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Este tópico foi editado pela última vez por q2774594 em 2016-8-24 às 10:52. Quando se fala em segurança de gestão, muitas pessoas certamente têm muitas experiências para compartilhar. Mas, quando se trata dos erros de trabalho que os responsáveis pela segurança devem evitar, muitas pessoas provavelmente não conseguirão responder. Hoje, aqui são apontados 10 erros comuns nos trabalhos dos responsáveis pela segurança; cada um deles atinge o ponto crucial! Esperamos que todos os responsáveis pela segurança evitem cometer erros no seu trabalho diário, a fim de garantir uma produção segura. I. Agir como líder: Os responsáveis pela supervisão da segurança no trabalho são frequentemente tratados como líderes pelos gerentes das fábricas e pelos trabalhadores no local de produção. No entanto, para quem é responsável pela supervisão da segurança no trabalho, agir como líder é um grande obstáculo no desempenho das suas funções. É necessário estar sempre atento e comprometido em fortalecer a consciência de serviço. Como membro da equipe de gestão da segurança no trabalho, é preciso ir até o local de trabalho para realizar investigações, ouvir com humildade as opiniões de todos e reunir a inteligência coletiva, a fim de resolver os problemas que surgem na gestão da segurança no ambiente de trabalho. II. Não existem métodos eficazes para o trabalho. A chave para que os responsáveis pela supervisão da segurança no trabalho saiam desse erro é mudar os métodos de trabalho, substituindo o método “único” por um método de supervisão hierárquica, focado nas rotas e nos profissionais mais importantes. Para mudar a situação, os responsáveis pela supervisão da segurança no trabalho devem se concentrar em problemas mais básicos, como a falta de uso de capacetes de segurança e de uniformes de trabalho. Como responsáveis pela supervisão da segurança na produção, é necessário estar sempre atentos aos problemas-chave que afetam a segurança na produção em cada departamento e em cada local de trabalho, em diferentes períodos e fases. É preciso também supervisionar o cumprimento das responsabilidades dos profissionais-chave, ajudar os responsáveis pela segurança em cada departamento a entender a situação geral em termos de segurança na produção, e fornecer informações aos líderes de forma oportuna. Em segundo lugar, em termos de segurança, é necessário supervisionar para que o responsável principal pela segurança na fábrica conceda autorizações e poderes adequados aos seus funcionários responsáveis pela segurança. Isso não só serve como critério para avaliar se o responsável principal está cumprindo com suas responsabilidades de segurança em todos os níveis, mas também é uma condição necessária para que os funcionários responsáveis pela segurança possam desempenhar suas funções. III. Falta de princípios no trabalho: Os responsáveis pela supervisão da segurança no trabalho lidam com todo tipo de pessoa, sendo constantemente pressionados por interesses e emoções de todos os lados. Se eles não agirem com princípios no trabalho, se não ousarem gerir de maneira decisiva, se não puderem fazer críticas, ou até mesmo se mostrarem subservientes aos líderes, então haverá uma flexibilização nas punições, e eles favorecerão certas pessoas, criando “grupos fechados” e dando preferência a “amigos próximos”. Além disso, eles relatam as situações aos líderes, misturando sentimentos pessoais às informações apresentadas. Essas práticas sem princípios não apenas tornarão a supervisão e gestão da segurança no trabalho uma mera formalidade. IV. Estilo de trabalho superficial e focado em tarefas cotidianas: Os responsáveis pela supervisão da segurança no trabalho têm a dupla função de gerir e supervisionar. Alguns desses profissionais consideram que, ao assumirem esse cargo, deixam de trabalhar diretamente no local de produção. Seu trabalho consiste principalmente em passar o dia todo no escritório, ocupados com tarefas administrativas rotineiras. Ir ao local é apenas uma visão superficial; não há estudo sério das regras e regulamentos, nem de como eles são aplicados na prática. Além disso, não se analisam os novos problemas que as novas tecnologias e processos podem causar. Só sabem gritar slogans vazios; seus discursos são sem foco e não têm aplicação prática. Na gestão, limitam-se a aparências, enquanto em termos de tecnologia profissional ficam para trás em relação à época atual. V. Relatar apenas as boas notícias, não as más. Algumas áreas apresentam vários problemas em termos de segurança, mas os responsáveis pela supervisão da segurança no trabalho, ao reportar aos líderes, escolhem falar apenas das coisas positivas, destacando os pontos fortes e omitindo os pontos fracos ; Fala-se muito dos sucessos e pouco dos problemas, fazendo com que os líderes superiores pensem que a situação é excelente. Isso leva a decisões tendenciosas, fazendo com que os problemas que deveriam ser resolvidos o quanto antes não recebam a devida atenção, encobrindo assim os conflitos e a verdade. VI. Trabalho superficial e engano dos superiores: os órgãos responsáveis pela supervisão da segurança no trabalho não ousam lidar de forma firme com aqueles que violam as regras e regulamentos, nem corrigir esses comportamentos. Em vez disso, preferem manter um equilíbrio, ou até mesmo agir de maneira evasiva. Em alguns casos específicos, eles recorrem a métodos de engano e falsificação, o que faz com que os problemas relacionados às violações das regras se intensifiquem, podendo até levar a acidentes. O trabalho de segurança é uma atividade técnica que exige abordagem integrada, base científica e ação prática. Para garantir a segurança no trabalho, não basta emitir alguns documentos, realizar algumas reuniões ou apresentar alguns números; é necessário esforço real e dedicação para resolver os problemas. Devem-se evitar atitudes superficiais, como muitos discursos sem ações concretas, muitas promessas sem realização efetiva, e muitas ideias sem aplicação prática. VII. Pessoas leigas orientando especialistas: A gestão da segurança é uma ciência séria, que envolve tanto aspectos técnicos quanto habilidades de gestão. É necessário continuar aprendendo, melhorando e inovando, para que as reuniões, discursos e ações sejam eficazes. Só assim as pessoas vão prestar atenção, e a liderança não falhará. A gestão da segurança não pode ser apenas teórica; é preciso realmente entender o processo de produção, os equipamentos, o ambiente e as pessoas envolvidas. Só conhecendo a si mesmo e ao adversário é que se pode assumir o controle da gestão da segurança. VIII. Sem inspeções e sem acompanhamento, a gestão da segurança é uma tarefa de longo prazo e complexa; não se pode permitir nenhum descuido, por isso é necessário que os órgãos responsáveis realizem inspeções constantes, assegurem a implementação das medidas necessárias e incentivem as correções. Porque, sem realizar inspeções, não se sabe quais são os problemas ocultos, e também não é possível pressionar os departamentos responsáveis a corrigi-los. Além disso, fazer apenas inspeções sem acompanhar a situação da correção equivale a não fazer nenhuma inspeção. No final, foi apenas uma formalidade, algo feito só para cumprir o procedimento. IX. Irrealismo: As políticas e regulamentos estabelecidos pelos superiores devem ser adaptados às condições reais de cada unidade, de modo que sejam criadas regras práticas e viáveis. Só assim é possível implementá-las corretamente e obter resultados efetivos. Não se pode agir de forma imprudente, com ideias precipitadas, sem levar em conta a realidade. Caso contrário, será gasto muito esforço sem que se alcance nenhum resultado concreto. X. Violações das regras por parte dos responsáveis pela segurança As violações das regras, sejam intencionais ou não, por parte dos responsáveis pela segurança, são algo que não pode ser subestimado. Isso porque as consequências dessas violações são muito graves e causam grandes danos. Quando os funcionários veem que as regras de segurança não estão sendo respeitadas, e você tenta intervir neles, eles passam a ter uma atitude de rebeldia. Como diz o ditado: “Para forjar ferro, primeiro é preciso ser forte oneself”. Se nem se consegue fazer algo por si mesmo, como se pode exigir isso dos outros com toda a justificativa? Uma vez que esse fato se estabelece, torna-se difícil reverter seus efeitos. No final, a falta de controle gera riscos invisíveis para a segurança na produção.