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É comum ouvir pessoas reclamando que ser responsável pela segurança é difícil e que o trabalho de segurança não é fácil de desempenhar. Já passou por alguma dessas situações embaraçosas? Você encontrou uma solução? 1. Durante a inspeção de segurança de rotina em cada turno, foi descoberto de repente que o gerente não estava usando capacete de segurança! (O gerente põe a lei à prova com suas próprias ações). 2. Durante as inspeções mensais abrangentes de segurança na produção, alguns membros da equipe de inspeção entraram no local de trabalho usando chinelos! (Vê os outros, mas esquece de si mesmo). 3. Quando o departamento responsável pelo projeto oferece almoço para a equipe de inspeção, sempre surge, como se fosse mágica, algumas garrafas de bebida alcoólica, e dizem: “Bebam pouco ao meio-dia, para se recuperarem!” (Sabendo que é proibido beber álcool ao meio-dia). 4. Às vezes, quando são detectados riscos de segurança no local, eles são comunicados ao responsável pelo projeto. O líder imediatamente ordena que o responsável pela segurança leve as pessoas necessárias para corrigir a situação! (Quem descobriu, que resolva; os líderes se esquivam de fazer qualquer coisa). 5. Os gestores de campo fumam e fazem ligações telefônicas sem qualquer restrição em depósitos onde existem sinais bem visíveis proibindo o uso de fogo (ou proibindo fumar, usar celulares, etc.)! (Saber a lei e ainda assim violá-la). 6. Líder dirige embriagado para inspecionar a obra! (Líder dirigindo sob efeito de álcool e entrando no local de construção). 7. Durante a capacitação em segurança para todos os funcionários, o gerente de projeto não estava presente na sala! (Falta de reuniões de segurança com o gerente de projeto). 8. No local de construção, o responsável pela segurança sofreu ferimentos leves por descuido: cortes nos pés, pancadas na cabeça, arranhões e torções na coluna, entre outros! (O próprio responsável pela segurança sofreu um acidente de trabalho). 9. Ao aplicar punições de segurança aos funcionários (ou equipes terceirizadas), a liderança deve intervir e dizer: “Desta vez, não vamos aplicar nenhuma punição. Que isso não se repita; se acontecer novamente, haverá punições mais severas!” (Penas que não podem ser executadas). …… Ao ver isso, você não sente uma sensação de déjà vu? As diversas imperfeições no trabalho dos responsáveis pela segurança são inevitáveis. Diante disso, devemos primeiro aceitar a realidade: nenhum trabalho é perfeito. Além disso, devemos entender que, independentemente das circunstâncias, isso não deve servir como obstáculo para o nosso próprio desenvolvimento. Pelo contrário, às vezes só estando em situações difíceis é que temos mais oportunidades de nos desenvolver. Aproveite as oportunidades, tome a iniciativa e torne-se um segurança qualificado e excelente! Como se tornar um segurança qualificado e excelente? 1. Ser uma ponte: O responsável pela segurança é a “ponte” de comunicação entre a liderança da empresa e os funcionários de linha de frente. Garantir uma boa comunicação entre os funcionários e a liderança da empresa é fundamental para uma boa gestão da segurança. É preciso consultar e relatar mais frequentemente aos superiores. Ao se comunicar com eles, é necessário se preparar bem antes, para que suas palavras sejam claras e bem estruturadas ; Converse mais com os funcionários de linha de frente. Quando encontrar problemas, não se limite a puni-los; faça mais perguntas sobre o porquê. Assim, talvez seja possível descobrir algo importante. Construir pontes não significa ser como simples linhas telefônicas, nem é uma questão de copiar e colar informações; trata-se, sim, de integrá-las e refini-las, incorporando-as ao próprio raciocínio. 2. Atuar como coletor de informações: o responsável pela segurança deve utilizar seus conhecimentos especializados em segurança para, por meio de inspeções no local, identificar os fatores que podem causar acidentes, bem como os comportamentos inadequados dos funcionários. Essas informações devem ser registradas, a fim de se preparar adequadamente para a prevenção de acidentes no futuro. 3. Provedores de conhecimento em segurança. Com a coleta de informações de segurança, ganhamos o direito de falar sobre o assunto. “Venham, senhores líderes e colegas, vejam estas fotos e dados. Se as coisas continuarem assim, pode acontecer…” Nos treinamentos de segurança para os funcionários, também podemos apresentar aos mesmos os fatos de maneira lógica e fundamentada, transmitindo conhecimentos sobre segurança, para que eles possam entender e aceitar essas informações mais facilmente. Os responsáveis pelo acompanhamento das ações de segurança já realizaram a coleta de informações relacionadas à segurança e a capacitação dos funcionários nesse tema. Agora, resta-nos acompanhar o andamento dessas ações de segurança. Quanto às medidas de correção exigidas pela liderança, é necessário determinar se elas foram implementadas no âmbito do trabalho de segurança e se essa implementação foi adequada. Essas são questões que o responsável pela segurança deve verificar como parte do acompanhamento das ações de segurança. 5. Analistas de desempenho em segurança: quantos problemas foram identificados no local de produção, quantos deles foram resolvidos, qual é a taxa de resolução dos problemas, qual é a taxa de acidentes no período analisado… Esses dados refletem se o nível de gestão da segurança no local de produção está aumentando ou diminuindo. Como profissionais responsáveis pela segurança, é necessário realizar uma análise cuidadosa desses dados. Se for possível criar um conjunto de gráficos bonitos e intuitivos, o chefe vai ver as coisas de maneira diferente. 6. Transmitidores das regulamentações de segurança: As regras e procedimentos de segurança da empresa são transmitidos aos funcionários por meio dos nossos responsáveis pela segurança. Da mesma forma, quando surgem novas regulamentações, o órgão responsável pela segurança as transmite de várias maneiras e exige que as empresas as apliquem. Portanto, nós, responsáveis pela segurança, precisamos participar dessas reuniões, receber os documentos e informar aos líderes como proceder corretamente, ou quais são as consequências de não seguir essas orientações.
É inevitável que haja diversas insatisfações no trabalho do responsável pela segurança. Diante disso, primeiro devemos reconhecer a realidade: nenhum trabalho é perfeito. Devemos também ter claro que, independentemente das circunstâncias reais, isso não deve se tornar um obstáculo ao nosso próprio desenvolvimento
Para ser sincero, se o chefe dá o exemplo de violar as regras, eu não tenho como fazer nada a respeito. Quanto ao uso do capacete de segurança, às vezes, quando informo os funcionários sobre isso, eles dizem: “Veja, o fulano aí (o gerente geral) também não usa”. Só posso dizer, sem ter como fazer nada: “Chefe, eu não posso controlar isso, mas você precisa usar o capacete.” Já foi mencionado, mas ele ainda faz isso com frequência. Só se pode dizer que não há solução; houve tentativas de comunicação, mas ela foi ineficaz.
Para ser sincero: é um trabalho que irrita as pessoas, pois se ofende tanto os superiores quanto os funcionários. O esforço não traz resultados positivos.
É preciso seguir rigorosamente as regras e regulamentos, prestando atenção aos sinais de alerta com antecedência em relação ao chefe
Às vezes, realmente acontecem situações embaraçosas como essas, e só resta lidar com elas de maneira flexível.
Para ser honesto, é difícil para os responsáveis pela segurança, especialmente aqueles que trabalham nas fábricas, desempenhar bem suas funções. A dificuldade está em cumprir os requisitos mencionados pelo autor do post: às vezes é preciso saber equilibrar a força utilizada, além de ser necessário ter flexibilidade. Isso exige um alto nível de inteligência emocional! Pode-se dizer que, se alguém conseguir desempenhar bem o papel de profissional de segurança em nível básico, realizando de maneira eficaz as tarefas relacionadas à segurança dentro de sua área de atuação, então essa pessoa certamente é um talento com grandes perspectivas de futuro
O segurança é alguém que não tem o direito de fazer algo que possa causar problemas aos outros.
Esses (ou eventos semelhantes) são algo comum, especialmente o ponto 9. Os outros podem ser mencionados de passagem, mas o ponto 9 ocorre com bastante frequência; em alguns casos, até há pressão excessiva, o que é inevitável