possível, e não tentar se exibir. Fingir que se está ajudando faz com que você passe de quem ajuda para quem é ajudado, sobrecarregando desnecessariamente sua vida com custos financeiros e emocionais. II. Indicar amigos para trabalhar na própria empresa: Relações íntimas da vida pessoal só podem se tornar obstáculos no ambiente de trabalho, trazendo preocupações e responsabilidades intermináveis a partir do momento em que se tornam colegas de trabalho. Indicá-lo para outras unidades ajuda a fazer a conexão, sem que seja preciso arcar com os custos do seu desenvolvimento futuro. III. É necessário recorrer à ajuda de uma terceira pessoa. Se alguém precisar de ajuda, e seus parentes ou amigos mais próximos não puderem ajudar, será preciso contar com relações mais complexas para conseguir isso. Trocar 3 favores por 1 favor não é vantajoso, além disso, isso pode causar muitos problemas que são difíceis de resolver. Claro, exceto em casos de extrema importância para a vida. IV. Ajudar os outros a tomar decisões importantes. Ninguém é onisciente; portanto, não se deve escolher, por conta dos outros, decisões irreversíveis. Mesmo que se tenha certeza total, não se pode ignorar as diferenças de valores que podem causar desentendimentos. Questões como viajar para o exterior, casar-se, escolher uma carreira, comprar uma casa ou resolver conflitos familiares exigem apenas conselhos; a decisão final cabe sempre à pessoa em questão. Caso contrário, você se arrependerá no futuro; as amarras do pecador eterno o farão sofrer até a morte. V. Incentivar demais o amor entre amigos. Diz-se que deve-se tentar reconciliar as pessoas, e não separá-las. No entanto, incentivar demais esse tipo de relacionamento não é necessariamente algo bom, nem para si mesmo, nem para os outros. O amor é uma das disciplinas mais profundas. As regras gerais podem ser ensinadas, mas os detalhes devem ser resolvidos pelos próprios casais. Interferir demais no amor entre amigos é completamente inútil. O mesmo vale para os encontros românticos: o mestre abre a porta, mas a prática depende de cada pessoa. VI. Ajudar a mesma pessoa repetidamente demais. Na vida, existem amigos que não são muito confiáveis: eles se encontram em situações difíceis, o que desperta compaixão, mas ao mesmo tempo se recusam a se esforçar, o que é preocupante. Para eles, ajudas excessivas têm o efeito contrário: apenas aumentam a dependência. Em vez de ajuda material, eles precisam mais de apoio emocional.